Jack – O Caçador de Gigantes (Jack the Giant Slayer, 2013, EUA) [Crítica]
Com Nicholas Hoult, Eleanor Tomlinson, Stanley Tucci, Ian McShane, Bill Nighy e Ewan McGregor. Roteirizado por Darren Lemke, Christopher McQuarrie e Dan Studney. Dirigido por Bryan Singer.
Podemos dizer que não é de se esperar muito de contas de fada. Eles serviam de lição de moral aos mais novos, desde não confie em estranhos, ou quando o coração é puro, tudo é possível. Mas “João e o Pé de Feijão” é diferente, pois se trata de aventura pura ̶ e João é personagem bem sacana, já que ele roubou e matou o gigante, se você não levar em conta versão moralizada de Benjamim Tabart. E a produção multimilionária “Jack – O Caçador de Gigantes” tenta mimetizar esse espírito: um personagem aventureiro, que enfrenta medos e inimigos impossíveis. Infelizmente, o filme não é ao menos divertido, e serve apenas como entretenimento infantil. Seus personagens maniqueístas não levam à qualquer tipo de reflexão, atuações fracas, e um roteiro lento tornam a experiência tediosa e cansativa.







É comum dizer que as experiências com Deus são únicas, e isso pode ser expandido quando se fala de qualquer divindade ou até mesmo do Universo. “As Aventuras de Pi” é uma grande contemplação à como as coisas conspiram a favor ou contra nós, e como reagimos nessas situações. A vida é dotada de pequenos momentos que podem ser considerados milagres, dependendo de como você conta a história. O diretor Ang Lee apresenta um filme que é uma grande alegoria espiritual, apresentando algumas nuances de Deus, as questões de ser humano, e de nossa próprias dúvidas.















