Postagens Etiquetadas ‘Jason Mitchell’

Detroit em Rebelião | Crítica | Detroit, 2017, EUA

Detroit em Rebelião revisita um retrato para entendermos que algumas coisas erradas no mundo não são novidades.

Detroit em Rebelião | Review

Elenco: John Boyega, Will Poulter, Algee Smith, Jason Mitchell, John Krasinski, Anthony Mackie | Roteiro: Mark Boal (Guerra ao Terror) | Direção: Kathryn Bigelow (A Hora Mais Escura)

O estudo da condição humana já é alvo de Kathryn Bigelow há algum tempo e Detroit em Rebelião é mais um exemplo disso. A diretora usa da atualidade de eventos recentes como os de Charlotsville e Ferguson para fazer uma ligação com os movimentos de direitos civis que vem desde os anos 1960 para apontar que a história de opressão aos negros nos EUA não é nenhuma novidade. É fácil apontar que esse seja um tema comum e até óbvio, mas os casos citados mostram que mesmo a obviedade não é suficiente para que eles sejam menos propícios a acontecer. E usar o cinema como meio para esse discurso serve para entregar a mensagem de maneira mais fácil.

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Kong: A Ilha da Caveira | Crítica | Kong: Skull Island, 2017, EUA

O Rei não está morto! Viva longa ao Rei em Kong: A Ilha da Caveira – que falha no desenvolvimento de alguns personagens, mas diverte.

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Elenco: Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, John Goodman, Brie Larson, Jing Tian, Toby Kebbell, John Ortiz, Corey Hawkins, Jason Mitchell, Shea Whigham, Thomas Mann, Terry Notary, John C. Reilly | Argumento: John Gatins, Dan Gilroy | Roteiro: Dan Gilroy, Max Borenstein, Sevak Anakhasyan | Baseado em: King Kong (Merian C. Cooper, Edgar Wallace) | Direção: Jordan Vogt-Roberts (Os Reis do Verão) | Duração: 118 minutos | 3D: Relevante | Cena Pós-Créditos

Alguns personagens são tão eternos que fica uma ponta de duvida em revisitá-los. Apenas para confirmar que a nostalgia é a onda da vez, Kong: A Ilha da Caveira é tanto uma homenagem ao personagem de 1933 como uma reimaginação do icônico personagem, atualizando questões já defasadas na refilmagem de 1976. É uma produção que abraça a fantasia e aventura desde o princípio, diverte a audiência e levanta o mesmo tema de antes, mas que continua atual: tememos o que não entendemos. Mesmo que tenha alguns clichês, a história subverte temas e nos presenteia com algumas surpresas. Principalmente para os fãs dos clássicos monstros gigantes.

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