Postagens Etiquetadas ‘Janelle Monáe’

Moonlight: Sob a Luz do Luar | Crítica | Moonlight, 2016, EUA

Moonlight: Sob a Luz do Luar é tão impactante quanto socos de verdade.

Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016)

Elenco: Trevante Rhodes, André Holland, Janelle Monáe, Ashton Sanders, Jharrel Jerome, Naomie Harris, Mahershala Ali | Baseado em: In Moonlight Black Boys Look Blue (Tarell Alvin McCraney) | Roteiro e direção: Barry Jenkins | Duração: 111 minutos

Nota 10 - um Tigre no cinemaApesar da pouca violência gráfica Moonlight: Sob a Luz do Luar é um daqueles filmes que saímos o impacto das pancadas. É um retrato por meio de filme de um ciclo de violência que acomete os isolados da sociedade. Focando na questão da representatividade negra e homossexual, o diretor Barry Jenkins nos conta por momentos distintos de um jovem descobrindo a si mesmo a análise de um cenário para entendermos melhor o peso da criação quando se trata das escolhas que tomamos na vida – ou achamos que tomamos – em um ambiente quase atemporal, numa viagem melancólica, bela e triste como os tons da fotografia.

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Estrelas Além do Tempo | Crítica | Hidden Figures, 2016, EUA

Estrelas Além do Tempo é um tributo tardio às grandes figuras que foram escondidas por tempo demais e pelos motivos errados.

Estrelas Além do Tempo (2016)

 

Elenco: Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe, Kevin Costner, Kirsten Dunst, Jim Parsons | Roteiro: Theodore Melfi, Allison Schroeder | Baseado em: Hidden Figures (Margot Lee Shetterly) | Direção: Theodore Melfi (Um Santo Vizinho) | Duração: 127 minutos

A nossa sociedade tem um grande débito com os negros e com as mulheres e Estrelas Além do Tempo é uma produção que serve de tributo, ainda que estejamos distante de pagá-los propriamente. Ao mostrar que a luta pela igualdade vem de longe e que desde então já existia gente capacitada que poderia vir de qualquer parte da sociedade, a história real reforça a questão da oportunidade e quebra estereótipos do negro e da mulher que eram colocados em segundo plano por nada menos que preconceito. Servindo também de inspiração para uma nova geração que agora, por um meio de comunicação de massa, pode conhecer melhor o próprio passado e até ensinar quem é mais reticente em aceitar o óbvio: tudo é uma questão de dar oportunidade.

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