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Alien: Covenant | Crítica | Alien: Covenant, 2017, EUA

Ainda que melhor desenvolvido que seu predecessor, Alien: Covenant é um passeio facilmente esquecido no universo Alien.

Alien: Covenant | Crítica

Elenco: Michael Fassbender, Katherine Waterston, Billy Crudup, Danny McBride, Demián Bichir, James Franco | Argumento: Jack Paglen, Michael Green | Roteiro: John Logan, Dante Harper | Direção: Ridley Scott (Prometheus) | Duração: 123 minutos

Entre querer ou não largar o universo que criou – com mudanças de nome, negando e confirmando a presença do xenoformo – Riddley Scott tem em Alien: Covenant um filme melhor amarrado que seu antecessor, e assim como a produção de 2012 não impressiona. É um filme que cai no mal de várias sequências que é não conseguir contar uma história por si só. É também um conto de origens e como a maioria deles há problemas com ritmo e também uma leve tendência a se perder na discussão apresentada com vários signos da criação quando pende para a ação.

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007 Contra Spectre | Crítica | Spectre (2015) EUA

Spectre, 2015

Com Daniel Craig, Christoph Waltz, Léa Seydoux, Ralph Fiennes, Monica Bellucci, Ben Whishaw, Naomie Harris e Dave Bautista. Roteirizado por John Logan, Neal Purvis, Robert Wade e Jez Butterworth. Dirigido por Sam Mendes (007 – Operação Skyfall).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Depois de três filmes mais densos e sombrios Sam Mendes conseguiu transformar Daniel Craig no clássico 007. Por um lado, será a alegria dos fãs mais tradicionais da franquia; por outro, dinamita todo o caminho percorrido desde 2006. 007 Contra Spectre poderia fechar com chave de ouro uma nova visão para o espião mais reconhecido do mundo. Ao invés disso o diretor preferiu tomar o caminho mais fácil revisitando demasiadamente seus antecessores com planos de dominação globais, a donzela em perigo, capangas com características pitorescas e um vilão caricato e megalomaníaco. Aqui a homenagem vem junto de uma face de retrocesso.

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007 – Operação Skyfall (007 Skyfall, 2012, EUA) [Crítica]

Com  Daniel Craig, Javier Bardem, Ralph Fiennes, Naomie Harris, Bérénice Marlohe, Albert Finney, Ben Whishaw e Judi Dench. Roteizado por John Logan (A Invenção de Hugo Cabret), Neal Purvis e Robert Wade (Cassino Royale). Dirigido por Sam Mendes (Beleza Americana).

O que você faz quando o passado volta para te assombrar? Pode não parecer, mas esse é uma questão fundamental em “007 – Operação Skyfall”, que é um filme muito coerente. Tanto o roteiro como a direção e a fotografia fazem um grande bem ao resultado final. Também conta com grandes momentos de ação, como não deixaria de ser, grandes atuações e, diferente do anterior, funciona quase sozinho. Ou seja, você pode ter um conhecimento básico do personagem. Por isso, ele é um filme acessível ao grande público que quer ver um bom filme, pura e simplesmente. No entanto, ele recheado de referências ao universo 007, e os fãs vão ficar gratos com as homenagens que aparecem nesta sequência que é tão boa quanto “Cassino Royale” (Casino Royale, 2006).

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[NEWS] 007 – Operação Skyfall – Fotos e trailer [N#008]

O novo trailer do filme 007 – Operação Skyfall (Skyfall) foi lançado ontem, 31/07.O filme estreia no Brasil em 26 de outubro de 2012 02 de novembro de 2012. Veja a versão legendada abaixo:

007 – Operação Skyfall (Skyfall) conta no elenco com Daniel Craig, Ralph Fiennes, Javier Bardem e Judi Dench. É roteirizado por John Logan, Patrick Marber, Neal Purvis e Robert Wade. E é dirigido por Sam Mendes (Beleza Americana). Veja também a nossa galeria do filme (Créditos Sony Pictures International):

A Invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ben Kingsley, Asa Butterfield, Chloë Grace Moretz, Sacha Baron Cohen, Emily Mortimer, Jude Law e Christopher Lee. Escrito por  John Logan (Rango), baseado no livro de Brian Selznick. Dirigido por Martin Scorsese (O Aviador).

A expectativa era grande. “Hugo” é uma grande homenagem ao cinema. Ver na tela Georges Méliès, suas criações e ideias serem apresentadas para um novo público é emocionante para qualquer cinéfilo. E nesse clima nostálgico, o grande diretor Scorsese nos leva para a Paris do começo dos anos 1930 numa tentativa de fazer um filme infantil.  Tem momentos comoventes, mas o roteiro é tão previsível e com poucos momentos marcantes que essa reverência ao cinema clássico se sobrepõe à história do personagem principal, enquanto o ideal seria encontrar um equilíbrio. Com personagens paralelos e alívios cômicos que parecem fora de lugar, “Hugo” não deve ficar muito tempo na memória dos espectadores. É um filme que será lembrado mais pela sua perfeição visual e técnica, com seu encantador 3D na sua profundidade de campo do que outros filmes que souberam explorar mais o emocional. Ganhou os Oscar de “Melhor Fotografia”, “Melhor Direção de Arte”, “Melhores Efeitos Especiais”, “Melhor Edição de Som” e “Melhor Mixagem”.

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