Postagens Etiquetadas ‘Edgar Wright’

As Aventuras de Tintim (The Adventures of Tintin – The Secret of the Unicorn, 2011, EUA) [Crítica]

Com Jamie Bell, Andy Serkis, Daniel Craig, Nick Frost e Simon Pegg. Roteiro de Steven Moffat, Edgar Wright (Scott Pilgrim contra o Mundo) e Joe Cornish, baseado na obra de Hergé. Dirigido por Steven Spielberg (Os Caçadores da Arca Perdida).

Para quem cresceu assistindo ou lendo Tintim, esse foi um filme muito esperado. Com as várias declarações de que Spielberg estava tratando com muito carinho o filme e que Hergé confiava somente no diretor para levar o personagem às telas, a expectativa era grande. O filme ficou em pausa por muitos anos porque Spielberg queria manter certos traços característicos desses queridos personagens, algo que não seria possível em live action. A tecnologia veio, e Spielberg reuniu um bom time, com Peter Jackson como diretor da segunda unidade, além de Wright, roteirista de  “Scott Pilgrim contra o Mundo” e Moffat, responsável pelos seriados ingleses “Sherlock” e “Doctor Who”. Além de John Williams, claro. O time nos entrega um filme divertido, com boas cenas de ação e tecnologicamente impecável. Misturando algumas histórias bem conhecidas pelos fãs, “As Aventuras de Titim” mostra um Spielberg apaixonado e numa direção muito mais competente do que seu outro filme do ano, “Cavalo de Guerra”.

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Scott Pilgrim contra o Mundo (Scott Pilgrim vs. the World, 2010, EUA-Reino Unido) [Crítica]

Com Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Chris Evans, Brandon Routh e Jason Schwartzman. Escrito por Edgar Wright e Michael Bacall. Baseado nos quadrinhos de Bryan Lee O’Malley. Dirigido por Edgar Wright (Todo Mundo Quase Morto). Scott Pilgrim (Cera) é um jovem canadense que se apaixona pela recém-chegada Ramona Flowers (Mary). Só que para ficarem juntos, ele tem que derrotar os sete ex-namorados-malvados dela.

Quando terminei de ver “Scott Pilgrim…” o que me me veio à mente foi que esse filme foi feito especialmente pra gente como eu. Numa mistura de linguagens de video-game, quadrinhos e rock n roll esse é o exemplo que talvez só pessoas da minha geração e das seguintes apreciem. Mas não acredito nisso, pessoalmente. É um filme que vai ser pelo menos divertido e cheio de situações insólitas. Por isso qualquer um vai gostar do filme. E pra mim, sinceramente, fica difícil achar alguma coisa negativa na história. Começando com a abertura, onde fizeram a marca da Universal em versão 8 bits. Foi muita coragem do estúdio deixar essa liberdade artística para entrarmos no clima da película.

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