Postagens Etiquetadas ‘Elizabeth Debicki’

Guardiões da Galáxia Vol 2 | Crítica | Guardians of the Galaxy Vol. 2, 2017 EUA

Guardiões da Galáxia Vol. 2 continua divertido e cheio de ação, além de mostrar um leve amadurecimento na narrativa.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2), 2017

Elenco: Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Michael Rooker, Karen Gillan, Pom Klementieff, Elizabeth Debicki, Chris Sullivan, Sean Gunn, Sylvester Stallone, Kurt Russell | Roteiro: James Gunn | Baseado em: Guardiões da Galáxia (Dan Abnett, Andy Lanning) | Direção: James Gunn (Guardiões da Galáxia) | Duração: 136 minutos | 3D: Relevante | Cenas extras

Há dois personagens em Guardiões da Galáxia Vol. 2 que usam, explicitamente e o admitem eventualmente, carapaças para esconder seus sentimentos. É parecido com que o James Gunn faz no segundo filme da franquia (e o décimo-quinto do UCM), com uma camada divertidíssima, épica e até descompromissada que representam a faceta de seus personagens que, no entanto, vivem dramas internos. A aventura então traz personagens já definidos e que aprendemos a gostar no filme anterior, explosões, piadas tanto visuais quanto no roteiro e uma leve sensação de amadurecimento, vinda tanto das páginas do roteiro do quanto do grupo. Isso sem transformar radicalmente qualquer um deles.

Leia mais

Macbeth: Ambição e Guerra | Crítica | Macbeth (2015) Reino Unido-França-Estados Unidos

MacBeth, 2015
Com Michael Fassbender, Marion Cotillard, Paddy Considine, Sean Harris, Jack Reynor, Elizabeth Debicki, David Thewlis. Roteirizado por Jacob Koskoff, Michael Lesslie, Todd Louiso, baseado na obra de William Shakespeare. Dirigido por Justin Kurzel.

A segunda melhor história já escrita na humanidade ganha nova versão cinematográfica que leva todo o ritmo do material original.
10/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma das coisas que aprendi no storytelling é que William Shakespeare foi o último dos originais. Todas as histórias são remakes, reimaginações ou misturas das mitologias clássicas ou do autor inglês. Macbeth: Ambição e Guerra chama a atenção porque o diretor Justin Kurzel emprega um clima lento, porém reflexivo, mas extremamente visual. É provável que o público em geral estranhe a passagem quase literal de papel para filme. O diretor, porém, dosa esse problema na duração, trazendo uma das mais belas produções do ano.

Leia mais

O Agente da U.N.C.L.E. | Crítica | The Man from U.N.C.L.E., 2015, EUA

The Man from U.N.C.L.E., 2015

Com Henry Cavill, Armie Hammer, Alicia Vikander, Elizabeth Debicki, Jared Harris e Hugh Grant. Argumento de Jeff Kleeman, David C. Wilson, Guy Ritchie e  Lionel Wigram. Roteirizado por Guy Ritchie e Lionel Wigram, baseados nos personagens de Sam Rolfe. Dirigido por Guy Ritchie (Snatch: Porcos e Diamantes).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"É muito bom sair satisfeito ao final de uma projeção. Em O Agente da U.N.C.L.E. Guy Ritchie trouxe um misto de ação e comédia que, comercialmente falando, será compreensível se não fizer sucesso. O problema estará nas comparações que serão feitas por causa das produções como temas parecidos que estrearam esse ano, o que não diminui a qualidade do filme. Então, não deixe que isso o impeça de se divertir com essa aventura cheia de ação, personagens cativantes e que representa belamente o período da Guerra Fria. E não se preocupe por essa ser uma adaptação de uma série televisiva: uma das maiores qualidades do filme é que ele foi feito mais para quem não era fã do que para quem era.

Leia mais

O Grande Gatsby (The Great Gatsby, 2013, EUA) [Crítica]

"The Great Gatsby", 2013

 

Com Leonardo DiCaprio, Tobey Maguire, Carey Mulligan, Joel Edgerton, Isla Fisher, Elizabeth Debicki e Jason Clarke. Roteirizado por Baz Luhrmann e Craig Pearce, baseado no romance de F Scott Fitzgerald. Dirigido por Baz Luhrmann (Romeu + Julieta).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"É preciso dizer que esse filme é grandioso, quase megalomaníaco, e típico de Baz Luhrmann. Usando e abusando de efeitos de CGI em telas verdes, a história clássica sobre a falta de moral, do materialismo, e do sonho americano contraposto por uma paixão arrebatadora ganham contornos com muita cor e brilho, envoltos por uma mistura de jazz e pop. O diretor mais uma vez abraça a sua natureza cinematográfica de muito luxo, glamour e grandes planos abertos para contar uma história trágica. Por isso, se prepare para ver mais Luhrmann do que nunca, o que pode agradar mais uns do que outros.

Leia mais

Para cima