Com Bruno Mazzeo, Marcos Palmeira, Emilio Orciollo Netto, Dira Paes, Tainá Müller, Juliana Schalch, Laura Neiva, Seu Jorge e José de Abreu. Roteirizado por Marcelo Rubens Paiva (autor da peça original) e Lusa Silvestre (Estômago). Dirigido por Felipe Joffily (Muita Calma Nessa Hora).

Convenhamos, esse não é o melhor dos títulos. “E aí, comeu” é baseado na peça de mesmo nome, e tenta mostrar ao público em geral como são as conversas de botequim entre homens, expondo o que falam, pensam, sonham e também seus medos. É uma história sobre as possibilidades do amor e onde ele pode acontecer:  lugares novos, improváveis, e também a sua redescoberta. Funciona razoavelmente como comédia, com piadas que não são ricas e a grande maioria delas estava presente no trailer, o que enfraquece a experiência de quem vê. A produção da Globo Filmes conta com vários vícios noveleiros, começando por escalar atores e atrizes típicos do núcleo de novelas, passando por questões técnicas, a falta de profundidade do trio principal, contando uma história com vários momentos perdidos, e participações especiais que são mais perdidas ainda.

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