Postagens Etiquetadas ‘Ewan McGregor’

T2 Trainspotting | Crítica | T2 Trainspotting, 2017, Reino Unido

T2 Trainspotting é como visitar velhos amigos quando se tem pouco a compartilhar, valendo mais pela presença deles do que outra coisa.

T2 Trainspotting (2017)

Elenco: Ewan McGregor, Ewen Bremner, Jonny Lee Miller, Robert Carlyle, Kelly Macdonald, Anjela Nedyalkova | Roteiro: John Hodge | Baseado em: Trainspotting e Porno (Irvine Welsh) | Direção: Danny Boyle (127 Horas) | Duração: 117 minutos

É normal sentirmos saudades de alguém ou de uma fase da nossa vida e o que Danny Boyle fez em T2 Trainspotting é revisitar seus velhos amigos. Se no campo das emoções isso funciona, no cinematográfico nem tanto. A nostalgia simples e pura não é suficiente para criar uma história envolvente ou relevante e a direção misturando várias estéticas, mas sem foco, mostra um Boyle perdido e que não parece saber o que está fazendo. É interessante ver como os personagens evoluíram (ou não) depois de duas décadas, e é um exercício mais interessante para o diretor, mas que não se reflete tão bem na narrativa.

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A Bela e a Fera | Crítica | Beauty and the Beast, 2017, EUA

A adaptação da versão animada de A Bela e a Fera para o live action é tão deslumbrante quanto o original.

A Bela e a Fera (2017)

Elenco: Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans, Kevin Kline, Josh Gad, Ewan McGregor, Stanley Tucci, Audra McDonald, Gugu Mbatha-Raw, Ian McKellen, Emma Thompson | Roteiro: Stephen Chbosky, Evan Spiliotopoulos | Baseado em: A Bela e Fera – Disney e A Bela e Fera (Jeanne-Marie Leprince de Beaumont) | Direção: Bill Condon (A Saga Crepúsculo: Amanhecer).

Percebendo que seria impossível desassociar um evento de outro, a versão com atores e atrizes de A Bela e a Fera abraça a nostalgia ao manter músicas e personagens, mas usa o tempo maior de projeção, cerca de 30 minutos a mais que o original, para expandir a história que já conhecemos. Entre se arrepiar com as músicas que fizeram o desenho de 1991 se tornar amado e algumas poucas atualizações, entre figuras e músicas, a produção marca pelo deslumbre visual, figuras de fácil identificação e temas universalmente conhecidos, a nova versão é tão boa quanto a clássica e está pronta para encontrar novos apreciadores.

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Jack – O Caçador de Gigantes (Jack the Giant Slayer, 2013, EUA) [Crítica]

"Jack the Giant Slayer", 2013

Com Nicholas Hoult, Eleanor Tomlinson, Stanley Tucci, Ian McShane, Bill Nighy e Ewan McGregor. Roteirizado por Darren Lemke, Christopher McQuarrie e Dan Studney. Dirigido por Bryan Singer.

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Podemos dizer que não é de se esperar muito de contas de fada. Eles serviam de lição de moral aos mais novos, desde não confie em estranhos, ou quando o coração é puro, tudo é possível. Mas “João e o Pé de Feijão” é diferente, pois se trata de aventura pura  ̶  e João é personagem bem sacana, já que ele roubou e matou o gigante, se você não levar em conta versão moralizada de Benjamim Tabart. E a produção multimilionária “Jack – O Caçador de Gigantes” tenta mimetizar esse espírito: um personagem aventureiro, que enfrenta medos e inimigos impossíveis. Infelizmente, o filme não é ao menos divertido, e serve apenas como entretenimento infantil. Seus personagens maniqueístas não levam à qualquer tipo de reflexão, atuações fracas, e um roteiro lento tornam a experiência tediosa e cansativa.

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O Impossível (Lo Imposible, 2012, Espanha) [Crítica]

"Lo Imposible", 2012

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Com Naomi Watts, Ewan McGregor, Tom Holland, Samuel Joslin e Oaklee Pendergast. Roteirizado por Sergio G Sánchez (O Orfanato). Dirigido por J A Bayona (O Orfanato).

“O Impossível” é um drama onde Bayona usa todos os artifícios para fazer que o espectador se emocione. Principalmente no campo musical. Se fosse possível, o diretor descascaria cebolas ao vivo. Apesar da muleta emocional, a história baseada em fatos reais é um belo filme. Por ser uma ode à esperança e ao espírito humano, é normal que os personagens apresentados tenham uma leve tendência ao maniqueísmo. Mas assim como os sobreviventes dessa tragédia emergiram de suas situações desesperadoras, Sanchez e Bayona preferem acreditar que o melhor de nós também o faz.

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