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Planeta dos Macacos: A Guerra | Crítica | War for the Planet of the Apes, 2017, EUA

No fechar das cortinas Planeta dos Macacos: A Guerra encontra a sua merecida maturidade.

Planeta Macacos: A Guerra (War for the Planet of the Apes) | Review

Elenco: Andy Serkis, Woody Harrelson, Steve Zahn, Amiah Miller, Toby Kebbell | Roteiro: Mark Bomback, Matt Reeves | Baseado em: Planeta dos Macacos (Pierre Boulle) | Direção: Matt Reeves (Planeta dos Macacos: O Confronto) | Duração: 140 minutos | 3D: Relevante

Planeta dos Macacos sempre foi uma grande metáfora, seja no livro de Pierre Boulle, a versão de 1968 ou reboot de 2011. E Planeta dos Macacos: A Guerra entra no rol das trilogias não devem ser separadas para ser degustada. Tirando a roupagem da ficção científica e analisando com mais atenção, esse é mais uma história que tenta explicar a razão do ódio contra uma raça inteira, sendo que esses alvos nunca foram responsáveis ou culpados de nada – esse peso recaí nos ombros do outro lado. Sem receio de fechar a história de maneira messiânica, a nova produção de Matt Reeves é a mais séria e madura dos três filmes ao mostrar os horrores da guerra e como ela muda as pessoas.

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A Série Divergente: Insurgente | Crítica | The Divergent Series: Insurgent, 2015, EUA

The Divergent Series: Insurgent, 2015

Com Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer, Jai Courtney, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Naomi Watts, Kate Winslet. Roteirizado por Brian Duffield, Akiva Goldsman, Mark Bomback (Planeta dos Macacos: O Confronto), baseado no romance de Veronica Roth. Dirigido por Robert Schwentke (R.I.P.D. – Agentes do Além).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Tudo precisa ser uma trilogia – ou quadrilogia, como no caso? Por mais que a fonte original seja divida em três partes, tem que se levar muito em conta o ritmo de uma história. Apesar de bons momentos em relação ao seu antecessor, praticamente não há evolução em A Série Divergente: Insurgente, que apesar de trazer personagens novos, eles tomam lugar de antigos. O filme é mais direto por não precisarmos de outras introduções, mas é o mínimo que se espera depois de quase 140 minutos da produção anterior. Em geral, tem alguns pontos melhores que Divergente (Divergent, 2014, Dir Neil Burger). E isso não significa muita coisa.

Sinopse oficial

“Em A SÉRIE DIVERGENTE: INSURGENTE, os riscos para Tris aumentam quando ela sai à procura de aliados e respostas nas ruínas de uma Chicago futurista. Tris (Woodley) e Quatro (James) são agora fugitivos, caçados por Jeanine (Winslete), a líder da elite Erudição, faminta pelo poder. Correndo contra o tempo, eles precisam descobrir a causa pela qual a família de Tris sacrificou suas vidas e por que os líderes da Erudição farão tudo para impedi-los. Assombrada pelas escolhas do passado, mas desesperada para proteger quem ama, Tris – com Quatro a seu lado – encara um desafio impossível atrás de outro, ao desvendar a verdade sobre o passado e também o futuro de seu mundo.”

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Planeta dos Macacos: O Confronto | Crítica | Dawn of the Planet of the Apes, 2014, EUA

Planeta dos Macacos: O Confronto tem todos os elementos para destaca-lo no mar de remakes, reboots e continuações. Empolgante, dramático e tecnicamente impecável.

Dawn of the Planet of the Apes, 2014

Com Andy Serkis, Jason Clarke, Gary Oldman, Keri Russell, Toby Kebbell, Karin Konoval, Doc Shaw, Kirk Acevedo e Kodi Smit-McPhee. Roteirizado por Mark Bomback, Rick Jaffa e Amanda Silver, baseado na obra de Pierre Boulle. Dirigido por Matt Reeves (Cloverfield).

9,5/10 - "tem um Tigre no cinema"Em um mundo cercado por continuações, remakes e reboots é um alívio constar que ainda há aqueles que se preocupam com um bom resultado ao invés de pensar apenas no retorno financeiro. Oitava ampliação nos cinemas do livro de Pierre Boulle, Planeta dos Macacos: O Confronto tem todos os elementos para destaca-lo no mar do começo do parágrafo. É empolgante, dramático e tecnicamente impecável. Fazendo uma brincadeira com um filme de super-herói lançado nos anos 1970, você vai acreditar que um macaco pode falar.

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Wolverine – Imortal | Crítica | The Wolverine, 2013, EUA

Wolverine – Imortal é infinitamente melhor que seu antecessor, mesmo com erros de percalço.

"The Wolverine", 2013

Com Hugh Jackman, Haruhiko Yamanouchi, Tao Okamoto, Rila Fukushima, Hiroyuki Sanada, Will Yun Lee, Svetlana Khodchenkova e Famke Janssen. Roteirizado por Christopher McQuarrie (Jack Reacher – O Último Tiro), Mark Bomback (O Vingador do Futuro) e Scott Frank (Minority Report). Dirigido por James Mangold (Garota, Interrompida).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"O bom senso imperou no retorno de um dos mutantes favoritos ao cinema. Ignorando o péssimo “X-Men Origens: Wolverine” (X-Men Origins: Wolverine, 2009), o diretor James Mangold trouxe às telas um personagem com suas características clássicas. Vemos um Wolverine violento, o que se reflete no filme a dose necessária de sangue que o anterior deixou de lado. O roteiro tem pequenos defeitos mas é, na maioria dos momentos coeso, sombrio e com doses comedidas de comédia. A direção segura e a ação faz a produção se destacar entre os filmes mais recentes da Marvel Comics.

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O Vingador do Futuro (Total Recall, 2012, EUA) [Crítica]

Com Colin Farrell, Kate Beckinsale, Jessica Biel, Bryan Cranston, John Cho e Bill Nighy. Roteirizado por Kurt Wimmer e Mark Bomback. Baseado no conto “Lembramos para você a preço de atacado” de Philip K Dick e no filme de mesmo nome de 1990. Dirigido por Len Wiseman (Anjos da Noite).

Histórias boas valem ser revisitadas. E Philip K Dick vale ser revisitado. Não tinha lido o conto original antes de ver o filme, e quis também me livrar da memória do filme protagonizado por Arnold Schwarzenegger em 1990 para evitar comparações. Mas  a versão dirigida por Len Wiseman, roteirizada por Wimmer e Bomback tem como base o filme anterior, e os roteiristas originais são citado nos créditos do filme. Pois bem. A versão nova é um filme divertido, cheio de ação, e é impossível reclamar dos efeitos especiais, apesar de se mostrarem colagens de filmes como “Blade Runner” (de 1982). Arrisco dizer que a versão 2012 de “O Vingador do Futuro” fica só um pouco abaixo do que a anterior.

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