Postagens Etiquetadas ‘James Franco’

Alien: Covenant | Crítica | Alien: Covenant, 2017, EUA

Ainda que melhor desenvolvido que seu predecessor, Alien: Covenant é um passeio facilmente esquecido no universo Alien.

Alien: Covenant | Crítica

Elenco: Michael Fassbender, Katherine Waterston, Billy Crudup, Danny McBride, Demián Bichir, James Franco | Argumento: Jack Paglen, Michael Green | Roteiro: John Logan, Dante Harper | Direção: Ridley Scott (Prometheus) | Duração: 123 minutos

Entre querer ou não largar o universo que criou – com mudanças de nome, negando e confirmando a presença do xenoformo – Riddley Scott tem em Alien: Covenant um filme melhor amarrado que seu antecessor, e assim como a produção de 2012 não impressiona. É um filme que cai no mal de várias sequências que é não conseguir contar uma história por si só. É também um conto de origens e como a maioria deles há problemas com ritmo e também uma leve tendência a se perder na discussão apresentada com vários signos da criação quando pende para a ação.

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127 Horas | TigreCast #127 | Podcast


127 Horas | Podcast

The minute I was born, every breath I’ve taken, every action has been leading me to this crack on the earth’s surface.” – Aaron

Um filme onde não há antagonista além daquele que não podemos fugir. O número evoca, então falemos do intimista 127 Horas (127 Hours, 2010) do diretor Danny Boyle e com James Franco no elenco.

No podcast de hoje, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Marcelo Zagnoli (@marcelozagnolli) falam sobre a filmografia de Danny Boyle – seus erros e acertos – e do enxuto elenco – descobrimos inclusive que James Franco está ocupado pra dedéu – e se esse é um filme indie ou só um indie de boutique. Falamos também sobre montagem, detalhes de planos, a visão subjetiva que funciona narrativamente, claro, da cena (sim, aquela) e do respeito à natureza.

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Sony cancela a estreia de “A Entrevista” nos cinemas | #NEWS

Sony cancela estreia de "A Entrevista" nos cinemas

Parece que o terrorismo venceu. Atacado por hackers que vazaram roteiros, novos filmes e salários de altos executivos, a Sony International decidiu não lançar nos cinemas o novo filme de Seth Rogen e James Franco A Entrevista (The Enterview), que, como diz o nome, mostraria uma entrevista fictícia com o ditador norte-coreano Kim Jong-un.

Com várias ameaças aos cinemas – dizendo que os ataques seriam nas proporção dos de 11 setembro –, várias redes resolveram não exibir o filme neste natal. Por isso, a Sony preferiu não exibir o filme nesse fim de ano. Veja a declaração da empresa:

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É o Fim | Crítica | This Is the End, 2013, EUA

E_o_Fim-post

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Com Seth Rogen, Jay Baruchel, James Franco, Jonah Hill, Danny McBride, Craig Robinson, Michael Cera, Christopher Mintz-Plasse, Emma Watson. Roterizado por Seth Rogen, Evan Goldberg. Argumento de Jason Stone. Dirigido por Seth Rogen e Evan Goldberg.

“É o Fim” é um bagunça. A mesma nonsense que aconteceria se você ficasse preso com seus amigos sem saber o que está acontecendo do lado de fora. Por isso, é uma história divertida e sincera, onde os protagonistas brincam nos próprios estereótipos. Com certos exageros visuais aqui e ali – leia-se grandes membros aparecendo – a comédia tem tantos momentos imprevistos e insanos que consegue arrancar gargalhadas facilmente da plateia.

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Oz: Mágico e Poderoso (Oz the Great and Powerful, 2013, EUA) [Crítica]

"Oz the Great and Powerful", 2013

Com James Franco, Mila Kunis, Rachel Weisz, Michelle Williams, Zach Braff, Bill Cobbs e Joey King. Roteirizado por David Lindsay-Abaire e Mitchell Kapner, baseado nos livros de L Frank Baum. Dirigido por Sam Raimi (Homem-Aranha).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Lembremos-nos de “O Mágico de Oz” e o que fez o filme ser, e continuar, um sucesso. Grandioso e ousado para época, com uma bela mensagem e que encantou gerações. Apesar da história original do livro ter diversas continuações, não existia um prequel. E Sam Raimi e a Disney se arriscaram e fizeram outro filme grandioso, e tecnicamente perfeito. Já o roteiro em si não é ousado, e tem vícios comuns no cinema hollywoodiano atual. Enfim, é nada mais que uma boa diversão. Mas pelo menos faz homenagem ao mundo de Oz e ao próprio cinema.

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