Postagens Etiquetadas ‘Jeffrey Wright’

O Bom Dinossauro | Crítica | The Good Dinosaur (2015) EUA

O Bom Dinossauro (2015)

Com Raymond Ochoa, Jack Bright, Sam Elliott, Anna Paquin, A. J. Buckley, Jeffrey Wright, Frances McDormand e Steve Zahn. Roteirizado por Peter Sohn, Erick Benson, Meg LeFauve, Kelsey Mann e Bob Peterson. Dirigido por Peter Sohn.

A nova produção da Pixar grita “mamãe, eu quero ser Rei Leão”!
3/10 - "tem um Tigre no cinema"A Pixar sempre foi sinônimo de qualidade pelo menos em geral (com uma derrapada ou outra com a duologia Carros). Com O Bom Dinossauro a qualidade continua apenas no quesito técnico, pois é uma história arrastada, clichê e nem para as crianças irá servir por ser extremamente depressiva – alguns menores saíram inconsoláveis da sessão que estava. Quando os créditos começam a aparecer, fica a impressão clara que o filme é um daqueles videos reel para mostrar a qualidade do animador. É a empresa mostrando o que podem fazer animações 3D incrivelmente bem produzidas. Mas nesse caso, um tanto vazia.

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Jogos Vorazes: A Esperança – O Final | Crítica | The Hunger Games: Mockingjay – Part 2

The Hunger Games: Mockingjay – Part 2, 2015

Com Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Julianne Moore, Philip Seymour Hoffman, Jeffrey Wright, Sam Claflin, Jena Malone, Stanley Tucci e Donald Sutherland. Roteirizado por Danny Strong e Peter Craig, baseado na obra de Suzanne Collins. Dirigido por Francis Lawrence.

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Parte do que esperava se concretizou em Jogos Vorazes: A Esperança – O Final, ficando bem claro que a conclusão da saga não precisava ser contada em quase cinco horas de filme. A segunda parte tem problemas de ritmo, conceito e se acovarda no desfecho indo no caminho contrário que um futuro distópico representa. Poderia haver mais conflitos internos entre os personagens e maiores discussões sobre como o poder funciona. Ainda que tudo isso não torne a produção decepcionante, fica uma sensação de algo incompleto. Se juntarmos as duas partes em uma só o final da história que agradou tanto lá no começo termina de maneira pouco satisfatória, indo muito mais para o rótulo jovem do que ao adulto.

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Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 | Crítica | The Hunger Games: Mockingjay – Part 1, 2014, EUA

The Hunger Games: Mockingjay – Part 1

 

Com Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Julianne Moore, Philip Seymour Hoffman, Jeffrey Wright, Stanley Tucci e Donald Sutherland. Roteirizado por Danny Strong e Peter Craig, baseados na obra de Suzanne Collins. Dirigido por Francis Lawrence (Jogos Vorazes: Em Chamas).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"No TigreCast 64 comentei com a equipe sobre coisas que nos irritam na indústria cinematográfica. Esqueci-me de falar sobre a busca pelo lucro indiscriminado quando esticam filmes além da conta. É assim com a trilogia O Hobbit, Crepúsculo, será assim com Divergente, e é assim com Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, uma série que conquistou a mim, alguém que não leu os livros, apenas pela competência apresentada nos primeiros filmes. Depois de pouco mais de duas horas, percebe-se que história de 390 páginas poderia muito bem ser adaptada em um filme só de 150 minutos. Porém, a direção é concisa, juntamente com a direção de arte, fotografia, efeitos visuais e atuações, ainda que o filme se arraste por momentos que não precisava. É uma experiência boa, mas que poderia ser muito melhor.

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Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close, 2011, EUA) [Crítica]

Com Tom Hanks, Sandra Bullock, Thomas Horn, Max von Sydow, Viola Davis, John Goodman, Jeffrey Wright e Zoe Caldwell. Roteiro de Eric Roth (Forest Gump), baseado no livro de Jonathan Safran Foer. Dirigido por Stephen Daldry (Billy Eliot).

“Tão Forte e Tão Perto” é um filme que poderia ser muito melhor do que é. A presença de Hanks, Bullock e Sydow, do roteirista de “Forest Gump” e do diretor de “Billy Eliot” trouxeram peso para a história trágica de um garoto que perde o pai nos ataques de 11 de setembro e depois disso se arrisca numa aventura. Infelizmente, o roteiro raso, e o uso insistente e constante de narrações em off “for dummies” (explicam o que não precisa, e deixam de fazer quando precisa) estragam a experiência. E nem posso dizer a questão de ser insensível aos eventos (leiam a minha crítica de “Voo United 93“) ou pela perda de pessoas queridas, pois não sou imune à emoção de outros.

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