Postagens Etiquetadas ‘Jon Favreau’

Homem-Aranha: De Volta Ao Lar | Crítica | Spider-Man: Homecoming, 2017, EUA

Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme mais divertido do Universo Cinemático Marvel e a segunda melhor adaptação do amigão da vizinhança.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) Crítica

Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Jon Favreau, Zendaya, Donald Glover, Tyne Daly, Marisa Tomei, Robert Downey Jr. | Roteiro: Jonathan Goldstein, John Francis Daley, Jon Watts, Christopher Ford, Chris McKenna, Erik Sommers | Direção: Jon Watts (Clown) | Duração: 133 minutes | Cena Extra

O melhor jeito de definir o novo filme do cabeça-de-teia vem do seu subtítulo. Homem-Aranha: De Volta Ao Lar é tão reconfortante quanto estar de volta para o lugar que você chama de casa depois de uma longa viagem. Por mais experiências que elas tenham lhe dado, é no seu aconchego que você merece estar. É um sentimento que a Marvel Studio se comprometeu para satisfazer os fãs do personagem, e eles se sentirão recompensados.  Entre ação e aventura, há um personagem relativamente novo para o Universo Cinemático Marvel, mas ao mesmo tempo familiar para quem o acompanha há algum tempo – sem se esquecer daqueles que aprenderam a gostar desse mundo de heróis lá em 2008.

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Mogli – O Menino Lobo | Crítica | The Jungle Book,2016, EUA

A nova roupagem de Mogli – O Menino Lobo é um deslumbre visual e não se esquece de suas raízes.

Mogli - O Menino Lobo (2016)

Com Neel Sethi, Bill Murray, Ben Kingsley, Idris Elba, Lupita Nyong’o, Scarlett Johansson, Giancarlo Esposito, Christopher Walken. Roteirizado por Justin Marks, baseado na obra de Rudyard Kipling. Dirigido por Jon Favreau (Homem de Ferro).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"A história de menino criado por lobos é um tanto universal, vide Rômulo e Remo. E depois de tanto tempo da clássica animação de 1967 – e vamos fazer de conta que o filme de 1994 não existiu – Mogli – O Menino Lobo está de volta mais deslumbrante do que nunca, numa narrativa leve e rápida. Vindo na esteira de outros clássicos animados que foram adaptados ao live action, esse é a primeira produção do estilo que se destaca depois das duas últimas tentativas da Disney. E mantém o espírito infantil com alguns elementos mais sombrios, nem tão pensada para as crianças e nem tão pesada para que elas não possam curtir.

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O Lobo de Wall Street | Crítica | The Wolf of Wall Street, 2014, EUA

The Wolf of Wall Street

Com Leonardo DiCaprio, Jonah Hill, Margot Robbie, Matthew McConaughey, Kyle Chandler, Rob Reiner, Jon Bernthal, Jon Favreau e Jean Dujardin. Roteirizado por Terence Winter, baseado no livro de Jordan Belfort. Dirigido por Martin Scorsese (A Invenção de Hugo Cabret).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Poucos são os diretores que, como Martin Scorsese, desenvolveriam uma trama com um personagem tão detestável ao ponto de torná-lo carismático. Pelo menos em parte. É um conflito para o espectador gostar de uma figura que fez tanta gente perder dinheiro e não se arrepende por isso. Ao deixar de lado a crítica e a moral, o diretor consegue manipular a audiência, além de nos fazer rir e muito com as loucuras do protagonista. Essa ambiguidade moral passa da tela para fora, e nos pega de surpresa. E essa discussão por si só vale a ida ao cinema.

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Uma Ladra sem Limites (Identity Thief, 2013, EUA) [Crítica]

"Identity Thief", 2013

Com Jason Bateman, Melissa McCarthy, Jon Favreau, Amanda Peet, John Cho e Robert Patrick; Roteirizado por Craig Mazin (Todo Mundo em Pânico 3) e Jerry Eeten. Dirigido por Seth Rogen (Quero Matar Meu Chefe).

