Postagens Etiquetadas ‘Ansel Elgort’

Em Ritmo de Fuga | Crítica | Baby Driver, 2017, EUA

Em Ritmo de Fuga é o filme mais maduro de Edgar Wright e ainda equilibra ação, drama e comédia.

Em Ritmo de Fuga (Baby Driver) | Crítica

Elenco: Ansel Elgort, Kevin Spacey, Lily James, Eiza González, Jon Hamm, Jamie Foxx, Jon Bernthal, Flea, Sky Ferreira | Roteiro e direção: Edgar Wright (Scott Pilgrim Contra o Mundo) | Duração: 113 minutos

A palavra que mais ecoava na mente depois da sessão de Em Ritmo de Fuga era sincronia. Logo ao lado, maturidade. E, só para entrar numa explicação mais simples e de adjetivos, cool. São três palavras que remetem ao cuidado do filme, à evolução cinematográfica alcançada por Edgar Wright e o espírito da produção. Inspirado por outros clássicos de perseguição e roubos, e quem viu muitos desses filmes percebe as homenagens, o diretor traz um filme que coloca de pé a audiência ao equilibrar ação, drama e comédia – encontrando até mesmo espaço para breves momentos doces –, mesmo que em algumas partes a trama seja um tanto óbvia.

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A Série Divergente: Convergente | Crítica | The Divergent Series: Allegiant (2016) EUA

A Série Divergente: Convergente (2016)

Com Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels, Octavia Spencer, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Bill Skarsgård e Naomi Watts. Roteirizado por Noah Oppenheim, Adam Cooper, Bill Collage e Stephen Chbosky, baseado no romance de Veronica Roth. Dirigido por Robert Schwentke (A Série Divergente: Insurgente).

Parem. Simplesmente parem de esticar histórias sem que elas precisem disso.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"O sucesso transforma as pessoas. Uma história que foi pensada em três partes – colocando de lado a qualidade da escrita – transformada em quatro apenas por causa do lucro é um problema que, vendo exemplo atrás de exemplo, não funciona. A Série Divergente: Convergente é lento, pessimamente atuado e tem efeitos especiais aquém da sua importância mercadológica, reforçando a impressão do anterior e cada vez mais confirmada que não passa de uma colagem de outras histórias com temas similares. Para piorar as coisas, depois de 120 minutos de projeção procuramos bons motivos para os outros 120 minutos existirem em 2017.

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A Série Divergente: Insurgente | Crítica | The Divergent Series: Insurgent, 2015, EUA

The Divergent Series: Insurgent, 2015

Com Shailene Woodley, Theo James, Octavia Spencer, Jai Courtney, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Naomi Watts, Kate Winslet. Roteirizado por Brian Duffield, Akiva Goldsman, Mark Bomback (Planeta dos Macacos: O Confronto), baseado no romance de Veronica Roth. Dirigido por Robert Schwentke (R.I.P.D. – Agentes do Além).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Tudo precisa ser uma trilogia – ou quadrilogia, como no caso? Por mais que a fonte original seja divida em três partes, tem que se levar muito em conta o ritmo de uma história. Apesar de bons momentos em relação ao seu antecessor, praticamente não há evolução em A Série Divergente: Insurgente, que apesar de trazer personagens novos, eles tomam lugar de antigos. O filme é mais direto por não precisarmos de outras introduções, mas é o mínimo que se espera depois de quase 140 minutos da produção anterior. Em geral, tem alguns pontos melhores que Divergente (Divergent, 2014, Dir Neil Burger). E isso não significa muita coisa.

Sinopse oficial

“Em A SÉRIE DIVERGENTE: INSURGENTE, os riscos para Tris aumentam quando ela sai à procura de aliados e respostas nas ruínas de uma Chicago futurista. Tris (Woodley) e Quatro (James) são agora fugitivos, caçados por Jeanine (Winslete), a líder da elite Erudição, faminta pelo poder. Correndo contra o tempo, eles precisam descobrir a causa pela qual a família de Tris sacrificou suas vidas e por que os líderes da Erudição farão tudo para impedi-los. Assombrada pelas escolhas do passado, mas desesperada para proteger quem ama, Tris – com Quatro a seu lado – encara um desafio impossível atrás de outro, ao desvendar a verdade sobre o passado e também o futuro de seu mundo.”

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Homens, Mulheres e Filhos | Crítica | Men, Women & Children, 2014, EUA

Homens, Mulheres e Filhos traz um bonita mensagem, mas tem personagens demais e não sabe em qual deles focar.

Homens, Mulheres e Filhos

Com Emma Thompson, Rosemarie DeWitt, Jennifer Garner, Judy Greer, Dean Norris, Adam Sandler, Ansel Elgort, Kaitlyn Dever, J. K. Simmons, David Denman, Jason Douglas, Olivia Crocicchia, Elena Kampouris e Travis Tope. Roteirizado por Jason Reitman e Erin Cressida Wilson. Baseado no romance de Chad Kultgen. Dirigido por Jason Reitman (Juno).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"Logo na primeira cena de Homens, Mulheres e Filhos, notamos que o Jason Reitman quer se aprofundar nas relações entre os humanos tanto quanto a Voyager I faz o mesmo no Universo, se distanciando cada vez mais do nosso sistema solar. A intenção é boa, mas o diretor escolhe seis núcleos familiares diferentes e por isso, mesmo ligados por um elemento em comum, não há a oportunidade de nos importarmos com todos. A grande qualidade do filme é ser um retrato da nossa época, onde a tecnologia já é uma coisa intrínseca aos jovens, daqueles que não sabem o que é viver num mundo sem computadores, smartphones e tablets. Porém os momentos engraçados, doces e dramáticos são um recorte dessa atualidade e tem uma mensagem bonita. Mesmo que seja algo de senso comum, vale a pena reforçar.

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A Culpa é das Estrelas | Crítica | The Fault in Our Stars, 2014, EUA

Surpreendentemente emocionante, A Culpa é das Estrelas é um filme para casais sim, mas com uma carga emocional que fará muita gente chorar.

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Com Shailene Woodley, Ansel Elgort, Nat Wolff, Laura Dern, Sam Trammell e Willem Dafoe. Roteirizado por Scott Neustadter e Michael H. Weber. Baseado no romance de John Green. Dirigido por Josh Boone.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Provavelmente você já viu uma centena de filmes românticos, um mais água que açúcar que o outro. E se você for homem, é mais provável ainda que o esquema “garoto conhece garota/garoto perde garota/garoto reconquista garota” não seja o seu estilo. Mas eis que A Culpa é das Estrelas vem para jogar para cima, pelo menos ligeiramente, esses conceitos. A história doce, romântica e triste é um paralelo da a vida em si. Como diz a protagonista, existe um pequeno infinito entre dias, mesmo que esses sejam contados. Surpreendentemente emocionante, é um filme para casais sim, mas com uma carga emocional que fará muita gente grande – inclusive homens – chorar.

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