Arquivo para a Categoria ‘Aventura’

Liga da Justiça | Crítica | Justice League, 2017, EUA

Liga da Justiça tem seus defeitos, mas é o raio de esperança que precisávamos para continuarmos a acreditar no Universo Estendido da DC.

Liga da Justiça | Crítica

Elenco: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Raymond Fisher, Jason Momoa, Ezra Miller, Ciarán Hinds | Roteiro: Chris Terrio, Joss Whedon | Argumento: Chris Terrio, Zack Snyder | Baseado nos personagens da DC Comics | Direção: Zack Snyder (Batman vs Superman: A Origem da Justiça) | Duração: 121 minutos | 3D: Irrelevante | Cena Extra

Assim como alguém que sai de um período depressivo, ainda há um resquício de tristeza e sombras em Liga da Justiça, um filme onde um grande símbolo foi tirado de um mundo que já tinha bastantes sombras. Então as coisas vão melhorando. Apesar do filme ser apressado, até bagunçado em muitos momentos, a produção tem momentos para agradar qualquer um que goste de filmes de ação com momentos divertidos, outros tanto sérios, mas que, em geral, mostra o caminho que o universo DC deverá percorrer nos cinemas a partir de agora. Não é um filme perfeito, porém é suficientemente agradável para querermos ver mais desses heróis num futuro próximo.

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Thor: Ragnarok | Crítica | Thor: Ragnarok, 2017, EUA

Thor: Ragnarok é cheio de aventura e momentos divertidos além de tocar num assunto muito atual na sua conclusão.

Thor: Ragnarok | Review

Elenco: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett, Idris Elba, Jeff Goldblum, Tessa Thompson, Karl Urban, Mark Ruffalo, Anthony Hopkins | Roteiro: Eric Pearson, Craig Kyle, Christopher Yost | Baseado em: Thor (Stan Lee, Larry Lieber, Jack Kirby) | Direção: Taika Waititi (O Que Fazemos Nas Sombras) | Duração: 130 minutos | Cena Extra

Mesmo que o Universo Cinemático Marvel não traga nada de revolucionário, inclusive seguindo receitas que aparecem em outros filmes, isso não impede que Thor: Ragnarok seja um dos melhores filmes do estúdio. O primeiro filme do deus do Trovão já tinha algo de leve, colorido e engraçado – coisas postas de lado na continuação e resgatado nessa terceira aventura. Mas agora de maneira maior e cósmica com novos mundos e aparição de personagens queridos e a introdução de outros. O filme não trespassa nenhuma regra e há uma leve problematização em parte dos papéis femininos, mas é impossível não se empolgar com o duelo de titãs que acontece.

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As Duas Irenes | Crítica | Brasil, 2017

As Duas Irenes é um diferente tipo de aventura juvenil, um que não trata seus retratados com desdém.

As Duas Irenes | Review

Elenco: Priscila Bittencourt, Isabela Torres, Marco Ricca, Susana Ribeiro, Inês Peixoto, Teuda Bara, Maju Souza, Ana Reston | Roteiro e direção: Fabio Meira | Duração: 88 minutos

Um conto de aventura e de amadurecimento como As Duas Irenes poderia, à princípio, fazer parte de uma sessão vespertina na televisão.  Porém o mais interessante da produção é como ela subverte o clima dos ditos filmes para toda a família, apesar desses elementos. A produção é sim dotada de uma doçura, mas também traz um clima melancólico que não chega a ser sobrepor na trama, mas que está sempre presente na história das duas protagonistas e também nos coadjuvantes. É também uma história de amizade, dúvidas e confrontos que mimetiza o universo jovem como poucas obras tem a competência de fazer.

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Uma Família Feliz | Crítica | Happy Family, 2017, Alemanha

Pode ser que a protagonista manteve sua alma, mas Uma Família Feliz nunca teve uma para apreciarmos.

