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A Morte do Demônio (Evil Dead, 2013, EUA) [Crítica]

"Evil Dead" 2013

Com Jane Levy, Shiloh Fernandez, Lou Taylor Pucci, Jessica Lucas e Elizabeth Blackmore. Roterizado por Fede Alvarez e Rodo Sayagues, baseado no original de Sam Raimi. Dirigido por Fede Alvarez.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Existe uma previsibilidade irritante em todos os quadros do remake “A Morte do Demônio”. Fede “piada pronta” Alvarez sabe fazer cinema. As melhores parte do filme estão no seu jeito acadêmico de fazer as coisas e no trabalho que não usou efeitos especiais de computador. É notório que o diretor compreende a linguagem cinematográfica e sabe aplicá-la. Mas é só isso. O filme tem uma bela capa, mas o resultado é uma história que não diverte, oca e decepcionante.

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Mama (Mama, 2013, Espanha-Canadá) [Crítica]

"Mama", 2013

Com Jessica Chastain, Nikolaj Coster-Waldau, Megan Charpentier, Isabelle Nélisse e Daniel Kash. Roteirizado por Neil Cross, Andrés Muschietti e Bárbara Muschietti, baseado no curta-metragem de Andrés Muschietti. Dirigido por Andrés Muschietti.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"“Mama” é um filme que funciona bem nos seus 100 minutos. Tenso em muitas partes e competente ao marcar sustos na plateia, o filme de terror que foi baseado num curta-metragem mais apavorante ainda, mostra que ainda é possível contar boas histórias desse gênero que tem maltratado tantas vezes seus fãs com inúmeras continuações, remakes e reboots.

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Oblivion (Oblivion, 2013, EUA) [Crítica]

"Oblivion", 2013

Com Tom Cruise, Olga Kurylenko, Andrea Riseborough, Morgan Freeman, Melissa Leo e Nikolaj Coster-Waldau. Roteirizado por Joseph Kosinski, William Monahan, Karl Gajdusek e Michael Arndt, baseado nos quadrinhos de Joseph Kosinski e Arvid Nelson. Dirigido por Kosinski (Tron: O Legado).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"A condição humana já foi objeto de estudos várias vezes na ficção científica. A revisitação do tema em “Oblivion” – adaptada de uma história em quadrinhos – faz um serviço mediano. O roteiro tem problemas de percalço por causa do quadrilátero de roteiristas. E apesar do protagonista ser um tanto canastrão, é muito fácil de acreditarmos no que ele faz em tela. Também existem decisões erradas na direção de Kosinski e na trilha sonora. É um filme que tinha potencial, mas não usou dele, e se vê claramente que existia um enorme potencial.

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Uma História de Amor e Fúria (2013, Brasil) [Crítica]

"Um História de Amor e Fúria", 2013Com Selton Mello, Camila Pitanga e Rodrigo Santoro. Roteirizado e dirigido por Luiz Bolognesi.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Devo admitir que foi corajoso o filme ser uma animação e com toques de ficção científica. Ao usar elementos do povo brasileiro, o roteirista e diretor Luiz Bolognesi cria um heroi que se identifica com a identidade miscigena própria do nosso pais: ele é índio, depois mulato e finalmente branco. A história viaja por vários momentos históricos que fazem o protagonista entrar em conflito com personagens históricos. Mas “Uma história de Amor e Fúria” é uma perda de tempo do espectador. É um coleção de clichês, não apresenta nada de novo, além de ter os personagens mais maniqueístas que eu já vi nos últimos tempos. Dotado de uma roteiro fraco e superficial, é um dos piores filmes do ano.

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GI Joe: Retaliação (G.I. Joe: Retaliation, 2013, EUA) [Crítica]

"GI Joe: Retaliation", 2013

Com Bruce Willis, Dwayne Johnson, Channing Tatum, D.J. Cotrona, Lee Byung-hun, Adrianne Palicki, Ray Park, Jonathan Pryce, Ray Stevenson, Arnold Vosloo, RZA, Elodie Yung, Joseph Mazzello, Walton Goggins, Luke Bracey e Robert Baker. Roteirizado por Rhett Reese e Paul Wernick. Dirigido por Jon M Chu.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Existe uma evolução presente no filme “GI Joe: Retaliação” em relação a seu predecessor. O filme de 2009 aposta em várias piadas, principalmente na presença do comediante Marlon Wayans, na ação e num roteiro bem pífio. Não que a continuação seja uma obra-prima, nem um drama de guerra. No entanto, Jon M Chu adota um tom mais sério a partir do segundo arco. Diferente do anterior, temos uma obra divertida. E não mais do que isso. Por muitos momentos, o diretor e os roteiristas contam com a suspensão de descrença do espectador, que tem de estar muito alta para relevar tantos furos.

