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Trainspotting | TigreCast #162 | Podcast


TRAINSPOTTING | TigreCast #162 | Podcast

I chose not to choose life. I chose somethin’ else. And the reasons? There are no reasons. Who needs reasons when you’ve got heroin?” – Rent-boy

Escolha a vida… Mas por quê fazer uma coisa dessas? Eu escolho não escolher a vida. Eu escolho outra coisa.E as razões? Não há razões. Quem precisa de vida quando você tem podcast?

Hoje no TigreCast, Tiago Lira (@tiagoplira), Alex Gonçalves (@agmcinefilo) e Matheus Des (@matheusdes) discutem Trainspotting, filme de 1996 que marcou a estreia de Danny Boyle na direção, além de de lembrar a filmografia de Ewan McGregor, Kelly Macdonald e Robert Carlyle nessa semana que estreia T2 Trainspotting!

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T2 Trainspotting | Crítica | T2 Trainspotting, 2017, Reino Unido

T2 Trainspotting é como visitar velhos amigos quando se tem pouco a compartilhar, valendo mais pela presença deles do que outra coisa.

T2 Trainspotting (2017)

Elenco: Ewan McGregor, Ewen Bremner, Jonny Lee Miller, Robert Carlyle, Kelly Macdonald, Anjela Nedyalkova | Roteiro: John Hodge | Baseado em: Trainspotting e Porno (Irvine Welsh) | Direção: Danny Boyle (127 Horas) | Duração: 117 minutos

É normal sentirmos saudades de alguém ou de uma fase da nossa vida e o que Danny Boyle fez em T2 Trainspotting é revisitar seus velhos amigos. Se no campo das emoções isso funciona, no cinematográfico nem tanto. A nostalgia simples e pura não é suficiente para criar uma história envolvente ou relevante e a direção misturando várias estéticas, mas sem foco, mostra um Boyle perdido e que não parece saber o que está fazendo. É interessante ver como os personagens evoluíram (ou não) depois de duas décadas, e é um exercício mais interessante para o diretor, mas que não se reflete tão bem na narrativa.

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127 Horas | TigreCast #127 | Podcast


127 Horas | Podcast

The minute I was born, every breath I’ve taken, every action has been leading me to this crack on the earth’s surface.” – Aaron

Um filme onde não há antagonista além daquele que não podemos fugir. O número evoca, então falemos do intimista 127 Horas (127 Hours, 2010) do diretor Danny Boyle e com James Franco no elenco.

No podcast de hoje, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Marcelo Zagnoli (@marcelozagnolli) falam sobre a filmografia de Danny Boyle – seus erros e acertos – e do enxuto elenco – descobrimos inclusive que James Franco está ocupado pra dedéu – e se esse é um filme indie ou só um indie de boutique. Falamos também sobre montagem, detalhes de planos, a visão subjetiva que funciona narrativamente, claro, da cena (sim, aquela) e do respeito à natureza.

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