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A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell | Crítica | Ghost in the Shell, EUA, 2017

A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell funciona como homenagem ao original, mas prefere focar mais na ação e menos na filosofia.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell (Ghost in the Shell) | 2017

Elenco: Scarlett Johansson, Michael Pitt, Pilou Asbæk, Chin Han, Juliette Binoche, Takeshi Kitano | Roteiro: Jamie Moss, William Wheeler, Ehren Kruger | Baseado em: Ghost in the Shell (Masamune Shirow) | Direção: Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) | Duração: 106 minutos | 3D: Relevante

O maior desafio de falar de A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell é segurar a tentação de compará-lo com o original. Depois dessa árdua tarefa, e levando em conta que o ideal é entrar na sala de cinema sem expectativas, o filme se segura muito bem na maioria dos seus quesitos. História, ritmo, personagens e efeitos especiais são mais que satisfatórios e com certeza serão suficientes para manter a atenção da plateia. Sanders e companhia, no entanto, preferem uma abordagem com mais ação, explicações e falatórios ao invés de entrar na filosofia do que faz um ser humano um ser humano, com soluções fáceis e ex-machinas para uma audiência pasteurizada e acostumada com blockbusters.

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Os 33 | Crítica | Los 33, 2015, Chile/Colômbia

Los 33, 2015

Com Antonio Banderas, Rodrigo Santoro, Juliette Binoche, James Brolin, Lou Diamond Phillips e Gabriel Byrne. Roteirizado por Mikko Alanne, Craig Borten e Michael Thomas. Baseado no livro de Héctor Tobar. Dirigido por Patricia Riggen.

7/10 - "tem um Tigre no cinema"Algumas histórias parecem fantásticas demais para serem verdadeiras. Em Os 33 a diretora Patricia Riggen abriu mão da língua materna para tocar mais pessoas sobre a impressionante história dos mineradores chilenos que esperaram serem resgatados por mais de dois meses. Essa decisão traz alguns estranhamentos, como a questão dos sotaques, mas que mercadologicamente faz sentido. Posta essa decisão de lado há muitos momentos interessantes no filme, passando pela atuação, fotografia e o estilo da diretora em alternar planos abertos e outros mais fechados. Com momentos emocionantes e apesar de arrastar um pouco além do necessário a narrativa, o filme é uma ode à resistência e à esperança.

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Godzilla | Crítica | Godzilla, 2014, EUA

Godzilla tem alguns clichês próprios dos filmes de ação, mas essa é a melhor encanação americana do monstro japonês.

Godzilla, 2014

Com Aaron Taylor-Johnson, Ken Watanabe, Elizabeth Olsen, Juliette Binoche, Sally Hawkins, David Strathairn e Bryan Cranston. Argumento de David Callaham. Roteirizado por Max Borenstein, baseado no personagem da Toho. Dirigido por Gareth Edwards.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Quando assisti aos vinte minutos não-sequenciais de Godzilla, tive a impressão que seria um filme à altura da lenda do clássico do monstro que, nas suas inúmeras encarnações, teve bons momentos. Reimaginado para uma nova audiência, esta versão agrada por ter uma história direta, com uma base dramática e muito espaço para a ação. Apesar da falta de originalidade – afinal, é a segunda vez que Gojira chega aos cinemas americanos – e de alguns clichês, o filme se firma com uma direção sólida e com ótimas surpresas. Pode não ser lendário, mas é com certeza monstruoso como o personagem título.

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