Uma Família Feliz (2017) Crítica

Elenco: Emily Watson, Jason Isaacs, Nick Frost, Jessica Brown Findlay, Celia Imrie, Catherine Tate, Ethan Rouse, Jessica McDonald | Roteiro: David Safier, Catharina Junk, Benedikt Niemann, Kirstie Falkous, Jens Benecke, Matthias Parchettka | Baseado em: Happy Family (David Safier) | Direção: Holger Tappe | Duração: 96 minutos

O pior de uma animação que já sai do estúdio com cara de ser muito parecida com outra que envolve vampiros e mais monstros é ser sem graça. Uma Família Feliz é claramente pensada para os mais novos por sua inocência e lições de moral, mas falha miseravelmente no quesito comédia ao modernizar personagens clássicos inserindo tons de filmes de super-heróis e fazendo piadas com arrotos e flatulências. Mesmo que intenção fosse de fazer o entretenimento o mais raso e direto possível, a produção falha pela falta de dinâmica, conclusões que vem de lugar nenhum e um roteiro pessimamente desenvolvido.

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Valerian e a Cidade dos Mil Planetas | Crítica | Valerian and the City of a Thousand Planets, 2017, França

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é grandioso e extremamente bem feito, mas falta lapidação no roteiro e conta com fracas atuações.

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (Valerian and the City of a Thousand Planets) Crítica

Elenco: Dane DeHaan, Cara Delevingne, Clive Owen, Rihanna, Ethan Hawke, Herbie Hancock, Kris Wu, Rutger Hauer | Roteiro: Luc Besson | Baseado em: Valérian et Laureline (Pierre Christin, Jean-Claude Mézières) | Direção: Luc Besson (Lucy) | Duração: 137 minutos

Existe sempre um perigo em adaptar algo que é grandioso desde o seu cerne, como é o caso de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas. Transportar das histórias em quadrinhos, uma plataforma praticamente sem limites, sem se perder no caminho não é tão incomum – e exemplos não faltam. Essa é uma obra ambiciosa de Luc Besson, que apostou alto no visual de um lugar onde podemos ver 200 espécies de alienígenas diferentes, muitas cores e culturas, e que precisava contar uma boa história, mesmo que ela seja um tanto simples. Apesar de visualmente espetacular, ainda que alguns cenários sejam familiares, a trama se alonga além do necessário, tornando a experiência cansativa durante um bom tempo.

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Homem-Aranha: De Volta Ao Lar | Crítica | Spider-Man: Homecoming, 2017, EUA

Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme mais divertido do Universo Cinemático Marvel e a segunda melhor adaptação do amigão da vizinhança.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017) Crítica

Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Jon Favreau, Zendaya, Donald Glover, Tyne Daly, Marisa Tomei, Robert Downey Jr. | Roteiro: Jonathan Goldstein, John Francis Daley, Jon Watts, Christopher Ford, Chris McKenna, Erik Sommers | Direção: Jon Watts (Clown) | Duração: 133 minutes | Cena Extra

O melhor jeito de definir o novo filme do cabeça-de-teia vem do seu subtítulo. Homem-Aranha: De Volta Ao Lar é tão reconfortante quanto estar de volta para o lugar que você chama de casa depois de uma longa viagem. Por mais experiências que elas tenham lhe dado, é no seu aconchego que você merece estar. É um sentimento que a Marvel Studio se comprometeu para satisfazer os fãs do personagem, e eles se sentirão recompensados.  Entre ação e aventura, há um personagem relativamente novo para o Universo Cinemático Marvel, mas ao mesmo tempo familiar para quem o acompanha há algum tempo – sem se esquecer daqueles que aprenderam a gostar desse mundo de heróis lá em 2008.

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Mulher-Maravilha | Crítica | Wonder Woman, 2017, EUA

Provando seu valor como protagonista Mulher-Maravilha é entretenimento mas também é uma história de causar inveja em muitos filmes chamados sérios.

Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright, Danny Huston, David Thewlis, Connie Nielsen, Elena Anaya | Roteiro: Allan Heinberg | Direção: Patty Jenkins (Monster: Desejo Assassino) | Duração: 141 minutos | 3D: Relevante

Quem cresceu lendo todo o panteão da DC Comics tem todo o motivo para sair feliz da sessão de Mulher-Maravilha. E quem apenas acompanhou os filmes, em todas as encarnações anteriores do resto da Trindade, também. Esse não é um filme apenas importante para fãs; também, sem exageros, é para a história do cinema. Ter uma personagem tão popular e tão bem construída é uma inspiração para tantas garotas e mulheres que se encontram pouco representadas nessa indústria. Por trás da cenas de ação, bate um coração com um mensagem importante e que não deve ser ignorada, trazida através de uma personagem popular para que seja recebida mais facilmente.

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Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar | Crítica | Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales, 2017, EUA

Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar resgata o clima da primeira aventura de Jack Sparrow. Digo, Capitão Jack Sparrow.

Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar (2017) Crítica

Elenco: Johnny Depp, Javier Bardem, Brenton Thwaites, Kaya Scodelario, Kevin McNally, Geoffrey Rush, Orlando Bloom | Roteiro: Jeff Nathanson | Direção: Joachim Rønning, Espen Sandberg (A Aventura Kon-Tiki) | Duração: 129 minutos | 3D: Relevante | Cena Extra

Depois de catorze anos desde a aventura original quando conhecemos o Pérola Negra, Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar trouxe de novo aquilo que fez sucesso em 2003. É um filme com elementos de terror, doses de comédia, um leve toque de romance embalados por uma aventura espirituosa e divertida. Depois de pouco mais de duas horas, podemos perceber as semelhanças das estruturas da história de Gore Verbinski e agora com Rønning e Sandberg. Apesar de ser um filme visualmente bem mais deslumbrante que os outros, a aventura peca por alguns personagens esquecíveis e essa previsibilidade dada ao percorrer um caminho parecido com a aventura original, salvo por alguns detalhes.

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Rei Arthur: A Lenda da Espada | Crítica | King Arthur: Legend of the Sword, 2017, EUA-Austrália-Reino Unido

Rei Arthur: A Lenda da Espada é uma abordagem modernizada do clássico, mas bem comum para um filme de ação.

Rei Arthur: A Lenda da Espada (King Arthur: Legend of the Sword) | Crítica

Elenco: Charlie Hunnam, Àstrid Bergès-Frisbey, Djimon Hounsou, Aidan Gillen, Jude Law, Eric Bana | Argumento: David Dobkin, Joby Harold | Roteiro: Guy Ritchie, Lionel Wigram, Joby Harold | Direção: Guy Ritchie (O Agente da U.N.C.L.E.) | Duração: 126 minutos | 3D: Relevante

As lendas arthurianas existem há tanto tempo que Guy Ritchie arriscou e fez o mais famoso rei bretão numa versão totalmente fora do usual. Isso para o personagem, porque Rei Arthur: A Lenda da Espada é um filme de ação e aventura como muitos outros. Para um filme sobre o (lendário) Rei Arthur é realmente diferente. Para o gênero, nem tanto, incluindo o pedido dentro da narrativa que pede uma continuação onde, finalmente, um diretor achou uma maneira de transformar uma das lendas mais conhecidas e épicas do mundo ocidental num blockbuster – o que não quer dizer que seja necessariamente uma boa coisa.

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Power Rangers | Crítica | Power Rangers, 2017, EUA

Power Rangers vem carregado de nostalgia, mas é só nos minutos finais que realmente mostra a que veio.

