Postagens Etiquetadas ‘Albert Brooks’

Pets: A Vida Secreta dos Bichos | Crítica | The Secret Life of Pets (2016) EUA

Pets – A Vida Secreta dos Bichos (2016)

Elenco: Louis C.K., Eric Stonestreet, Kevin Hart, Steve Coogan, Ellie Kemper, Bobby Moynihan, Lake Bell, Dana Carvey, Hannibal Buress, Jenny Slate, Albert Brooks | Roteiro: Brian Lynch, Cinco Paul, Ken Daurio | Direção: Chris Renaud, Yarrow Cheney

Pets – A Vida Secreta dos Bichos pode ser definido como fofo, apostando fortemente nisso e é mais um exemplo da capacidade técnica da animação 3D. Mas não vai além disso.

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Nós amamos nossos bichos de estimação, alguns como seus próprios filhos. Então, qualquer uma dessas pessoas automaticamente se identificará com Pets – A Vida Secreta dos Bichos, principalmente nos primeiros minutos de projeção. No entanto, depois desse momento extremamente fofo, percebe-se que essa é uma produção com muito por fora, mas com pouco conteúdo. Fica a sensação que o filme foi feito com um proposito maior de vender brinquedos de seus adoráveis personagens do que contar uma boa história. Tudo o que vemos na tela se é inversamente proporcional à estrutura, tornando a animação em algo sem alma que é suportável apenas por algumas homenagens e pela curta duração.

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Procurando Dory | Crítica | Finding Dory, 2016, EUA

Leve e pensado especialmente para as crianças, Procurando Dory pode não ser original, mas é divertido e cheio de aventura.

Procurando Dory (2016)

Com Ellen DeGeneres, Albert Brooks, Hayden Rolence, Ed O’Neill, Kaitlin Olson, Ty Burrell, Diane Keaton, Eugene Levy. Roteirizado por Andrew Stanton, Victoria Strouse. Dirigido por Andrew Stanton (Wall•E).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"Dentro de sua proposta, Procurando Dory é uma produção que agradará quem procura algo infantil, colorido, engraçado e espirituoso. Não tem grandes reviravoltas e é até bem óbvio, podendo ser considerado um descanso da exuberante criatividade que o estúdio tinha trazido com certa constância até 2014. Para quem já está acostumado com a qualidade Pixar no quesito animação, o filme é mais uma prova do que seus criativos são capazes. A história é uma graças, assim como seus personagens – caras conhecidas e novas. É uma daquelas produções que foi feita para as crianças se divertirem e que não se torna enfadonha para os adultos, mesmo que passe bem longe de emocionar os mais velhos.

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O Ano Mais Violento | Crítica | A Most Violent Year, 2014, EUA

A Most Violent Year, 2014

Com Oscar Isaac, Jessica Chastain, David Oyelowo, Alessandro Nivola, Albert Brooks, Elyes Gabel. Roteirizado e dirigido por J. C. Chandor.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Muitas coisas impressionam em O Ano Mais Violento. O diretor e roteirista J. C. Chandor é hábil em manter uma história tensa em praticamente todos os quadros e, na posição de espectadores, ficamos totalmente à sua mercê. E entre muitas sombras e meias-luzes, não sabemos de onde vem a surpresa. Adicione isso às cores do figurino e temos uma narrativa contada por meio de elementos que vão além do usual, coisas que podem ser difíceis de perceber à primeira vista. Esse é um drama pesado, denso e arrebatador, onde o protagonista tenta desesperadamente ficar num mundo aparte daquele ao seu redor: um lugar sujo, errado e depravado. E nada podemos fazer além de torcer e acompanhar sua luta.

Sinopse oficial

“O Ano Mais Violento é centrado na vida de um imigrante e de sua família tentando expandir os negócios e capitalizar oportunidades em meio ao inverno nova-iorquino de 1981, estatisticamente um dos anos mais violentos na história da cidade. Decadência, corrupção e rompantes são seus maiores adversários para evitar que tudo o que construíram entre em colapso.”

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Drive (Drive, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ryan Gosling, Carey Mulligan, Bryan Cranston, Christina Hendricks, Ron Perlman, Oscar Isaac e Albert Brooks. Roteiro de Hossein Amini, baseado no livro de James Sallis. Dirigido por Nicolas Winding Refn.

Quando vi o trailer de “Drive” passou pela cabeça foi que seria um “Velozes e Furiosos com cérebro”. É isso e bem mais. “Drive” consegue manter o foco no desenvolvimento dos personagens sem esquecer das cenas de ação. Durante esse desenvolvimento, o filme dá um virada interessante que, apesar de anunciada, vai ter surpreender pela rapidez e a falta de misericórdia. O clima de ação, misturado com um ar noir e o roteiro criam um clima que dificilmente vai deixá-los desapontados. É tudo bem feito, passando pela atuação até os quesitos mais técnicos. E só perde pontos pelos seus dois minutos finais. Não destroem o filme, mas deixa aquela pergunta no ar de “por quê?”

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