Postagens Etiquetadas ‘Brie Larson’

O Castelo de Vidro | Crítica | The Glass Castle, 2017, EUA

O Castelo de Vidro é uma história inspiradora, mas que deixa um gosto de já termos visto isso antes.

O Castelo de Vidro | Crítica

Elenco: Brie Larson, Woody Harrelson, Max Greenfield, Sarah Snook, Ella Anderson, Chandler Head, Naomi Watts | Roteiro: Destin Daniel Cretton, Andrew Lanham, Marti Noxon | Baseado em: O Castelo de Vidro (Jeannette Walls, Editora Globo) | Direção: Destin Daniel Cretton (Temporário 12) | Duração: 127 minutos


É certo que Hollywood faz coisas muito divertidas, mas também é certo que a grande indústria do cinema se apropria de tudo que pode espremer, mesmo que, no fechar das cortinas, parece muito tudo igual. Apesar de ser uma história bonita e emocionante O Castelo de Vidro é o que chamamos pejorativamente de indie de boutique. No filme, a protagonista vive uma juventude de aventuras, percebe que os extremos são exagerados e no final encontra ou descobre o equilíbrio. O que não é, por si só, um demérito. Mas num mundo onde noventa por cento das produções são adaptação (o caso aqui) ou remakes, buscar um pouco de originalidade não faria mal a ninguém. Leia mais

Kong: A Ilha da Caveira | Crítica | Kong: Skull Island, 2017, EUA

O Rei não está morto! Viva longa ao Rei em Kong: A Ilha da Caveira – que falha no desenvolvimento de alguns personagens, mas diverte.

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Elenco: Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, John Goodman, Brie Larson, Jing Tian, Toby Kebbell, John Ortiz, Corey Hawkins, Jason Mitchell, Shea Whigham, Thomas Mann, Terry Notary, John C. Reilly | Argumento: John Gatins, Dan Gilroy | Roteiro: Dan Gilroy, Max Borenstein, Sevak Anakhasyan | Baseado em: King Kong (Merian C. Cooper, Edgar Wallace) | Direção: Jordan Vogt-Roberts (Os Reis do Verão) | Duração: 118 minutos | 3D: Relevante | Cena Pós-Créditos

Alguns personagens são tão eternos que fica uma ponta de duvida em revisitá-los. Apenas para confirmar que a nostalgia é a onda da vez, Kong: A Ilha da Caveira é tanto uma homenagem ao personagem de 1933 como uma reimaginação do icônico personagem, atualizando questões já defasadas na refilmagem de 1976. É uma produção que abraça a fantasia e aventura desde o princípio, diverte a audiência e levanta o mesmo tema de antes, mas que continua atual: tememos o que não entendemos. Mesmo que tenha alguns clichês, a história subverte temas e nos presenteia com algumas surpresas. Principalmente para os fãs dos clássicos monstros gigantes.

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O Quarto de Jack | Crítica | Room (2015) EUA

O Quarto de Jack (2015)

Com Brie Larson, Jacob Tremblay, Joan Allen, Sean Bridgers, William H. Macy. Roteirizado por Emma Donoghue. Dirigido por Lenny Abrahamson.

Tenso, pesado e triste são poucas, mas fortes palavras para descrever O Quarto de Jack, um drama tão marcante e tão cheio de momentos belos desse concorrente ao Oscar de Melhor Filme.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Imagine o seu universo hoje. Onde você pode ir a partir da sua casa: fazer viagens, visitar amigos, ir ao cinema, visitar seus parentes, namorar, ir ao cinema. Imagine agora alguém cujo universo se resume a 10m². Esse exercício é posto para nós em O Quarto de Jack, um drama que tenta traduzir em imagem e palavras as descobertas de uma criança num assustador, novo, barulhento e infinito mundo. Emma Donoghue e Lenny Abrahamson descrevem um cenário assustador que te fará sentar à beira da cadeira, ao mesmo tempo que é cheio de lirismos e belezas.

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Anjos da Lei (21 Jump Street, 2012, EUA) [Crítica]

Com Jonah Hill, Channing Tatum, Brie Larson, Dave Franco, Ellie Kemper, Rob Riggle e Ice Cube. Argumento de Jonah Hill e Michael Bacall. Roteiro de Michael Bacall (Scott Pilgrim contra o Mundo). Dirigido por Phil Lord e Chris Miller (Tá Chovendo Hamburguer).

Eu não assistia a série oitentista “Anjos da Lei”, mas lembro da dose policial e dramática. Também não vi sinopse ou trailers dessa adaptação para as telas de cinema. E que grata surpresa foi ver que os responsáveis pegaram o próprio conceito saturado de remakes/reboots e brincaram com isso, subvertendo totalmente a ideia original ao transformá-la em em uma comédia. E que comédia! O filme distorce vários clichês dos filmes policiais e de ação, com o fato dele mesmo ser uma “ideia reciclada dos anos 80” e com vários contrastes de não-coincidência da música com o que vemos na tela. Os diretores são competentes no uso de cores e do som e de alguns outros detalhes. É exagerado em algumas partes, com piadas no estilo “American Pie”, com balls e dicks, mas não deixa de ser divertido. Só não leve as crianças. E se você era fã da série original, venha desarmado do que te fazia gostar dela. Os elementos da série não estão no filme. Quero dizer, quase.

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