Power Rangers (2017)

Elenco: Dacre Montgomery, Naomi Scott, RJ Cyler, Becky G, Ludi Lin, Bill Hader, Bryan Cranston, Elizabeth Banks | Argumento: Matt Sazama, Burk Sharpless, Michele Mulroney, Kieran Mulroney | Roteiro: John Gatins | Baseado em: Power Rangers (Haim Saban) e Kyōryū Sentai Zyuranger (Toei Company) | Direção: Dean Israelite (Projeto Almanaque) | Duração: 124 minutos | Cena Extra

Há uma pretensa seriedade em Power Rangers durante o primeiro ato que não acompanha o resto da produção: como se a vida sem graça de cinco adolescentes comuns de uma cidadezinha ganhasse cores e, junto disso, armaduras brilhantes e robôs-dinossauros gigantes. Basicamente, o sonho de qualquer um que cresceu acompanhando super-sentai (sejam os originais japoneses ou a versão pasteurizada da Saban). Um filme assim deveria primar pela diversão e abraçar seus absurdos, mas isso só acontece em parte. Sem saber como trabalhar com um filme de origens, o resultado é tedioso em geral e só começa a ficar interessante quando sabemos que está acabando.

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Kong: A Ilha da Caveira | Crítica | Kong: Skull Island, 2017, EUA

O Rei não está morto! Viva longa ao Rei em Kong: A Ilha da Caveira – que falha no desenvolvimento de alguns personagens, mas diverte.

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Elenco: Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, John Goodman, Brie Larson, Jing Tian, Toby Kebbell, John Ortiz, Corey Hawkins, Jason Mitchell, Shea Whigham, Thomas Mann, Terry Notary, John C. Reilly | Argumento: John Gatins, Dan Gilroy | Roteiro: Dan Gilroy, Max Borenstein, Sevak Anakhasyan | Baseado em: King Kong (Merian C. Cooper, Edgar Wallace) | Direção: Jordan Vogt-Roberts (Os Reis do Verão) | Duração: 118 minutos | 3D: Relevante | Cena Pós-Créditos

Alguns personagens são tão eternos que fica uma ponta de duvida em revisitá-los. Apenas para confirmar que a nostalgia é a onda da vez, Kong: A Ilha da Caveira é tanto uma homenagem ao personagem de 1933 como uma reimaginação do icônico personagem, atualizando questões já defasadas na refilmagem de 1976. É uma produção que abraça a fantasia e aventura desde o princípio, diverte a audiência e levanta o mesmo tema de antes, mas que continua atual: tememos o que não entendemos. Mesmo que tenha alguns clichês, a história subverte temas e nos presenteia com algumas surpresas. Principalmente para os fãs dos clássicos monstros gigantes.

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A Grande Muralha | Crítica | 長城, 2017, China-EUA

A Grande Muralha é uma aventura visualmente deslumbrante, mas genérica e sem a típica discussão filosófica de Yimou Zhang.

A Grande Muralha (The Great Wall, 2017)

Elenco: Matt Damon, Jing Tian, Pedro Pascal, Willem Dafoe, Andy Lau | Argumento: Max Brooks, Edward Zwick, Marshall Herskovitz | Roteiro: Carlo Bernard, Doug Miro, Tony Gilroy | Direção: Zhang Yimou (A Maldição da Flor Dourada) | Duração: 104 minutos | 3D: Irrelevante

Há motivos para gostar de A Grande Muralha. É uma superprodução cinematográfica, tem efeitos especiais fantásticos e uma direção de arte digna do diretor. Mas também é uma diversão rasa e bem passageira. Apesar da massiva presença chinesa, de ser filmado totalmente na China e ter um consagrado diretor de lá, o filme é bem comum no desenvolvimento da narrativa e do protagonista branco, um herói quase infalível que é aplaudido por feitos medianos. É uma produção para quem procura um entretenimento rápido com alguma dose de diversão; mas é assustador para quem esperava algo parecido com os trabalhos anteriores de Yimou Zhang.

