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Sniper Americano | Crítica | American Sniper, 2014, EUA

American Sniper, 2014

Com Bradley Cooper, Sienna Miller, Sammy Sheik e Mido Hamada. Roteirizado por Jason Hall, baseado no livro de Chris Kyle, Scott McEwen e Jim DeFelice. Dirigido por Clint Eastwood (Jersey Boys).

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Ao invés de engrandecer a instituição das forças armadas dos Estados Unidos, Clint Eastwood prefere pagar tributo a um personagem em especial. E Sniper Americano é uma biografia direcionada para qualquer um que esteja disposto a ouvir o seu relato. É uma história sobre a guerra, família e do preço que se paga pelas escolhas pessoais. O diretor não tenta justificar as ações de seu protagonista, ainda que seja fácil se perder nesse caminho. Ele apenas as apresenta, abrindo um leque de questões para que, no fim das contas, o julgamento seja do espectador.

Sinopse oficial

“Membro das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos, Chris Kyle (Bradley Cooper) é enviado para o Iraque com uma única missão: proteger seus irmãos de armas. Sua precisão salva inúmeras vidas no campo de batalha e as histórias de suas corajosas façanhas se espalham até que ele receba o apelido de “Lenda”. No entanto, sua reputação também está crescendo por trás das linhas inimigas, colocando sua cabeça a prêmio e tornando-o alvo principal de insurgentes. Ele também está enfrentando um tipo de batalha diferente à frente de seu lar: se esforçando para ser um bom marido e bom pai mesmo estando do outro lado do mundo.”

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Cavalo de Guerra (War Horse, 2011, EUA) [Crítica]

Com Jeremy Irvine, Emily Watson, Peter Mullan, David Thewlis, Benedict Cumberbatch, Tom Hiddleston, Eddie Marsan, Toby Kebbell e Niels Arestrup. Roteiro de Richard Curtis (Um Lugar Chamado Notting Hill) e Lee Hall (Orgulho e Preconceito), baseado no romance de Michael Morpurgo. Dirigido por Steven Spielberg (A Lista de Schindler).

Tenho que admitir: “Cavalo de Guerra”  não me chama a atenção pelo seu título. Mas foi para Spielberg o suficiente para que o colocasse em tela. Sem eu ter conhecimento nenhum do livro que o inspirou, essa história discute laços entre irmãos, não necessariamente de sangue, e o cavalo Joey é a linha comum que os une. Apesar do conto emocionante e muita humano, típico nos trabalhos do diretor, o filme peca por ser um tanto piegas e por ter personagens de caráter exagerados.

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