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Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar | Crítica | Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales, 2017, EUA

Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar resgata o clima da primeira aventura de Jack Sparrow. Digo, Capitão Jack Sparrow.

Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (2017) Crítica

Elenco: Johnny Depp, Javier Bardem, Brenton Thwaites, Kaya Scodelario, Kevin McNally, Geoffrey Rush, Orlando Bloom | Roteiro: Jeff Nathanson | Direção: Joachim Rønning, Espen Sandberg (A Aventura Kon-Tiki) | Duração: 129 minutos | 3D: Relevante | Cena Extra

Depois de catorze anos desde a aventura original quando conhecemos o Pérola Negra, Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar trouxe de novo aquilo que fez sucesso em 2003. É um filme com elementos de terror, doses de comédia, um leve toque de romance embalados por uma aventura espirituosa e divertida. Depois de pouco mais de duas horas, podemos perceber as semelhanças das estruturas da história de Gore Verbinski e agora com Rønning e Sandberg. Apesar de ser um filme visualmente bem mais deslumbrante que os outros, a aventura peca por alguns personagens esquecíveis e essa previsibilidade dada ao percorrer um caminho parecido com a aventura original, salvo por alguns detalhes.

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Homens de Preto 3 (Men in Black 3, 2012, EUA) [Crítica]

Homens de Preto 3 não supera o primeiro filme da franquia, conta com alguns furos, mas é divertido.

Homens de Preto 3

Com Will Smith, Tommy Lee Jones, Josh Brolin, Jemaine Clement, Michael Stuhlbarg, Alice Eve e Emma Thompson. Roteirizado por Etan Cohen (Trovão Tropical), David Koepp (Missão Impossível), Jeff Nathanson (Prenda-me se for capaz) e Michael Soccio. Dirigido por Barry Sonnenfeld (Homens de Preto)

Os dez anos que separaram “Homens de Preto 3” de seu antecessor fizeram bem para a franquia e para esquecermos um filme esquecível. Parece até que essa é a continuação direta do original. O filme abraça mais o mundo da ficção científica com um dos poucos temas que faltava abordar, aliando-se com uma boa história com doses de ação, momentos tocantes e pequenas homenagens que vão desde o visual, diálogos e até os sons. A história não supera a da primeiro filme da franquia, conta com alguns furos, mas é divertido, merecendo alguns minutos a mais para fechar a produção com menos correria.

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