Postagens Etiquetadas ‘John Krasinski’

Detroit em Rebelião | Crítica | Detroit, 2017, EUA

Detroit em Rebelião revisita um retrato para entendermos que algumas coisas erradas no mundo não são novidades.

Detroit em Rebelião | Review

Elenco: John Boyega, Will Poulter, Algee Smith, Jason Mitchell, John Krasinski, Anthony Mackie | Roteiro: Mark Boal (Guerra ao Terror) | Direção: Kathryn Bigelow (A Hora Mais Escura)

O estudo da condição humana já é alvo de Kathryn Bigelow há algum tempo e Detroit em Rebelião é mais um exemplo disso. A diretora usa da atualidade de eventos recentes como os de Charlotsville e Ferguson para fazer uma ligação com os movimentos de direitos civis que vem desde os anos 1960 para apontar que a história de opressão aos negros nos EUA não é nenhuma novidade. É fácil apontar que esse seja um tema comum e até óbvio, mas os casos citados mostram que mesmo a obviedade não é suficiente para que eles sejam menos propícios a acontecer. E usar o cinema como meio para esse discurso serve para entregar a mensagem de maneira mais fácil.

Leia mais

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi | Crítica | 13 Hours: The Secret Soldiers of Benghazi (2016) EUA

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi (2016)

Com James Badge Dale, John Krasinski, Max Martini, Dominic Fumusa, Pablo Schreiber, David Denman, Toby Stephens e Freddie Stroma. Roteirizado por Chuck Hogan, baseado no livro de Mitchell Zuckoff. Dirigido por Michael Bay (Transformers: A Era da Extinção).

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Michael Bay queria fazer um filme dramático. Mas sem abrir mãos das explosões. O resultado é 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, um filme patriota e confuso até a espinha.

Entre câmeras tremidas, muitas explosões e péssimas atuações do elenco há em 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi um Michael Bay que se esforça em ser mais do que o diretor megalomaníaco manipulador de robôs digitais indistintos. No quesito ação, o diretor é bem mais contido por estar lidando com o mundo real e tecnicamente a produção é extremamente bem-feita. Porém, ela falha em apresentar o drama dos personagens, seja pela atuação exagerada, frases de efeito desnecessárias e pelo desconhecimento de Bay em dirigir gente com problemas de verdade. Por incrível que pareça, é o melhor filme do diretor em anos – mas se tratando de Michael Bay não significa muita coisa.

Leia mais

Para cima