Arquivo para a Categoria ‘Romance’

Meu Namorado é um Zumbi (Warm Bodies, 2013, Canadá) [Crítica]

"Warm Bodies", 2013

Com Nicholas Hoult, Teresa Palmer, Rob Corddry, Dave Franco, Analeigh Tipton, Cory Hardrict e John Malkovich. Roteirizado por Jonathan Levine, baseado no romance de Isaac Marion. Dirigido por Jonathan Levine (50/50).

7/10 - "tem um Tigre no cinema"Meu primeiro professor de cinema dizia que não existem mais histórias originais. Os temas greco-romanos, judaico-cristãos e Shakespeare são o compêndio do que ser humano consegue criar. Pois a formula de “Meu Namorado é um Zumbi” é a mesma base de Romeu e Julieta, um amor impossível, com o tema do momento que são zumbis. Começando de um jeito interessante, revisando o conceito de morto-vivo, o filme cai para romance formulaico.  Poderia ser muito melhor se assumisse o lado de paródia inicial ao invés de buscar agradar o público adolescente feminino, mas, surpreendentemente, é um filme é satisfatório.

Leia mais

O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012, EUA) [Crítica]

"Silver Linings Playbook", 2012Com Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Jacki Weaver, Chris Tucker e Anupam Kher. Baseado no romance de Matthew Quick. Roteirizado e dirigido por David O Russell (O Vencedor).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"O Lado Bom da Vida” seria um filme fraco se apenas tratasse do amor e da paixão como loucura. Apesar de a devoção do personagem principal pela esposa, o filme tenta mostrar um pouco de como pode ser a convivência com alguém que tenha transtorno bipolar. Mesmo se aprofundanado mais na romance do que no distúrbio, que seria uma opção dramaticamente interessante, o filme não é uma perda de tempo e assume seu papel de romance de um modo correto. Nesse ponto de vista, é uma história que começa de um jeito não usual, para terminar do jeito esperado. Mas o diretor consegue criar grande empatia com os personagens que nos faz querer esse final, por mais piegas que seja.

Leia mais

Um Divã Para Dois (Hope Springs, 2012, EUA) [Crítica]

Com Meryl Streep, Tomy Lee Jones, Steve Carell e Elisabeth Shue. Roteirizado por Vanessa Taylor. Dirigido por David Frankel (Marley e Eu).

É um fato que o mundo cinematográfico romântico é quase que exclusivamente dirigido aos jovens. Comédias românticas envolvem casais adolescentes, e até mesmo os filmes de ação tendem a criar pares com menos de 20 anos.  Mas “Um Divã Para Dois” vem para quebrar essa situação. O diretor David Frankel consegue tirar bastante substância do elenco principal, e cria um ambiente bem rico ao mostrar os lugares e as situação que o casal passa. É um filme muito leve, divertido e serve para mostrar ao mais jovens que nossos pais podem passar por situações constrangedoras. Mas sem exageros estilo American Pie. E num mundo onde o amor é tão surrado, precocemente sexualizado, e que as pessoas se juntam para fazer “test-drives, é bom assistir a um filme sobre segundas chances e perdão.

Leia mais

Paraísos Artificiais (2012, Brasil) [Crítica]

Com Nathalia Dill, Luca Bianchi, Lívia de Bueno, Bernardo Melo Barreto, César Cardadeiro e Roney Villela. Roteirizado por Cristiano Gualda, Pablo Padilla e Marcos Prado. Dirigido por Marcos Prado (Estamira).

“Paraísos Artificiais” é uma bela produção nacional. O diretor Marcos Prado se sai muito bem em criar uma atmosfera triste dentro de um romance, e em companhia do diretor de fotografia, Lula Carvalho (de Tropa de Elite), cria ambientes de separação das diferentes linhas de tempo da história de um jeito que o espectador não se sinta confuso, e nem que se perca no período que está assistindo. É uma pena que o roteiro não sustente todo esse esforço. Personagens com atitudes falhas, com decisões que não tem sentido, e um mistério desnecessário não criam uma empatia para que nos importemos. Assim, entendo que “Paraísos…” será um filme a ser lembrado mais pela sua beleza técnica.

Leia mais

O Artista (The Artist, 2011, França) [Crítica]

Com Jean Dujardin, Bérénice Bejo, Uggie, John Goodman e James Cromwell. Escrito e dirigido por Michel Hazanavicius (Agente 117 – Uma Aventura no Cairo).

Não perca este filme de cinema. De verdade, é uma grande homenagem ao cinema. Todo o cuidado com para parecer que foi feito na época, a metalinguagem empregada enquanto vimos filmes dentro do filme e a coragem de fazê-lo mudo e comercial (porque filmes mudos em si não deixaram de ser produzidos), fazem de “O Artista” um dos melhores de 2011. A comédia romântica tem todos as boas peculiaridades de um grande filme, alternando momentos de riso, de doçura e de pequenos dramas, assim como é a vida.

Leia mais

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Le fabuleux destin d’Amélie Poulain, 2001, França) [Crítica]

Com Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, e Rufus. Roteiro de Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant. Dirigido por Jean-Pierre Jeunet (Alien – A Ressureição).

Existe algum tipo de rejeição ao cinema francês para quem não é apreciador de cinema. Se você é um deles, deve assistir esse filme, pois será um introdução bem mais suave ao cinema daquele país. Mas longe de ser um filme fraco. Uma colagem de comédia e romance fora dos padrões, com cortes acelerados e viagens visuais transformam a personagem em uma heróina, e assim sendo, tem que percorrer o “caminho do herói”. Isso e um pouco mais marcam “O Fabuloso Destino…” como um dos filmes mais divertidos da primeira década do século XXI.

Leia mais

Os Agentes do Destino (The Adjustment Bureau, 2011, EUA) [Crítica]

Com Matt Damon, Emily Blunt, Terence Stamp e Anthony Mackie. Escrito por George Nolfi (O Ultimato Bourne), baseado num conto de Philip K Dick. Dirigido por George Nolfi.

“Agentes do Destino” é um filme que vai agradar casais e apreciadores de ficção científica, pois é um filme que terá o romance com o pano de fundo do quase impossível da ficção científica. É agradável, bem feito, bem dirigido e te faz gostar tanto de David (Damon) e de Elise (Emily) que não há possibilidade de torcermos contra a felicidade dos dois.

Leia mais

Te Amarei Para Sempre (The Time Traveler’s Wife, 2009, EUA) [Crítica]

Com Eric Bana, Rachel McAdams, Ron Livingston e Stephen Tobolowsky. Escrito por Jeremy Leven (Don Juan DeMarco) e Bruce Joel Rubin (Ghost – Do Outro Lado da Vida). Baseado no romance de Audrey Niffenegger. Dirigido por Robert Schwentke (Plano de Voo).

Não se deixe levar pela opção brasileira de açucarar o título. O nome original é “A Mulher do Viajante do Tempo”! Nerds de plantão como eu se levaram pelo título original. Suas namoradas/esposas, pelo título brasileiro (nem em Portugal mexeram no título). Foi um risco da distribuidora, e digo que sempre um filme tem que manter seu título original (talvez ache três exceções). Apesar de ser um filme romântico, o título “A Mulher do viajante do tempo” mantém a importância tanto ao viajante Henry (Bana) e Clare (Rachel). E acredito que original à todos. Enfim… Leia mais

Para cima