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O Jovem Frankenstein | TigreCast #129 | Podcast

O Jovem Frankenstein | TigreCast 129 | Podcast

Oh, sweet mystery of life at last I’ve found you! At last, I know the secret of it all!” – Elizabeth

Vamos deixar de sisudez e dar umas boas risadas falando de um dos filmes mais engraçados da história do cinema: O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein, 1974), filme dirigido por Mel Brooks, contando no elenco com Gene Wilder, Peter Boyle, Marty Feldman, Madeline Kahn, Cloris Leachman e Teri Garr.

No podcast de hoje, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Angélica Hellish (@AngelMasmorra) e Marcelo Paradella (@bolapucc) conversam sobre as produções de 1974, da carreira de Mel Brooks – inclusive seu trabalho como produtor – e dos atores e atrizes envolvidos. Falamos também da escolha da fotografia preto e branco, da homenagem aos filmes de Boris Karloff, as tirações de sarro com os nazistas, das risadas que vem de modo natural e dos momentos de uma produção que merece ser revisitada sempre.

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Como Sobreviver a um Ataque Zumbi | Crítica | Scouts Guide to the Zombie Apocalypse (2015) EUA

Scouts Guide to the Zombie Apocalypse, 2015

Com Tye Sheridan, Logan Miller, Joey Morgan, Sarah Dumont, David Koechner, Halston Sage, Cloris Leachman. Argumento de Carrie Evans, Emi Mochizuki e Lona Williams. Roteirizado por Carrie Evans, Emi Mochizuki, Christopher Landon. Dirigido por Christopher Landon.

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Eles se recusam a ficar mortos, mas seria bom dar um descanso ao gênero dos mortos-vivos. Como Sobreviver a um Ataque Zumbi faz comédia com o tema numa mistura de piadas sujas e pesadas, típicas de um amor escatológico bem comum ao gosto de quem cresceu assistindo pérolas como South Park. É um filme com ações e situações improváveis e cenas que fazem força para ser pior que a anterior – quando você assiste uma e pensa que nada pode ser pior que aquilo, acredite, eles conseguem. O roteiro escrito e reescrito por seis pessoas diferentes é confuso e lotado de inacreditáveis conveniências para dar algum tipo de sentido àquela bagunça generalizada, representando muito do que há de errado no sistema americano de fazer cinema.

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