Postagens Etiquetadas ‘David Leslie Johnson’

Paixão Obsessiva | Crítica | Unforgettable, 2017, EUA

Paixão Obsessiva é um conjunto de obviedades que piora ao notarmos que existia um caminho bem mais interessante para a trama.

Paixão Obsessiva (Unforgettable), 2017

Elenco: Katherine Heigl, Rosario Dawson, Geoff Stults, Isabella Rice, Cheryl Ladd | Roteiro: Christina Hodson, David Leslie Johnson | Direção: Denise Di Novi | Duração: 100 minutos

Paixão Obsessiva se confunde na falta de compromisso, preferindo contar uma história com desenvolvimento e fechamento clichês, sendo que havia muito espaço para ousar. Ainda que toque em temas importantes e ainda em voga para dar voz às minorias – no caso, se levantando contra o machismo e o racismo – o desenvolvimento da história em si é tão comum que não exige do espectador nenhum tipo de questionamento da índole das personagens, mas é possível ver de longe outros resultados mais interessantes para trama, já que todos os elementos para isso estão ali, de bandeja para serem usadas pela diretora que faz um bom trabalho na cadeira. Mas não é uma qualidade refletida no roteiro.

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Invocação do Mal 2 | Crítica | The Conjuring 2 (2016) EUA

Invocação do Mal 2 (2016)

Com Vera Farmiga, Patrick Wilson, Frances O’Connor, Madison Wolfe, Simon McBurney, Franka Potente. Roteirizado por Chad Hayes, Carey Hayes, James Wan, David Leslie Johnson. Argumento de Chad Hayes, Carey Hayes e James Wan. Dirigido por James Wan (Velozes e Furiosos 7).

Equilibrado e tenso, Invocação do Mal 2 confirma o posto do diretor James Wan nas produções sobrenaturais que funcionam.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Mesmo que depois de certa idade os filmes de terror não assustem – mesmo aqueles que insistem na pegadinha da música alta logo depois de um silêncio – é bom ver que ainda existem exemplos que deixem a audiência, no mínimo, em estado de tensão. Em Invocação do Mal 2 James Wan consegue trazer esse estado, seja pela menor presença dos sustos mais óbvios ou pela técnica de filmagem. O polivalente diretor está mais artístico nessa produção, usando planos sequência e menos cortes para dar uma visão mais humana ao relato de Enfield. Por mais que não acreditemos na história, ela faz bem o serviço de funcionar dentro de uma mitologia.

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