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xXx: Reativado | Crítica | xXx: Return of Xander Cage, 2017, EUA

xXx: Reativado não é nem um pouco divertido e serve apenas para bajular Vin Diesel

xXx: Reativado (2017)

Elenco: Vin Diesel, Donnie Yen, Deepika Padukone, Kris Wu, Ruby Rose, Tony Jaa, Nina Dobrev, Toni Collette, Samuel L. Jackson | Roteiro: F. Scott Frazier | Direção: D. J. Caruso (Eu Sou Número Quatro) | Duração: 107 minutos | 3D: Irrelevante

O que dizer sobre algo que, no seu cerne, não tem nada para dizer? xXx: Reativado não é apenas um filme raso – dizer isso é apenas o começo. Ele apareceu com anos de atraso e com os mesmos vícios da suposta época que deveria ter saído: mal atuado, cheio de explosões sem sentido, atuações péssimas, sexista ao extremo e sem explicações necessárias. E o pior de tudo: a produção não consegue sequer ser divertida. São vários minutos de adrenalina com algumas boas coreografias que servem apenas para Vin Diesel, no papel de produtor, dizer como Vin Diesel é o cara. Pelo menos na visão de Vin Diesel.

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Assassin’s Creed | Crítica | Assassin’s Creed, 2016, EUA

Infelizmente, Assassin’s Creed não rompe a barreira da qualidade do mundo dos games para o cinema. E esse não é o único problema da produção.

Assassin’s Creed

Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons, Brendan Gleeson, Charlotte Rampling, Michael K. Williams | Roteiro: Michael Lesslie, Adam Cooper, Bill Collage | Baseado em: Assassin’s Creed (Ubisoft) | Direção: Justin Kurzel (Macbeth: Ambição e Glória) | Duração: 116 minutos

4/10 - "tem um Tigre no cinema"A intenção dos produtores de Assassin’s Creed fica bem clara na transposição do famoso game para o cinema: aproveitar um das mais franquias mais famosas do mundo para fazer a sua própria. E quando se pensa exclusivamente nesse sentido mercadológico o resultado é medíocre. Para a crítica pouco importa se a transposição de uma mídia para outra é fiel – e em muitos elementos não é –, mas pegar uma ideia para espremê-la na intenção de tirar algum lucro só funcionaria com bons elementos. E existem poucos nessa narrativa que se não está cansando a audiência, esta pouco se importando com o desenvolvimento e motivação dos personagens.

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Moana: Um Mar de Aventuras | Crítica | Moana, 2016, EUA

Pensado para um público bem infantil, Moana: Um Mar de Aventuras é uma aventura colorida mas que aborda questões importantes.

Moana: Um Mar de Aventuras (2016)

Elenco: Auli’i Cravalho, Dwayne Johnson, Rachel House, Temuera Morrison, Jemaine Clement, Nicole Scherzinger, Alan Tudyk | Argumento: Ron Clements, John Musker, Chris Williams, Don Hall, Pamela Ribon, Aaron e Jordan Kandell | Roteiro: Jared Bush | Direção: Ron Clements, John Musker (Aladdin) | Duração: 107 minutos | 3D: Relevante

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Moana: Um Mar de Aventuras tem a intenção e o foco de agradar mais as crianças por uma estrutura bem simples, mas que surpreende na conclusão, e pelas vários momentos de cantoria que podem desagradar quem não gosta do gênero musical. Portanto, é preciso encarar a nova aventura da Disney com esse propósito. É uma daquelas aventuras que pode ser assistida tanto de maneira descompromissada, mas que dentro de si carrega uma bela mensagem de variados protagonismos. Pode parecer que a questão da diversidade já foi abordada demais porque temos uma produção atrás da outra com mulheres à frente, mas é só levar em conta quantas vezes o contrário aconteceu para perceber que ainda existe um longo caminho para equilibrar as coisas.