5/10 - "tem um Tigre no cinema"O começo dos anos 2000 trouxe uma série de filmes de gosto duvidoso, exagerando nas piadas envolvendo gases e outros fluidos corporais, o que era apenas um detalhe para adicionar risadas em filmes já engraçados da década de 1980. Produções assim são mais raras hoje em dia, e a nova produção do diretor Seth Rogen e do roteirista Craig Mazin – que escreveu três destes filmes mais sujos – é uma tentativa de fazer uma coisa mais tranquila. Pelo menos em parte, o filme segue um caminho mais familiar e acessível ao grande público. É uma pena que o filme com essência de road movie traga pouco momentos de riso, apesar da cativante atuação da dupla principal.

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Homem de Ferro 3 (Iron Man 3, 2013, EUA) [Crítica]

Iron Man 3, 2013

Com Robert Downey Jr, Gwyneth Paltrow, Don Cheadle, Guy Pearce, Rebecca Hall, Stephanie Szostak, James Badge Dale, Jon Favreau e Ben Kingsley. Roteirizado por  Drew Pearce  e Shane Black (Máquina Mortífera), baseado nos quadrinhos da Marvel Comics. Dirigido por Shane Black (Beijos e Tiros).

5/10 - "tem um Tigre no cinema"O Universo Marvel nos cinemas foi de uma produtividade fantástica. Considerando o primeiro “Homem de Ferro” (Iron Man, 2008) chegaremos ao fim de 2013 com nada menos oito filmes em apenas cinco anos. Apesar de diretores e roteiristas diversos serem escalados para dar fôlego pra tanta coisa, os altos e baixos são normais. “Homem de Ferro 3” é o mais fraco dos filmes da franquia recente da empresa de Stan Lee. É divertido em partes, tem boas cenas de ação em outros momentos, mas o roteiro de Pearce e Black é apenas mediano, tentando dar uma dramaticidade mais profunda ao personagem, mas faz isso superficialmente.

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Cowboys e Aliens (Cowboys & Aliens, 2011, EUA) [Crítica]

 

Com  Daniel Craig, Olivia Wilde, Harrison Ford, Sam Rockwell e Clancy Brown. Escirto por Damon Lindelof, Alex Kurtzman, Roberto Orci, Mark Fergus e Hawk Ostby. Baseados nos quadrinhos da Dark Horse, de Scott Mitchell Rosenberg. Dirigido por Jon Favreau (Homem de Ferro).

“Cowboys e Aliens” é, acima de tudo, um filme com diversão garantida. Bem diferente dos filmes que dizem que temos que “desligar o cérebro”, a ação e a situação totalmente maluca que nos é proposta não vai te entregar uma história tola, mas com alguns clichês. Com um roteiro escrito por cinco pessoas, é de se esperar o pior. Isso prejudicou um tanto a projeção. Um pouco mais de cuidado e a produção deslancharia. Mas existem outros detalhes que vale a pena citar. Leia mais

Swingers – Curtindo a noite (Swingers, 1996, EUA) [Crítica]

Com Jon Favreau e Vince Vaughn. Escrito por Jon Favreau e dirigido por Doug Liman (A Identidade Bourne). Depois de sair de um relacionamento de sete anos, Mike Peters (Favreau) acha que não sabe mais como se divertir a noite com os amigos para beber e conhecer garotas. Os amigos farão de tudo para melhorar o astral dele, mesmo que isso signifique passar de bar em abr, de festa em festa, conhecendo os mais diferentes tipos.
Não estava entendo a graça do filme, até me lembrar de como era sair com meus amigos e às vezes não dar certo, e torcendo, e vibrando muito quando as coisas davam certo, naquele pensamento “ahhh, beija ela logo, p0##@”. E aqui vale a máxima: as coisas começam a dar certo quando você não está preocupado com elas… Boa comédia!

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