Postagens Etiquetadas ‘Hossein Amini’

Branca de Neve e o Caçador (Snow White and the Huntsman, 2012, EUA) [Crítica]

Branca de Neve e o Caçador é uma miscelânea de outros filmes fantasia, portanto sem identidade nenhuma.

Com Kristen Stewart, Charlize Theron, Chris Hemsworth, Sam Claflin, Ian McShane, Bob Hoskins e Toby Jones. Roteirizado por Evan Daugherty, John Lee Hancock e Hossein Amini (Drive). Dirigido por Rupert Sanders.

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Chegando ao final do filme, disse para mim mesmo que gostei da versão moderna do clássico dos Irmãos Grimm[bb]. Mas analisando algumas horas depois, cheguei à conclusão do que me fez gostar mais da história foram os elementos que já foram usados em tantos outros filmes épicos e de aventura, principalmente em “O Senhor dos Aneis[bb]” e “As Crônicas de Nárnia[bb]“. O bom elenco é desperdiçado pela pouca presença na tela, a motivação da vilã é confusa e a atriz principal não tem carisma nenhuma. Pecando em aspectos técnicos, como no excesso de slow-motions, e pontos da narrativa, “Branca de Neve e o Caçador[bb]” é um filme que por muito pouco não escapa da borda de ser um bom entretenimento. Além disso, preciso apontar o óbvio que Kristen Stewart[bb] não tem nada de mais bela que Charlize Theron[bb]?

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Drive (Drive, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ryan Gosling, Carey Mulligan, Bryan Cranston, Christina Hendricks, Ron Perlman, Oscar Isaac e Albert Brooks. Roteiro de Hossein Amini, baseado no livro de James Sallis. Dirigido por Nicolas Winding Refn.

Quando vi o trailer de “Drive” passou pela cabeça foi que seria um “Velozes e Furiosos com cérebro”. É isso e bem mais. “Drive” consegue manter o foco no desenvolvimento dos personagens sem esquecer das cenas de ação. Durante esse desenvolvimento, o filme dá um virada interessante que, apesar de anunciada, vai ter surpreender pela rapidez e a falta de misericórdia. O clima de ação, misturado com um ar noir e o roteiro criam um clima que dificilmente vai deixá-los desapontados. É tudo bem feito, passando pela atuação até os quesitos mais técnicos. E só perde pontos pelos seus dois minutos finais. Não destroem o filme, mas deixa aquela pergunta no ar de “por quê?”

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