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O Labirinto do Fauno | TigreCast #108 | Podcast


O Labirinto do Fauno | Podcast #108

¿Por qué habría de mentiros un pobre fauno como yo?

Falando de outro diretor mexicano. Outro filme de 2006. Viajamos para a Espanha para fugir um pouco de Hollywood para discutir o fascinante O Labirinto do Fauno (El Laberinto del Fauno) dirigido por Guillermo del Toro.

Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Cliff, Matheus Des (@matheusdes) e Juliana Varella discutem a carreira do diretor e dos atores e atrizes do filme, porque vemos comercialmente poucas produções mexicanas e ibéricas, os paralelos entre ficção e realidade fílmica e o que é ou não verdadeiro nessa produção que tem como pando de fundo a ditadura de Franco e o período pós-Guerra Civil Espanhola.

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Voo United 93 (United 93, 2006, EUA) [Crítica]

Com Christian Clemenson, Trish Gates e Polly Adams. Escrito e dirigido por Paul Greengrass (A Supremacia Bourne). O filme dramatiza o sequestro do Voo United 93, durante os atentados de 11 de setembro de 2001, onde os passageiros dominaram os sequestradores, e consequentemente a queda da aeronave na Pennsylvania, antes que atingisse Washington DC.

Me pergunto porque demorei 5 anos pra ver esse filme. Você sabe o que vai acontecer no final. Não adianta torcer, se identificar ou ter esperança: o fim é trágico. E nem adianta ficar indiferente, porque Grengrass faz um trabalho tão incrível que a tensão é tátil. Meu coração bateu mais forte que o normal nos 90 minutos do filme, que se passam em tempo real. Ao invés de mostrar as cenas que todos nós conhecemos, a história evolui dentro de salas de controle fechadas, e somos apresentados às reações à medida que a tragédia acontece. Alguns “atores” representam a si mesmos, reprisando o momento que passaram no dia 11. A trilha sonora de John Powell não aparece o tempo todo, quase com um documentário, mas sim em certos momentos para marcar a atenção do espectador. Fique a favor ou contra os EUA, esse filme tem que ser visto, porque não é menos que ótimo. E mantenha a mente aberta. O próprio Greengrass é inglês, e não americano. Se ele fez um filme tão emocionante não sendo de lá, você pode dar uma chance também.

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