Postagens Etiquetadas ‘Brendan Gleeson’

A Lei da Noite | Crítica | Live by Night, 2016, EUA

A Lei da Noite é uma homenagem aos clássicos filmes de gangsteres, mas que pouco adiciona ao gênero.

Lei da Noite-FB

Elenco: Ben Affleck, Elle Fanning, Brendan Gleeson, Chris Messina, Sienna Miller, Zoe Saldana, Chris Cooper | Roteiro: Ben Affleck | Baseado em: Live by Night (Dennis Lehane) | Direção: Ben Affleck (Argo) | Duração: 129 minutos

Chegando um pouco antes da metade da projeção de A Lei da Noite, uma pergunta acaba aparecendo: por que vale a pena contar essa história? Isso não quer dizer que o roteiro é ruim ou a direção de Ben Affleck seja fraca. O que acontece é que a história costura temas já vistos em outras produções, tornando o filme uma homenagem ao gênero de gangsteres com pouco de novo a dizer. Com atuações excelentes e uma direção de artes fenomenal, o filme nos perde pela frágil motivação inicial do protagonista e uma tendência controladora com Affleck sendo o mandachuva de tudo – dentro e fora do filme.

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Assassin’s Creed | Crítica | Assassin’s Creed, 2016, EUA

Infelizmente, Assassin’s Creed não rompe a barreira da qualidade do mundo dos games para o cinema. E esse não é o único problema da produção.

Assassin’s Creed

Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons, Brendan Gleeson, Charlotte Rampling, Michael K. Williams | Roteiro: Michael Lesslie, Adam Cooper, Bill Collage | Baseado em: Assassin’s Creed (Ubisoft) | Direção: Justin Kurzel (Macbeth: Ambição e Glória) | Duração: 116 minutos

4/10 - "tem um Tigre no cinema"A intenção dos produtores de Assassin’s Creed fica bem clara na transposição do famoso game para o cinema: aproveitar um das mais franquias mais famosas do mundo para fazer a sua própria. E quando se pensa exclusivamente nesse sentido mercadológico o resultado é medíocre. Para a crítica pouco importa se a transposição de uma mídia para outra é fiel – e em muitos elementos não é –, mas pegar uma ideia para espremê-la na intenção de tirar algum lucro só funcionaria com bons elementos. E existem poucos nessa narrativa que se não está cansando a audiência, esta pouco se importando com o desenvolvimento e motivação dos personagens.

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No Coração do Mar | Crítica | In the Heart of the Sea (2015) EUA

No Coração do Mar (In the Heart of the Sea), 2015

Com Chris Hemsworth, Benjamin Walker, Cillian Murphy, Tom Holland, Ben Whishaw, Brendan Gleeson. Argumento de Charles Leavitt, Rick Jaffa, Amanda Silver. Roteirizado por Charles Leavitt, baseado na obra de Nathaniel Philbrick. Dirigido por Ron Howard (Rush: No Limite da Emoção).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma história com um personagem tão grandioso parece ter sido feita para ser apresentado na tela do cinema. No Coração do Mar é uma produção visualmente arrebatadora, assim como o seu design de som e tantos outros elementos como a fotografia e o design de produção. A base para a história de Moby Dick é de uma época nefasta, que dava glórias em caçar esses seres tão belos. Na narrativa, Ron Howard conta aventuras, soberbas, desesperos e redenções, pintando a tela do cinema como uma pintura bucólica e triste na maior parte do tempo. Se era melhor contar o mito à realidade, como diz o ditado popular, fica a cargo do espectador. Agora, por causa da popularidade do cinema, podemos ter os dois.

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No Limite do Amanhã | Crítica | Edge of Tomorrow, 2014, EUA

Edge of Tomorrow, 2014

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Com Tom Cruise, Emily Blunt, Bill Paxton e Brendan Gleeson. Roteirizado por Christopher McQuarrie, Jez Butterworth e John-Henry Butterworth. Baseado no original de Hiroshi Sakurazaka. Dirigido por Doug Liman (Swingers).

Os gamers se identificarão com a trama de No Limite do Amanhã como diz a chamada: viva, morra, repita. É precisamente isso que eles fazem. A aprendizagem do protagonista é a mesma que temos com os jogos. Decoramos, treinamos até chegar ao chefe final. É um filme de ficção científica com bons momentos, mas essa proximidade com o videogame incomoda, pois Doug Liman não se desapega da mídia, e compromete a produção ao esquecer da narrativa e do cinema em si.

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Protegendo o Inimigo (Safe House, 2012, EUA) [Crítica]

Protegendo o Inimigo figura como mais um filme de Denzel Washington e dificilmente será lembrado quando falarem do gênero policial/ação.

Protegendo o Inimigo

Com Denzel Washington, Ryan Reynolds, Vera Farmiga e Brendan Gleeson. Roteiro de David Guggenheim. Dirigido por Daniel Espinosa.

Eu poderia resumir “Protegendo o Inimigo” com a frase clássica “been there, done that“. O filme se sustenta na atuação mister de Denzel Washington, no (pouco) carisma de Ryan Reinolds e na única cena de perseguição na Cidade do Cabo. Os problemas são comuns nesses filmes de ação. É verdade que não se pode fugir muito no gênero da reciclagem de ideias e situações que já vimos em outros filmes. Mas enquanto outras produções como a Trilogia Bourne tem um drama complexo de base, “Protegendo o Inimigo” tem um drama bem mais raso e que nem sequer criamos empatia com os personagens.

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