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“Nymphomaniac”: Novo filme de Lars von Trier tem a primeira imagem oficial liberada [NEWS]

O filme que tem no elenco Charlotte Gainsbourg, Stellan Skarsgard, Shia LaBeouf, Jamie Bell, Uma Thurman e Willem Dafoe, terá sua premiere  no Festival de Cannes 2013, em maio. A previsão de estreia de ”Nymphomaniac” no Brasil é em 20 de setembro de 2013 pela California Filmes. Clique na imagem para vê-la numa resolução maior.

"Nynphomaniac" - Primeira foto oficial | by Christian Geisnaes

Melancolia sai em DVD e Blu-Ray no Brasil ANTES da Europa! [N#001]

A assessoria de Mídias Sociais da Califórnia Filmes confirmou que o fantástico “Melancolia” de Lars von Trier, um dos melhores filmes do ano, sai na semana que vem em DVD e Blu-ray no Brasil. Praticamente um mês antes do lançamento no Reino Unido e na França. Entre os dias 12 e 13 No dia 15 de dezembro a edição nacional deve chegar às lojas. [editado em 14/12/2011]

Capa da versão inglesa do filme

A California filmes também divulgou as especificações técnicas do filme.

Aspecto de Imagem: 16:9 Letterbox (Anamórifco)

Duração aproximada: 129′

Idiomas: Inglês 5.1, Inglês 2.0 e Português 5.1 (não disseram se o audio é em HD, mas provavavelmente não é)

Legendas: Português

Extras do DVD: Sinopse, ficha técnica e trailers

Extras exclusivos do Blu-Ray (aparentemente, os mesmo da versão da terra da Rainha):

  • About Melancholia – 11’28 (entrevista com o diretor a respeito do filme);
  • Melancholia Visual Effects Featurutte – 06’42 (entrevista com Peter Hjorth sobre os efeitos especiais);
  • The Universe – 04’09 (entrevista com Peter Hjorth e um astrofísico sobre as evidências reais que foram usadas no filme);
  • The Visual Style – 09’31 (entrevista com o diretor, Peter Hjorth e o operador de câmera sobre o estilo visual do filme).

Por enquanto, só achei uma loja online fazendo a pré-venda: a Star Cine Shop. O preço ainda está impraticável. Já deixamos de pagar R$89,9 num Blu-Ray simples faz tempo, não? Mas vibro a iniciativa da California Filmes. Parabéns!

Manderlay (Manderlay, 2005, Dinamarca, EUA, entre outros) [Crítica]

Com Bryce Dallas Howard, Willem Dafoe e Danny Glover. Continuação de Dogville (2003), mostra Grace (Bryce) em 1933 encontrando uma fazenda onde a escravidão dos negros ainda é imposta. Numa jornada idealista, ela decide tomar as rédeas da situação, numa mea culpa, onde todos os brancos são culpados.

Saímos de Dogville, mas o diretor nos mostra o filme do mesmo jeito, como deveria ser: uma encenação quase teatral, sem cenários. Mas, diferente do seu antecessor, onde a situação poderia ser imposta para toda a humanidade, Trier desce toda sua raiva nos EUA. É aí onde o roteiro peca, deixando a universalidade de lado. Trier se colocou como muitos fazem, colocando todos os males do mundo nos EUA, como se outros países (e outras culturas) não usaram do meio da escravidão. Por outro lado, o roteiro e os diálogos são incrivelmente bem escritos. E o ritmo flui bem melhor que o primeiro filme, mas continuo com ressalvas com as divisões de atos que o diretor faz nesse filme (parecido com o que fez em outras películas), porque você sabe que o final chegou. Mas só Manderlay tem esse mal, pelo que vi até agora. E se Dogville tivesse o mesmo ritmo deste filme, passaria de 9,5 para 10. No fim das contas, é um filme ótimo, mas fica um pouco atrás por não nos jogar a responsabilidade, como foi na cidade anterior.

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Anticristo (Antichrist, 2009, Escandinâvia, EUA e Reino Unido) [Crítica]

Com Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg. Escrito e dirigido por Lars von Trier (Dogville). Depois da morte do filho pequeno, a esposa se sente culpada pelo acontecimento.

O marido, um psiquiatra, tenta tratá-la ao expô-la ao cenário que mais a amedronta: as florestas. Von Trier nos apresenta um novo clássico de sua direção. O filme é centrado nos dois personagens, que não tem nome. E quando aparece algum coadjuvantes, seus rostos são desfocados, dizendo que eles não importam em nada na narrativa. Apesar de ser a marca registrada do cineasta serem de cenários lentos, contemplativos, que também acontece aqui, nada atrapalho o desenvolvimento do cenário, que fica aos poucos apavorante, tenso, pesado e violento. Pablo Villaça, crítico de cinema, diz que o filme não pode ser interpretado literalmente. Ainda sim, é um filme de terror que tem cenas que doem de ver (para os homens principalmente). O fato é que não consigo não gostar dos filmes dele.

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