Postagens Etiquetadas ‘Harrison Ford’

Blade Runner 2049 | Crítica | Blade Runner 2049, EUA, 2017

Sabendo que era impossível alcançar o inalcançável, Blade Runner 2049 é um misto de homenagem com procura do próprio caminho de Villeneuve.

Blade Runner 2049 | Review

Elenco: Ryan Gosling, Harrison Ford, Robin Wright, Dave Bautista, Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Jared Leto | Roteiro: Hampton Fancher, Michael Green | Baseado em: Androides Sonham com Ovelhas Elétricas? (Philip K. Dick) e Blade Runner (Ridley Scott) | Direção: Denis Villeneuve (A Chegada) | Duração: 163 minutos

Entre fazer um trabalho autoral e refazer os gigantes passos do original, Dennis Villeuneve ficou no meio do caminho. Blade Runner 2049 procura sua própria originalidade sem esquecer de prestar homenagem ao universo iniciado em 1982 ao ampliar suas questões. Deixa-se de lado um pouco o visual neo-noir do primeiro para que seja possível passear entre outros cenários e situações e para que conheçamos um mundo expandido daquele que deixou saudade – e que sempre dissemos que não precisava de continuação. Isso continua sendo verdade, mas já que ela veio, por razões mercadológicas que sejam, foi bom que ela tenha caído nas mãos de um dos melhores diretores dessa geração.

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Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força | Crítica | Star Wars: The Force Awakens (2015) EUA

Star Wars: The Force Awakens, 2015

Com Harrison Ford, Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Andy Serkis, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Peter Mayhew, Kenny Baker, Gwendoline Christie e Max von Sydow. Roteirizado por Lawrence Kasdan, J. J. Abrams e Michael Arndt. Dirigido por J. J. Abrams (Star Trek: Além da Escuridão).

Finalmente, essa geração tem um Star Wars para chamar de seu!

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Star Wars não é apenas um filme: é um evento. Episódio VII – O Despertar da Força é Star Wars na sua definição mais pura. A nova história se passa em um futuro usado e empoeirado, têm personagens carismáticos, uma história interessante, lutas de sabre de luz com intenção – e não um sequência de danças coreografadas – e responde àquela pergunta que, no seu âmago, cada fã se fez um dia: onde os nossos queridos personagens estão agora. Além disso, a produção abre caminho para uma nova jornada respeitando suas origens e encontra alguns meios para conquistar o coração dos fãs. Essa sim é a história que gostaríamos e merecíamos ver – e que oportunidade é estarmos vivos para recebê-la!

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A Incrível História de Adaline | Crítica | The Age of Adaline, 2015, EUA

A Incrível História de Adaline é um filme sem ousadia, mas que se salva nos quesitos técnicos e na atuação de Harrison Ford e Blake Lively.

The Age of Adaline, 2015

Com Blake Lively, Michiel Huisman, Kathy Baker, Amanda Crew, Harrison Ford e Ellen Burstyn. Roteirizado por J. Mills Goodloe e Salvador Paskowitz. Dirigido por Lee Toland Krieger (Celeste e James Para Sempre).

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Existem algumas questões que impedem de levarmos certas histórias a sério. Por exemplo, A Incrível História de Adaline tem elementos fantasiosos que impõe ao espectador acreditar em coisas quase mágicas, ao mesmo tempo em que joga pela narração uma ficção científica para justificar o que vemos. É uma história fofa, por assim dizer, com personagens lindos e maravilhosos, todos de bom coração e que não vão ofender ninguém. A série de coincidências só funciona se o espectador aceitar esses elementos. Em geral, o conto de fadas não é suficiente, ainda que a produção ache um caminho nos belíssimos quesitos técnicos que, de alguma maneira, ficaram impregnados no espectador.

 

Sinopse oficial

Tendo, por milagre, permanecido com 27 anos de idade por quase oito décadas, Adaline Bowman (Blake Lively) teve uma existência solitária, nunca permitindo a si mesma aproximar-se de alguém que pudesse revelar seu segredo. Mas o acaso colocou em seu caminho o carismático filantropo Ellis Jones (Michiel Huisman), que reacende sua paixão pela vida e pelo romance. Quando seu segredo pode ser exposto durante um final de semana na companhia dos pais dele (Harrison Ford e Kathy Baker), Adaline toma uma decisão que mudará sua vida para sempre.”

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Os Mercenários 3 | Crítica | The Expendables 3, 2014, EUA

Os Mercenários 3 tem Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger de volta num filme que traz personagens novos com pouco ou nenhum carisma. Leia a crítica!

Os Mercenários 3

Com Sylvester Stallone, Jason Statham, Antonio Banderas, Jet Li, Wesley Snipes, Dolph Lundgren, Kelsey Grammer, Randy Couture, Terry Crews, Kellan Lutz, Ronda Rousey, Glen Powell, Victor Ortiz, Robert Davi, Mel Gibson, Harrison Ford e Arnold Schwarzenegger. Roteirizado por Creighton Rothenberger, Katrin Benedikt e Sylvester Stallone. Dirigido por Patrick Hughes.

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Há coisas que nunca mudam, e Stallone e companhia apostam nessa máxima de novo em Os Mercenários 3: divertido, mas não muito mais que isso. Mesmo apelando para o clichê de justificativas prontas – o que mais se esperar de um filme desses – é notória que a fórmula se esgotou e a tentativa de trazer personagens novos funciona apenas em parte. Se antes o efeito era quase orgástico para os fãs de filmes de brucutus, a introdução de caras jovens sofre o reverso, com atores e personagens com pouco ou nenhum carisma, numa tentativa falha de atualizar esse novo-velho universo.

