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Mulher-Maravilha e o nada receptivo mundo Nerd

Ah, é cada uma que eu tenho que me desviar, viu?



Há alguns dias recebi a notícia de que o filme Mulher-Maravilha teria sessões especiais exclusivas para mulheres no exterior.

Aí vocês já imaginam a pororoca de chorume que isso virou né? Ainda mais no famigerado meio nerd.

Como já foi dito inclusive pela própria Gal Gadot, a personagem é feminista, e inclusive foi escolhida como símbolo da mulher forte e independente e representante da diversidade pela ONU, virando assim embaixadora da entidade (titulo que foi retirado depois, acredita?) então, nada mais justo que isso, não?

Como sabemos, o mundinho nerd é um ambiente um tanto quanto machista e hostil, e logo as reclamações revoltadas tomaram a internet, inclusive de pessoas falando que esse caso não poderia ser considerado como “igualdade de gêneros”.

Eu achei a proposta bem legal. Acredito que em muitos casos, a gente precise sim ter alguns benefícios para termos o nosso lugar que nos é de direito, e aí sim as coisas mudarem de vez, e termos a tão sonhada igualdade.

Ainda não tive a oportunidade de assistir ao filme (tô indo hoje, imagina a ansiedade!) e tenho ouvido muitos elogios sobre sua ambientação,  caracterização: impecável tem sido uma palavra muito usada. Claro que temos sempre os haters, os insatisfeitos por aí como sempre.

Hoje ouvi uma comparação do filme da Mulher Maravilha com o do Superman de 1978. Ainda não posso falar sobre isso, mas só de ver o tamanho alcance e o exemplo que ela tem sido para mulheres e crianças do mundo (o oposto da Harley Quinn que angariou fãs por motivos muito errados) já acredito que Mulher Maravilha entregue muito mais do que um bom filme da DC, que tanto estava sendo massacrada.

Que seja apenas o começo de uma nova era de princesas, bem diferente daquelas da Disney que tinham como único propósito conhecer o príncipe encantado e viver feliz para sempre com ele (mesmo que para isso ocorresse coisas absurdas, como ser beijada desacordada por um estranho).

Nannarhara é nerd, mãe, cosplayer, fã de séries e cerveja, e rebelde o suficiente para quebrar os padrões e regras normalmente impostos e é editora do site Resistência Rebelde.

 

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