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Spartacus | TigreCast #168 | Podcast

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I am Spartacus!

Oi pessoas, muito bem-vindos novamente ao TigreCast! Aqui é o seu host Tiago Lira (@tiagoplira), e estou hoje com o Alex Gonçalves (@agmcinefilo) e Marcelo Paradella, para voltar aos anos 1950, o último ano daquela década, e a Stanley Kubrick naquele que é o menos “kubrickiano” de seus filmes. Hoje vamos falar da história romantizada do líder da terceira revolta dos escravos: SPARTACUS (1960), com Kirk Douglas, Laurence Olivier, Peter Ustinov, John Gavin, Jean Simmons, Charles Laughton e Tony Curtis.

Discutimos o ano de 1960 (que ano!), do elenco (que elenco!), das brigas entre Kubrick e Douglas, detalhes da versão restaurada, de Dalton Trumbo e como Kubrick quase levou créditos pelo roteiro, nessa que foi a a última experiência do diretor em Hollywood. Como uma frase famosa também deu briga e das simbologias e a lição tirada da ficção.

Então mais uma vez, bem-vindos ao nosso podcast. Bem-vindos ao Tigrecast!

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Os Olhos sem Rosto (Les Yeux sans Visage, 1960, França-Itália) [Crítica]

Com Pierre Brasseur, Alida Valli, Juliette Mayniel e Edith Scob. Escrito por Pierre Boileau, Thomas Narcejac, Jean Redon e Claude Sautet. Baseado no romance de Georges Franju. Dirigido por Georges Franju. A obssessão de um cirurgião plástico não conhece limites para reparar o mal que fez à filha. Christiane (Edith) sofreu um acidente de carro, causado pelo pai, e teve o rosto desconfigurado.  Agora o Prof. Genessier (Brasseur) vai fazer o que for preciso para dar uma vida normal a filha, custe as vidas que custar.

Um filme de terror com mais de 50 anos não pode perder o carisma. Mas também é preciso que espectador se coloque no lugar da plateia daquela época e não julgue a película com os olhos dos séculos XX e XXI. E você vai sentir isso se assistiu “A Pele que Habito“. Os temas tem uma certa semelhança. Inclusive a primeira cena em que vemos o Prof Genessier claramente inspirou Almodóvar na apresentação do Dr Roberto. Ambos se dirigem à audiência sobre transplantes de rosto, cada um à sua época. Mas as motivações de Genesserier são diferentes. Ele quer fazer o bem e ajudar a sua filha. Mas como qualquer médico insano, não mostra nenhum remorso pelas cobaias. As humanas tem que morrer, e as animais são constantemente operados e vivendo engaiolados.

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