Postagens Etiquetadas ‘Jude Law’

Rei Arthur: A Lenda da Espada | Crítica | King Arthur: Legend of the Sword, 2017, EUA-Austrália-Reino Unido

Rei Arthur: A Lenda da Espada é uma abordagem modernizada do clássico, mas bem comum para um filme de ação.

Rei Arthur: A Lenda da Espada (King Arthur: Legend of the Sword) | Crítica

Elenco: Charlie Hunnam, Àstrid Bergès-Frisbey, Djimon Hounsou, Aidan Gillen, Jude Law, Eric Bana | Argumento: David Dobkin, Joby Harold | Roteiro: Guy Ritchie, Lionel Wigram, Joby Harold | Direção: Guy Ritchie (O Agente da U.N.C.L.E.) | Duração: 126 minutos | 3D: Relevante

As lendas arthurianas existem há tanto tempo que Guy Ritchie arriscou e fez o mais famoso rei bretão numa versão totalmente fora do usual. Isso para o personagem, porque Rei Arthur: A Lenda da Espada é um filme de ação e aventura como muitos outros. Para um filme sobre o (lendário) Rei Arthur é realmente diferente. Para o gênero, nem tanto, incluindo o pedido dentro da narrativa que pede uma continuação onde, finalmente, um diretor achou uma maneira de transformar uma das lendas mais conhecidas e épicas do mundo ocidental num blockbuster – o que não quer dizer que seja necessariamente uma boa coisa.

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O Grande Hotel Budapeste | Crítica | The Grand Budapest Hotel, 2014, Alemanha-Reino Unido

The Grand Budapest Hotel, 2014

Com Ralph Fiennes, F Murray Abraham, Edward Norton, Mathieu Amalric, Saoirse Ronan, Adrien Brody, Willem Dafoe, Léa Seydoux, Jeff Goldblum, Jason Schwartzman, Jude Law, Tilda Swinton, Harvey Keitel, Tom Wilkinson, Bill Murray, Owen Wilson e Tony Revolori. Argumento de Wes Anderson e Hugo Guinnes. Roteirizado por Wes Anderson, baseado nas obras de Stefan Zweig. Dirigido por Wes Anderson (Moonrise Kingdom).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma das maravilhas do cinema é que não existe a oportunidade única. Wes Anderson em O Grande Hotel Budapeste conseguiu extrair o máximo de seus atores, fotógrafos, montadores, maquiadores, e tantos outros profissionais para nos brindar com uma obra engraçada, linda e tocante. E graças à magia da mídia, não é uma experiência que perdemos por não estarmos presentes em determinado momento. Portanto, se delicie mais de uma vez com essa história tão cheia de detalhes, que reúne um elenco espetacular e que desponta como o melhor da filmografia do diretor.

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360 (360, 2012, Reino Unido-Brasil-outros) [Crítica]

Com Anthony Hopkins[bb], Jude Law[bb], Rachel Weisz[bb], Ben Foster, Jamel Debbouze, Lucia Siposová, Johannes Krisch, Gabriela Marcinkova, Maria Flor[bb], Dinara Drukarova, Vladimir Vdovichenkov, Marianne Jean-Baptiste, Moritz Bleibtreu e Juliano Cazarré. Roteirizado por Peter Morgan[bb] (O Último rei da Escócia) e dirigido por Fernando Meireles[bb] (Cidade de Deus).

Estamos todos conectados? De acordo com Frigyes Karinthy, a separação entre um ser humano é outro qualquer envolve, no máximo, seis pessoas. Não importando a posição social ou significância da outra. Baseado em “La Ronde”, uma peça alemã escrita por Arthur Schnitzler, “360” conta várias histórias, sendo difícil definir quem é o protagonista. Meireles se arriscou muito nessa empreitada, e a falta de tempo para contar a história de tantos personagens se tornou perigosa para a compreensão da trama. Existe uma sensação de que as histórias foram mal contadas por causa do tempo relativamente curto de projeção, de menos de 2 horas. O filme conta com personagens com moral duvidosa, até amorais, e outros descartáveis. Esse é um dos pontos fraco do filme, já que não conseguimos nos importar com todos. É difícil contar dos sentimentos que o filme passa sem tocar na personalidade dos personagens e, consequentemente, sem entregar pontos do roteiro. Então essa crítica é mais para quem já viu o filme. Não que as outras não sejam, mas essa mais ainda. Por isso, preparem-se para spoilersE não se esqueça de participar da promoção que está valendo um par de ingressos para o filme!

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[PROMO] 360 – Concorra a um par de ingressos para o novo filme de Fernando Meireles! {ENCERRADO}

“360 é um caleidoscópio moderno, de amor e relacionamentos, interligando personagens de diferentes cidades do mundo num conto sobre a vida romântica no século XXI.” E aqui você tem a chance de ver o filme na faixa! 😀 Cortesia do Grupo Paris Filmes.

Prêmio (único):
– 1 Par de Ingressos para o filme “360”

Promoção encerrada! Link no sorteie.me

Obrigado a todos os participantes!

A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ben Kingsley, Asa Butterfield, Chloë Grace Moretz, Sacha Baron Cohen, Emily Mortimer, Jude Law e Christopher Lee. Escrito por  John Logan (Rango), baseado no livro de Brian Selznick. Dirigido por Martin Scorsese (O Aviador).

A expectativa era grande. “Hugo” é uma grande homenagem ao cinema. Ver na tela Georges Méliès, suas criações e ideias serem apresentadas para um novo público é emocionante para qualquer cinéfilo. E nesse clima nostálgico, o grande diretor Scorsese nos leva para a Paris do começo dos anos 1930 numa tentativa de fazer um filme infantil.  Tem momentos comoventes, mas o roteiro é tão previsível e com poucos momentos marcantes que essa reverência ao cinema clássico se sobrepõe à história do personagem principal, enquanto o ideal seria encontrar um equilíbrio. Com personagens paralelos e alívios cômicos que parecem fora de lugar, “Hugo” não deve ficar muito tempo na memória dos espectadores. É um filme que será lembrado mais pela sua perfeição visual e técnica, com seu encantador 3D na sua profundidade de campo do que outros filmes que souberam explorar mais o emocional. Ganhou os Oscar de “Melhor Fotografia”, “Melhor Direção de Arte”, “Melhores Efeitos Especiais”, “Melhor Edição de Som” e “Melhor Mixagem”.

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