Postagens Etiquetadas ‘Ana de Armas’

Blade Runner 2049 | Crítica | Blade Runner 2049, EUA, 2017

Sabendo que era impossível alcançar o inalcançável, Blade Runner 2049 é um misto de homenagem com procura do próprio caminho de Villeneuve.

Blade Runner 2049 | Review

Elenco: Ryan Gosling, Harrison Ford, Robin Wright, Dave Bautista, Ana de Armas, Sylvia Hoeks, Jared Leto | Roteiro: Hampton Fancher, Michael Green | Baseado em: Androides Sonham com Ovelhas Elétricas? (Philip K. Dick) e Blade Runner (Ridley Scott) | Direção: Denis Villeneuve (A Chegada) | Duração: 163 minutos

Entre fazer um trabalho autoral e refazer os gigantes passos do original, Dennis Villeuneve ficou no meio do caminho. Blade Runner 2049 procura sua própria originalidade sem esquecer de prestar homenagem ao universo iniciado em 1982 ao ampliar suas questões. Deixa-se de lado um pouco o visual neo-noir do primeiro para que seja possível passear entre outros cenários e situações e para que conheçamos um mundo expandido daquele que deixou saudade – e que sempre dissemos que não precisava de continuação. Isso continua sendo verdade, mas já que ela veio, por razões mercadológicas que sejam, foi bom que ela tenha caído nas mãos de um dos melhores diretores dessa geração.

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Cães de Guerra | Crítica | War Dogs (2016) EUA

Cães de Guerra faz graça com um assunto muito sério. E exatamente por isso que é tão divertido.

Cães de Guerra (2016)

Elenco: Jonah Hill, Miles Teller, Ana de Armas, Bradley Cooper | Roteiro: Stephen Chin, Todd Phillips, Jason Smilovic | Baseado em: Arms and the Dudes (Guy Lawson) | Direção: Todd Phillips (Se Beber, Não Case! – Parte III)

9/10 - "tem um Tigre no cinema"É um momento propenso para se falar de armas nos EUA e quando você conta uma história dessas por meio de humor, parece ser mais fácil encarar os fatos. Cães de Guerra é assim. Extremamente divertido, um tanto insano, mas lida com um assunto seríssimo. Dinheiro, poder, armas, sexo, drogas, rock n roll: está tudo misturado e bem equilibrado na narrativa baseada num artigo jornalístico. Essa capacidade de transformar algo tão pesado em comédia é tarefa para poucos. Seria mais fácil a mensagem direta e, provavelmente, uma abordagem dramática também funcionaria. Mas essa é uma história tão improvável que a escolha de conta-la entre risadas marca melhor.

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