Postagens Etiquetadas ‘11 de setembro’

A Travessia | Crítica | The Walk, 2015, EUA

Em A Travessia Robert Zemeckis mostra sua melhor forma na técnica 3D, sem deixar de lado contar uma boa história. Leia a crítica!

A Travessia

Com Joseph Gordon-Levitt, Ben Kingsley, Charlotte Le Bon, James Badge Dale. Roteirizado por Robert Zemeckis e  Christopher Browne, baseado no livro de Philippe Petit. Dirigido por Robert Zemeckis (De Volta Para o Futuro).

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Temas como dominar o próprio medo, sempre ir à frente e desafiar-se são bem comuns em todo o tipo de narrativa. Robert Zemeckis é competente ao contar essa história misturando fatos e poesia, além de prender a audiência por um fio, até mesmo para aqueles que já conhecem a história desse audacioso equilibrista. Embalado por qualidades técnicas como a montagem, o uso funcional do 3D e a fotografia, A Travessia é uma divertida produção que pode tanto ser apreciada por suas qualidades narrativas e visuais – algo que o documentário deixa para a nossa imaginação – quanto por sua mensagem de superação.

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A Hora Mais Escura (Zero Dark Thirty, 2012, EUA) [Crítica]

"Zero Dark Thirty", 2012

Com Jessica Chastain, Jason Clarke, Joel Edgerton, Mark Strong, Jennifer Ehle, Kyle Chandler e James Gandolfini. Roteirizado por Mark Boal. Dirigido por Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror).

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Acredito que nos apaixonamos pelos detalhes. Não nos interessamos por todos os assuntos do mundo, mas quando gostamos de algo, queremos apenas saber além do superficial. É por isso que vários cinéfilos apreciam os extras quando compram ou alugam filmes, ou quando gostamos de um livro e queremos saber mais do autor, seu processo criativo, e o que mais escreveu. E quando Osama bin Laden foi morto, queríamos saber como foi, se era verdade ou não. Mais uma vez trazendo um drama de guerra recente, a diretora Kathryn Bigelow, de “Guerra ao Terror” (The Hurt Locker, 2010), mostra um filme com várias qualidades: intensidade, drama e questionamentos fazem parte de uma direção competente dessa história que tantos ansiavam por conhecer e discutir.

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Tão Forte e Tão Perto (Extremely Loud and Incredibly Close, 2011, EUA) [Crítica]

Com Tom Hanks, Sandra Bullock, Thomas Horn, Max von Sydow, Viola Davis, John Goodman, Jeffrey Wright e Zoe Caldwell. Roteiro de Eric Roth (Forest Gump), baseado no livro de Jonathan Safran Foer. Dirigido por Stephen Daldry (Billy Eliot).

“Tão Forte e Tão Perto” é um filme que poderia ser muito melhor do que é. A presença de Hanks, Bullock e Sydow, do roteirista de “Forest Gump” e do diretor de “Billy Eliot” trouxeram peso para a história trágica de um garoto que perde o pai nos ataques de 11 de setembro e depois disso se arrisca numa aventura. Infelizmente, o roteiro raso, e o uso insistente e constante de narrações em off “for dummies” (explicam o que não precisa, e deixam de fazer quando precisa) estragam a experiência. E nem posso dizer a questão de ser insensível aos eventos (leiam a minha crítica de “Voo United 93“) ou pela perda de pessoas queridas, pois não sou imune à emoção de outros.

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Voo United 93 | Crítica | United 93, 2006, EUA

Voo United 93

Com Christian Clemenson, Trish Gates e Polly Adams. Escrito e dirigido por Paul Greengrass (A Supremacia Bourne).

O filme dramatiza o sequestro do Voo United 93, durante os atentados de 11 de setembro de 2001, onde os passageiros dominaram os sequestradores, e consequentemente a queda da aeronave na Pennsylvania, antes que atingisse Washington DC.

Me pergunto porque demorei 5 anos pra ver esse filme. Você sabe o que vai acontecer no final. Não adianta torcer, se identificar ou ter esperança: o fim é trágico. E nem adianta ficar indiferente, porque Grengrass faz um trabalho tão incrível que a tensão é tátil. Meu coração bateu mais forte que o normal nos 90 minutos do filme, que se passam em tempo real. Ao invés de mostrar as cenas que todos nós conhecemos, a história evolui dentro de salas de controle fechadas, e somos apresentados às reações à medida que a tragédia acontece. Alguns “atores” representam a si mesmos, reprisando o momento que passaram no dia 11. A trilha sonora de John Powell não aparece o tempo todo, quase com um documentário, mas sim em certos momentos para marcar a atenção do espectador. Fique a favor ou contra os EUA, esse filme tem que ser visto, porque não é menos que ótimo. E mantenha a mente aberta. O próprio Greengrass é inglês, e não americano. Se ele fez um filme tão emocionante não sendo de lá, você pode dar uma chance também.

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