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Rogue One: Uma História Star Wars | Crítica | Rogue One: A Star Wars Story, 2016, EUA

Rogue One: Uma História Star Wars (2016)

Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, Donnie Yen, Mads Mikkelsen, Alan Tudyk, Riz Ahmed, Jiang Wen, Forest Whitaker | Argumento: John Knoll, Gary Whitta | Roteiro: Chris Weitz, Tony Gilroy | Direção: Gareth Edwards (Godzilla)

Rogue One: Uma História Star Wars chega como a mais ousada produção do universo iniciado em 1977, equilibrando drama, ação e comédia.

9,5/10 - "tem um Tigre no cinema"É perigoso – e inadequado – simplificar uma produção, seja ela literária ou cinematográfica, em poucas palavras. Podemos começar com uma para chamar a atenção, como um resumo ou chamada. Então, Rogue One: Uma História Star Wars é ousado, mas antes de tudo é um filme de guerra. Para nos aprofundarmos mais, numa das funções da crítica, a produção é tanto um olhar para frente quanto uma homenagem aos fãs. E entendendo que a maioria dos apreciadores de Star Wars não são mais crianças, a produção aposta na mescla de uma história mais sombria e madura, porém sem deixar de lado o espírito aventureiro da saga da família Skywalker, fazendo um resumo do que é a mais famosa das óperas espaciais.

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Animais Fantásticos e Onde Habitam | Crítica | Fantastic Beasts and Where to Find Them, 2016, Reino Unido

Animais Fantásticos e Onde Habitam é uma história bem simples, com momentos divertidos e que tenta agradar uma nova geração para o universo de J.K. Rowling.

Animais Fantásticos e Onde Habitam (2016)

Elenco: Eddie Redmayne, Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol, Ezra Miller, Samantha Morton, Jon Voight, Carmen Ejogo, Colin Farrell | Roteiro: J. K. Rowling | Baseado em: Fantastic Beasts and Where to Find Them (J. K. Rowling) | Direção: David Yates (A Lenda de Tarzan)

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Existem dois pontos positivos em Animais Fantásticos e Onde Habitam: em primeiro lugar, é um filme bem divertido. E em segundo, contém-se em si mesmo (quase), sem a necessidade extrema de uma continuação – ainda que saibamos que ela irá acontecer. Rowling e Yates revisitam o Mundo Bruxo™ com uma mistura de saudosismo com um olhar para frente. Os fãs de Harry Potter e companhia se sentirão bem ao revisitar o universo iniciado pela autora em 1997, mas precisarão entender que esse filme não foi feito para quem cresceu com o bruxo. A proposta é de alcançar um público hoje infanto-juvenil, numa produção que tem o espírito pueril da primeira aventura de Potter. O que torna a produção muito simples em geral.

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Doutor Estranho | Crítica | Doctor Strange, 2016, EUA

Doutor Estranho abre a fase mística do Universo Cinemático Marvel apostando em efeitos especiais e no peso do elenco.

Doutor Estranho (2016)

Elenco: Benedict Cumberbatch, Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Benedict Wong, Michael Stuhlbarg, Benjamin Bratt, Scott Adkins, Mads Mikkelsen, Tilda Swinton | Roteiro: Scott Derrickson, C. Robert Cargill | Argumento: Jon Spaihts, Scott Derrickson, C. Robert Cargill | Baseado em: Doutor Estranho (Steve Ditko) | Direção: Scott Derrickson (A Entidade 2)

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Mesmo que a Marvel Studios tenha investido em fórmulas que vão sendo repetidas a cada introdução de um personagem novo nos cinemas é preciso admitir que, de maneira geral, o estúdio tem entregado produções divertidas. Começando com uma fase científica, passando pela cósmica, Doutor Estranho entra de vez no mundo místico desse universo de super-seres. Visualmente impressionante, ainda que certos elementos já tenham sido usados em outras produções, o filme trabalha com pequenos paralelos do universo que participa e, apesar de ser um conto de origens, é dinâmico o suficiente para não cansar a audiência nas quase duas horas de projeção.

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