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Ender’s Game: O Jogo do Exterminador | Crítica | Ender’s Game, 2013, EUA

Ender’s Game: O Jogo do Exterminador mistura bons momentos de aventura, ótimos efeitos especiais e várias críticas ao sistema vigente.

Ender's

Com Harrison Ford, Asa Butterfield, Hailee Steinfeld, Viola Davis, Abigail Breslin e Ben Kingsley. Roteirizado por Gavin Hood, baseado na obra de Orson Scott Card. Dirigido por Gavin Hood (X-Men Origens: Wolverine).

9/10 - "tem um Tigre no cinema"“Jogos de Guerra”: simulações militares que preparam soldados para ações de combate na vida real. Como o nome diz, é um faz-de-conta, um treinamento. Num mundo dominado por adultos, usar crianças em simulações de guerra parece perversão e o ápice da covardia. Esse é o jogo delas: se adaptar ao mundo que os fez acreditarem que meninos e meninas sejam a solução para algo que os mais velhos não viram. A aventura de cunho militar, e de várias críticas ao sistema, vem também com bons momentos de aventura e ótimos efeitos especiais. Existe alguma coisa de errado, mas não se sabe exatamente o que. É essa pergunta que faz com que “Ender’s Game: o Jogo do Exterminador” seja cativante ao mesmo tempo em que é lento para os padrões de filme de ação. Contraditório, como as razões da guerra.

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Blade Runner: O Caçador de Androides | TigreCast #34 | Podcast

Podcast sobre Blade Runner: O Caçador de Androides, de Ridley Scott, baseado na obra “Do Androids Dream of Electric Sheep?” de Philip K Dick.

TigreCast 34 - Blade Runner

Bem-vindos à edição 34 do TigreCast, o podcast do “tem um Tigre no cinema”! Se você perdeu a transmissão pelo Portal São Paulo Digital, pode conferir aqui. E você pode ouvir as edições anteriores em http://umtigrenocinema.com/tigrecast

Chegou a hora de falar de um dos filmes mais clássicos e obrigatórios da ficção científica: Blade Runner – O Caçador de Andróides (Blade Runner, 1982), dirigido por Ridley Scott e baseado na obra “Do Androids Dream of Electric Sheep?” de Philip K Dick.

Ângelo Costa (Fala Cinéfilo), Tullio Dias (Cinema de Buteco) e eu falamos de futuros distópicos, a grande questão de quem é Deckard, e o mais importante assunto de todos: as pernas de Daryl Hannah.

Atenção: o programa é cheio de spoilers!

play aqui embaixo, ó:

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[no bate-papo]
• Traduções esdrúxulas das distribuidoras brasileiras

[momento musical]
• Stripped – Depeche Mode (da trilha sonora de “Digam o que Quiserem“)

[comentado no episódio]
TigreCast #28:  Todo Mundo Viu, Menos Eu
O Vingador do Futuro | Crítica
Os Agentes do Destino | Crítica
O Enigma do Outro Mundo | Crítica
Li e Vi “Realidades Adaptadas”

[críticas, comentários e voadoras no baço]
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Cowboys e Aliens (Cowboys & Aliens, 2011, EUA) [Crítica]

 

Com  Daniel Craig, Olivia Wilde, Harrison Ford, Sam Rockwell e Clancy Brown. Escirto por Damon Lindelof, Alex Kurtzman, Roberto Orci, Mark Fergus e Hawk Ostby. Baseados nos quadrinhos da Dark Horse, de Scott Mitchell Rosenberg. Dirigido por Jon Favreau (Homem de Ferro).

“Cowboys e Aliens” é, acima de tudo, um filme com diversão garantida. Bem diferente dos filmes que dizem que temos que “desligar o cérebro”, a ação e a situação totalmente maluca que nos é proposta não vai te entregar uma história tola, mas com alguns clichês. Com um roteiro escrito por cinco pessoas, é de se esperar o pior. Isso prejudicou um tanto a projeção. Um pouco mais de cuidado e a produção deslancharia. Mas existem outros detalhes que vale a pena citar. Leia mais

Uma Manhã Gloriosa | Crítica | Morning Glory, 2010, EUA

Uma Manhã Gloriosa deixa em segundo plano a comédia romântica e traz um humor inteligente e refinado.

Uma Manhã Gloriosa

Com Rachel McAdams, Harrison Ford, Diane Keaton, Patrick Wilson e Jeff Goldblum. Escrito por Aline Brosh McKenna (O Diabo Veste Prada). Dirigido por Roger Michell (Um Lugar Chamado Nothing Hill). Recém-demitida de um cargo de diretora de um programa matinal na TV americana, Becky Fuller (Rachel) é contratada por outro canal para um outro programa matinal, que tem muitos problemas e pouca audiência. Ela tenta agitar as coisas ao colocar como novo co-âncora: Mike Pomeroy (Ford), um rabugento repórter renomado.

É interessante ver que as comédias perdem seu lugar no cinema. Como elas saem aos montes, assim como novelas, é difícil ver algum filme que se destaque no meio de tanta normalidade. “Uma Manhã Gloriosa” apostou num grande elenco, pegou uma história romântica, mas a deixou a segundo plano, e adicionou as situações da vida moderna de uma workaholic. Essa trinca segura o desenvolvimento do filme, e, apesar de não ser nada de novo, consegue segurar o espectador com um humor inteligente, refinado e que faz a principal tarefa de uma comédia: nos fazer rir.

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