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Em Ritmo de Fuga | Crítica | Baby Driver, 2017, EUA

Em Ritmo de Fuga é o filme mais maduro de Edgar Wright e ainda equilibra ação, drama e comédia.

Em Ritmo de Fuga (Baby Driver) | Crítica

Elenco: Ansel Elgort, Kevin Spacey, Lily James, Eiza González, Jon Hamm, Jamie Foxx, Jon Bernthal, Flea, Sky Ferreira | Roteiro e direção: Edgar Wright (Scott Pilgrim Contra o Mundo) | Duração: 113 minutos

A palavra que mais ecoava na mente depois da sessão de Em Ritmo de Fuga era sincronia. Logo ao lado, maturidade. E, só para entrar numa explicação mais simples e de adjetivos, cool. São três palavras que remetem ao cuidado do filme, à evolução cinematográfica alcançada por Edgar Wright e o espírito da produção. Inspirado por outros clássicos de perseguição e roubos, e quem viu muitos desses filmes percebe as homenagens, o diretor traz um filme que coloca de pé a audiência ao equilibrar ação, drama e comédia – encontrando até mesmo espaço para breves momentos doces –, mesmo que em algumas partes a trama seja um tanto óbvia.

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Sicario: Terra de Ninguém | Crítica | Sicario, 2015, EUA

Sicario, 2015

Com Emily Blunt, Josh Brolin, Benicio Del Toro e Jon Bernthal. Roteirizado por Taylor Sheridan. Dirigido por Denis Villeneuve (Os Suspeitos).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Seria um exercício interessante assistir o último filme de Spielberg e logo depois a nova produção de Denis Villeneuve, puramente pela proximidade das estreias. Enquanto um se mostra um fã da humanidade o que temos em Sicario: Terra de Ninguém é o oposto. Um filme tenso do começo ao fim, sem espaço para descanso e que mostra o pior lado do ser humano e como ser pego no fogo cruzado pode nos afetar. Discussões entre moralidade, leis e o que é certo e errado serão seus companheiros nessa desventura. Enquanto acompanhamos personagens detestáveis que dobram a lei como bem querem a reflexão que fica é o que faríamos no lugar deles.

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Corações de Ferro | Crítica | Fury, 2014, EUA

Fury, 2014

Com Brad Pitt, Shia LaBeouf, Logan Lerman, Michael Peña, Jon Bernthal, Jason Isaacs e Scott Eastwood. Roteirizado e dirigido por David Ayer (Dia de Treinamento).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"O que é a Guerra senão fúria? Entre essas e outras discussões, Corações de Ferro é um retrato fictício da Segunda Guerra Mundial, porém factível. Já há algum tempo os filmes do gênero tem uma serventia que não seja glorificar a batalha. Por não esconder os horrores que cada um dos lados pode assumir em tempos terríveis, David Ayer traz um alerta de como a violência e realidade batem forte. É uma produção crua, visceral e consegue chegar num nível de realismo muito profundo, quebrado apenas pela cor dos rastros dos projéteis disparados nos fazendo, mesmo na qualidade de plateia, participantes daqueles momentos.

Sinopse oficial

Abril de 1945. Enquanto os Aliados fazem sua incursão final na guerra pela Europa, um sargento do exército endurecido pela guerra chamado Wardaddy (Brad Pitt) é responsável pelo comando de um tanque Sherman e uma equipe com cinco homens em uma missão mortal atrás das linhas inimigas. Em menor número, com pouco armamento, e lidando com um soldado novato em seu esquadrão, Wardaddy e seus homens encaram inúmeras adversidades em suas tentativas heroicas de atacar o coração da Alemanha nazista.”

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O Lobo de Wall Street | Crítica | The Wolf of Wall Street, 2014, EUA

The Wolf of Wall Street

Com Leonardo DiCaprio, Jonah Hill, Margot Robbie, Matthew McConaughey, Kyle Chandler, Rob Reiner, Jon Bernthal, Jon Favreau e Jean Dujardin. Roteirizado por Terence Winter, baseado no livro de Jordan Belfort. Dirigido por Martin Scorsese (A Invenção de Hugo Cabret).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Poucos são os diretores que, como Martin Scorsese, desenvolveriam uma trama com um personagem tão detestável ao ponto de torná-lo carismático. Pelo menos em parte. É um conflito para o espectador gostar de uma figura que fez tanta gente perder dinheiro e não se arrepende por isso. Ao deixar de lado a crítica e a moral, o diretor consegue manipular a audiência, além de nos fazer rir e muito com as loucuras do protagonista. Essa ambiguidade moral passa da tela para fora, e nos pega de surpresa. E essa discussão por si só vale a ida ao cinema.

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