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A Ghost Story | TigreCast #173 | Podcast

Podcast sobre A Ghost Story, que não chegou aos cinemas brasileiros, mas deu o que falar nas redes sociais. Ouve aí!

A Ghost Story | TigreCast #173 | Podcast

Um filme que você, muito provavelmente, não viu no cinema. Mais provavelmente ainda ouviu falar mesmo assim. Hoje vamos conversar sobre a melhor produção que não ganhou as nossas telas, nem mesmo em festivais: A Ghost Story de David Lowery com a maravilhosa Rooney Mara e um dos mais novos cretinos de Hollywood, Casey Affleck.

Tiago Lira (@tiagoplira), Cliff (@caradosgibis), Matheus Des (@matheusdes) e Tullio Dias (@2tdias) falam dos filmes da distribuidora A24 e como esse filme chegou no nosso colo e a força da montagem de um diretor que já era muito conhecido nessa área. Também lembramos da carreira de Rooney Mara e de Casey Affleck (além de comentarmos as polêmicas que envolvem o ator) e do diretor. Discutimos além disso os aspectos técnicos, porque o diretor usou uma razão de aspecto mais quadrada, sobre amor, legado e existencialismo. Como o tempo é usado na narrativa, o que torna o filme quase contemplativo, e como isso serve à narrativa. Filosofamos enquanto conversamos de uma produção que, apesar do nome, não é exatamente um terror.

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Ao Cair da Noite | Crítica | It Comes at Night, 2017, EUA

Ao Cair da Noite retrata o primeiro medo que todos nós tivemos e o transforma numa assustadora história que não se prende necessariamente à rótulos de gênero.

Ao Cair da Noite (It Comes at Night) | Crítica

Elenco: Joel Edgerton, Christopher Abbott, Carmen Ejogo, Kelvin Harrison Jr., Riley Keough | Roteiro e direção: Trey Edward Shults (Krisha) | Duração: 91 minutos

Nota 10 - um Tigre no cinemaO seu primeiro medo, provavelmente, foi o medo do escuro: o nada, o vazio e a incerteza te envolveram e resultaram num choro, quebrado pela luz do seu quarto com seus pais correndo para você. Já crescido, Shults transformou esse medo primal em Ao Cair da Noite, um daqueles filmes que discutiremos se tratar de um suspense – por não sabermos exatamente o resultado da trama – ou um terror – porque as situações são aterrorizantes. Ao usar elementos como a câmera que fixa em pontos apenas iluminados com a luz de lanternas, o diretor nos joga num cenário de medo e tensão num lugar tão comum como é a casa da família dos protagonistas. E não se sentir seguro no próprio lar é verdadeiramente um dos maiores terrores que podemos passar.

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