Postagens Etiquetadas ‘Amanda Seyfried’

Peter Pan | Crítica | Pan, 2015, EUA-Reino Unido

A versão de 2015 de Peter Pan é uma aventura bem infantil, nada empolgante e cheia de clichês.

Pan, 2015

Com Levi Miller, Hugh Jackman, Garrett Hedlund, Rooney Mara, Amanda Seyfried, Adeel Akhtar, Cara Delevingne. Roteirizado por Jason Fuchs, baseado na obra de J. M. Barrie. Dirigido por Joe Wright (Orgulho e Preconceito).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Nós sabemos. Hollywood insiste cada vez em menos na originalidade, e Peter Pan é um exemplo máster disso. Joe Wright, num papel que aparenta ser apenas o de um diretor contratado de um grande estúdio, traz uma obra direcionada para crianças que até irá entretê-las. Afinal, tem um garoto que voa e piratas. Mas é tão cheia de clichês, com tanta inconsistência nos seus personagens que mesmo os pais que acompanharão as crianças não se sintam entediados no filme, confirmarão estamos cansados. Cansados de ver uma aventura onde sabemos que os personagens vão se sair bem não importa o problema, de estereótipos e profecias de um escolhido. Isso sim é extremamente irritante.

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Ted 2 | Crítica | Ted 2, 2015, EUA

Ted 2, 2015

Com Mark Wahlberg, Seth MacFarlane, Amanda Seyfried, Giovanni Ribisi, John Slattery, Jessica Barth, Morgan Freeman, Patrick Stewart. Roteirizado por Seth MacFarlane, Alec Sulkin, Wellesley Wild. Dirigido por Seth MacFarlane (Ted).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Se eu fosse mais ligado à área da psicologia, com certeza interpretaria melhor os signos que Seth MacFarlane usou em Ted 2, e isso não é um elogio. Desde seu filme anterior, o diretor tem uma fixação muito estranha com fluidos corporais, evoluindo – não no bom sentido – aquelas piadas das comédias dos anos 1980. Diferente do ótimo filme original, aqui há exageros demais, piadas fracas, óbvias e sem timming. Há algumas exceções, como as participações especiais, e a brincadeira visual de dois personagens secundários. Perdido inclusive tecnicamente, é melhor McFarlane continuar nas piadas e gags de suas séries de TV, onde o formato aparentemente funciona melhor.

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Os Miseráveis (Les Misérables, 2012, Reino Unido) [Crítica]

"Lés Miserables", 2012

Com  Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway, Amanda Seyfried, Eddie Redmayne, Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen. Roteirizado por  William Nicholson, Alain Boublil, Claude-Michel Schönberg e Herbert Kretzmer, baseados na montagem da Broadway e no romance de Victor Hugo. Dirigido por Tom Hooper (O Discurso do Rei).

9/10 - "tem um Tigre no cinema"O que acontece ao vermos injustiças costuma ser asco, se você não é nenhum sociopata. E a belíssima história escrita por Victor Hugo em 1862 mostra o estado de pessoas miseráveis e destroçadas, tanto em espírito quanto na sua pobreza financeira. Mas com grande esperança, o autor também compreendia que o espírito humano é capaz de enormes feitos. E o diretor Tom Hooper consegue passar essa emoção durante vários momentos de “Os Miseráveis”. Mesmo transportando a versão musical da Broadway para o cinema, o que pode afastar um público que não é apreciador de um gênero que vai ser cantado do início ao fim, é impossível não se apaixonar e se emocionar com os temas entoados. A história universal de dor, esperança e redenção foram muito bem construídos na nova versão para os cinemas da história e que, apesar de alguns pouco erros, deve emocionar quem assiste.

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“Os Miseráveis” – Veja o cartaz nacional do filme [#News 28]

A Universal Pictures Brasil divulgou hoje o cartaz brasileiro do filme “Os Miseráveis” (Les Miserables), filme que tem no elenco Hugh Jackman (Jean Valjean), Russell Crowe (Inspetor Javert), Anne Hathaway (Fantine), Amanda Seyfried (Cosette), Sacha Baron Cohen (Thénardier) e Helena Bonham Carter (Madame Thénardier). O roteiro é assinado por William Nicholson (de Gladiador) e dirigido por Tom Hooper (O Discurso do Rei). O filme estreia nos Estados Unidos em 25 de dezembro, mas aqui só em 1º de fevereiro de 2013.

"Os Miseráveis" - Poster brasileiro

O Preço do Amanhã | Crítica | In Time, 2011, EUA

O Preço do Amanhã é uma ficção científica pouco imaginativa apesar de explorar o assunto da disparidade socio-econômica.

O Preço do Amanhã

Com Justin Timberlake, Amanda Seyfried, Cillian Murphy e Olivia Wilde. Escrito e dirigido por Andrew Niccol (Gattaca – A Experiência Genética).

A história se passa em 2161, numa sociedade onde alterações genéticas fazem que toda a população pare de envelhecer ao completar 25 anos. Mas a partir daí você tem só mais um ano de vida. Se quiser viver mais, tem que comprar mais tempo, que é a moeda para tudo nessa sociedade: desde o café, passando por transportes e jogos. Nesse cenário os pobres vivem pouco e isolados em guetos, enquanto os milionários podem ser imortais. É nesse mundo que Will Salas (Timberlake), um jovem de 28 anos, que recebe um século de um milionário que não quer mais viver. E começa a ser perseguido por causa disso.

Uma ideia dessas tem potencial, por mais que seja uma nova visão do clássico “Fuga do Século XXIII” (Logan’s Run, de 1976) é interessante ver que a história não tem aqueles dizeres “baseado no livro/conto/história de…”. Leia mais

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