Postagens Etiquetadas ‘Cillian Murphy’

Dunkirk | Crítica | Dunkirk, 2017, EUA

Dunkirk é um dos melhores trabalhos de Christopher Nolan, um filme de guerra onde se derrama alma e técnica.

Dunkirk (2017) Crítica

Elenco: Fionn Whitehead, Tom Glynn-Carney, Jack Lowden, Harry Styles, Aneurin Barnard, James D’Arcy, Barry Keoghan, Kenneth Branagh, Cillian Murphy, Mark Rylance, Tom Hardy | Roteiro e direção: Christopher Nolan (Interestelar) | Duração: 106 minutos

Nota 10 - um Tigre no cinemaO resgate das tropas inglesas na Operação Dínamo não é o momento mais lembrado da Segunda Guerra Mundial, mas não menos digno de homenagem para Christopher Nolan, como mostra em Dunkirk. Ao escolher focar não apenas nos combates, mas no drama humano, sem dar destaque demais para algum personagem em especial, a produção é uma homenagem ao espírito de união que resgatou mais 300 mil soldados ao invés da glorificação da guerra. O roteiro dosa combates aéreos, dramas pessoais e medos por meio dos personagens que servem de arquétipos para contar aqueles dias de maneira mais direta. Com poucos diálogos e bastante ação, a produção de Nolan traz o horror que é estar tão perto e ao mesmo tão longe de casa, num inferno que parece não haver escapatória.

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No Coração do Mar | Crítica | In the Heart of the Sea (2015) EUA

No Coração do Mar (In the Heart of the Sea), 2015

Com Chris Hemsworth, Benjamin Walker, Cillian Murphy, Tom Holland, Ben Whishaw, Brendan Gleeson. Argumento de Charles Leavitt, Rick Jaffa, Amanda Silver. Roteirizado por Charles Leavitt, baseado na obra de Nathaniel Philbrick. Dirigido por Ron Howard (Rush: No Limite da Emoção).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma história com um personagem tão grandioso parece ter sido feita para ser apresentado na tela do cinema. No Coração do Mar é uma produção visualmente arrebatadora, assim como o seu design de som e tantos outros elementos como a fotografia e o design de produção. A base para a história de Moby Dick é de uma época nefasta, que dava glórias em caçar esses seres tão belos. Na narrativa, Ron Howard conta aventuras, soberbas, desesperos e redenções, pintando a tela do cinema como uma pintura bucólica e triste na maior parte do tempo. Se era melhor contar o mito à realidade, como diz o ditado popular, fica a cargo do espectador. Agora, por causa da popularidade do cinema, podemos ter os dois.

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A Origem | TigreCast #64 | Podcast

Podcast do filme que fechou com chave de ouro 2000: A Origem (Inception), com Leonardo DiCaprio, Joseph Gordon-Levitt, Ellen Page e Marion Cotillard.

A Origem | TigreCast #65

Se existiu um filme que fechou a década de 2000 com chave de ouro, esse foi A Origem (Inception, 2010, Dir Christopher Nolan). Hoje, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) discutem como Nolan é um diretor autoral ainda que trabalhe em Hollywood, as várias camadas do filme, a música de Hans Zimmer e a escolha do elenco nesse filme que fala sobre filmes.

E, de quebra, a discussão que todos temos: o pião caiu ou não?

Atenção: Spoilers liberados!

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O Preço do Amanhã | Crítica | In Time, 2011, EUA

O Preço do Amanhã é uma ficção científica pouco imaginativa apesar de explorar o assunto da disparidade socio-econômica.

O Preço do Amanhã

Com Justin Timberlake, Amanda Seyfried, Cillian Murphy e Olivia Wilde. Escrito e dirigido por Andrew Niccol (Gattaca – A Experiência Genética).

A história se passa em 2161, numa sociedade onde alterações genéticas fazem que toda a população pare de envelhecer ao completar 25 anos. Mas a partir daí você tem só mais um ano de vida. Se quiser viver mais, tem que comprar mais tempo, que é a moeda para tudo nessa sociedade: desde o café, passando por transportes e jogos. Nesse cenário os pobres vivem pouco e isolados em guetos, enquanto os milionários podem ser imortais. É nesse mundo que Will Salas (Timberlake), um jovem de 28 anos, que recebe um século de um milionário que não quer mais viver. E começa a ser perseguido por causa disso.

Uma ideia dessas tem potencial, por mais que seja uma nova visão do clássico “Fuga do Século XXIII” (Logan’s Run, de 1976) é interessante ver que a história não tem aqueles dizeres “baseado no livro/conto/história de…”. Leia mais

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