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Jack – O Caçador de Gigantes (Jack the Giant Slayer, 2013, EUA) [Crítica]

"Jack the Giant Slayer", 2013

Com Nicholas Hoult, Eleanor Tomlinson, Stanley Tucci, Ian McShane, Bill Nighy e Ewan McGregor. Roteirizado por Darren Lemke, Christopher McQuarrie e Dan Studney. Dirigido por Bryan Singer.

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Podemos dizer que não é de se esperar muito de contas de fada. Eles serviam de lição de moral aos mais novos, desde não confie em estranhos, ou quando o coração é puro, tudo é possível. Mas “João e o Pé de Feijão” é diferente, pois se trata de aventura pura  ̶  e João é personagem bem sacana, já que ele roubou e matou o gigante, se você não levar em conta versão moralizada de Benjamim Tabart. E a produção multimilionária “Jack – O Caçador de Gigantes” tenta mimetizar esse espírito: um personagem aventureiro, que enfrenta medos e inimigos impossíveis. Infelizmente, o filme não é ao menos divertido, e serve apenas como entretenimento infantil. Seus personagens maniqueístas não levam à qualquer tipo de reflexão, atuações fracas, e um roteiro lento tornam a experiência tediosa e cansativa.

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A Caça (Jagten, 2013, Dinamarca) [Crítica]

"Jagten", 2013Com Mads Mikkelsen, Susse Wold, Thomas Bo Larsen, Lars Ranthe, Anne Louise Hassing, Bjarne Henriksen, Annika Wedderkopp, Lasse Fogelstrøm e Alexandra Rapaport. Roteirizado por Tobias Lindholm e Thomas Vinterberg. Dirigido por Thomas Vinterberg.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Ficamos acostumados com denúncias, e é normal qualquer portal ou jornal impresso estampar os dizeres que alguma pessoa foi acusada de cometer um crime. Pode ser apenas o começo da investigação, mas a simples citação é passível de marcar para sempre. Seja verdade ou não, essa é basicamente a proposta de “A Caça”. A discussão envolve verdades e mentiras, como a vida pode virar vertiginosamente por causa de algumas palavras, e sobre um estigma que não será apagado facilmente, se é que um dia será.

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A Busca (2013, Brasil) [Crítica]

"A Busca", 2013

Com Wagner Moura, Lima Duarte, Mariana Lima e Brás Antunes. Roteirizado por Elena Soarez. Dirigido por Luciano Moura.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Anteriormente chamado “A Cadeira do Pai”, Lucas Moura dá ao seu filme um título um tanto genérico que pode ser encaixado em várias propostas. E é isso mesmo que acontece, pois passamos pelo drama de Theo (Moura) e da esposa, Branca (Lima) que está se separando do marido quando o filho Pedro (Antunes) desaparece no dia do seu aniversário, para depois virar um road movie com elementos, digamos, mágicos.

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Killer Joe – Matador de Aluguel (Killer Joe, 2012, EUA) [Crítica]

"Killer Joe", 2012

Com Matthew McConaughey, Emile Hirsch, Juno Temple, Gina Gershon e Thomas Haden Church. Roteirizado por Tracy Letts (Possuídos), baseado na própria peça de teatro. Dirigido por William Friedkin (O Exorcista).

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Não é sempre que vemos um filme violento, com doses de sarcasmo e humor negro como “Killer Joe”. Friedkin juntou um excelente elenco, e conseguiu dar profundidade à esses personagens detestáveis, e que são a antítese da família unida. Com uma história intrigante, cheia de momentos tensos e deprimentes, mas altamente justificáveis, é ótimo vermos que o famoso diretor de “O Exorcista” (The Exorcist, 1973) acerta o caminho mais uma vez depois de tanto tempo.

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Oz: Mágico e Poderoso (Oz the Great and Powerful, 2013, EUA) [Crítica]

"Oz the Great and Powerful", 2013

Com James Franco, Mila Kunis, Rachel Weisz, Michelle Williams, Zach Braff, Bill Cobbs e Joey King. Roteirizado por David Lindsay-Abaire e Mitchell Kapner, baseado nos livros de L Frank Baum. Dirigido por Sam Raimi (Homem-Aranha).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Lembremos-nos de “O Mágico de Oz” e o que fez o filme ser, e continuar, um sucesso. Grandioso e ousado para época, com uma bela mensagem e que encantou gerações. Apesar da história original do livro ter diversas continuações, não existia um prequel. E Sam Raimi e a Disney se arriscaram e fizeram outro filme grandioso, e tecnicamente perfeito. Já o roteiro em si não é ousado, e tem vícios comuns no cinema hollywoodiano atual. Enfim, é nada mais que uma boa diversão. Mas pelo menos faz homenagem ao mundo de Oz e ao próprio cinema.

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