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Em um Mundo Melhor | TigreCast #158 | Podcast

Em um Mundo Melhor | TigreCast #158 | Podcast

Sometimes it feels like there is a veil between you and death, but that veil disappears when you lose someone you loved or someone who was close to you, and you see death clearly, for a second, but later the veil returns, and you carry on living. Then things will be alright again.” – Anton

ESTAMOS DE VOLTA! Depois um longo e tenebroso, vamos tocar o barco e correr atrás do prejuízo.

Essa é a semana do Oscar 2017, então voltamos para 2010 e conhecer o vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro Em um Mundo Melhor (Hævnen), dirigido pela dinamarquesa Susanne Bier – a única diretora indicada ao prêmio duas vezes -, com Mikael Persbrandt, Ulrich Thomsen, William Jøhnk Nielsen e Markus Rygaard no elenco.

Tiago Lira (@tiagoplira), Alex Gonçalves (@agmcinefilo) e Matheus Des (@matheusdes) falam da relação simbólica com os outros filmes da diretor na quarta colaboração com o roteirista Anders Thomas Jensen, discussões morais, quem é o protagonista da história, a contemplação, como a diretora nos infiltra no contexto da narrativa, perguntas para refletir, o que é coragem, e um mundo melhor pra quem?

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Um Homem Chamado Ove | Crítica | En man som heter Ove, 2015, Suécia

Um Homem Chamado Ove ganha pela simpatia dos personagens, mas sobram poucas diferenças do que já vimos em outras comédias dramáticas.

Um Homem Chamado Ove (2015)

Elenco: Rolf Lassgård, Bahar Pars, Filip Berg, Ida Engvoll | Roteiro: Hannes Holm | Baseado em: Um Homem Chamado Ove (Fredrik Backman) | Direção: Hannes Holm | Duração: 118 minutos

Você já viu essa história antes: o idoso rabugento e chato que se incomoda com qualquer coisa. Assim é Um Homem Chamado Ove que realmente não trás nada de novo ao gênero da comédia dramática. Mas há risadas garantidas com a personalidade do protagonista, seu jeito de viver e suas lembranças. O diretor Hannes Holm sabe como manipular a plateia, o que não é algo ruim, deixando aquela linha para ser puxada na hora certa e assim emocionar os mais sensíveis. E se por quase duas horas um filme de comédia misturado com drama faz rir e chorar, a tarefa foi cumprida.

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A Caça (Jagten, 2013, Dinamarca) [Crítica]

"Jagten", 2013Com Mads Mikkelsen, Susse Wold, Thomas Bo Larsen, Lars Ranthe, Anne Louise Hassing, Bjarne Henriksen, Annika Wedderkopp, Lasse Fogelstrøm e Alexandra Rapaport. Roteirizado por Tobias Lindholm e Thomas Vinterberg. Dirigido por Thomas Vinterberg.

10/10 - "tem um Tigre no cinema"Ficamos acostumados com denúncias, e é normal qualquer portal ou jornal impresso estampar os dizeres que alguma pessoa foi acusada de cometer um crime. Pode ser apenas o começo da investigação, mas a simples citação é passível de marcar para sempre. Seja verdade ou não, essa é basicamente a proposta de “A Caça”. A discussão envolve verdades e mentiras, como a vida pode virar vertiginosamente por causa de algumas palavras, e sobre um estigma que não será apagado facilmente, se é que um dia será.

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Deixa ela entrar (Låt den rätte komma in, 2008, Suécia) [Crítica]

Com Kåre Hedebrant, Lina Leandersson, Per Ragnar e Henrik Dahl. Escrito por John Ajvide Lindqvist,baseado em seu próprio romance. Dirigido por Tomas Alfredson. Na gelada Estocolmo de 1982, o garoto Oskar (Hedebrant) vive com a mãe e tem problemas na escola por ser vítima de bullying. Ele conhece Eli (Lina) uma garota reservada como ele. Ao mesmo tempo em que ocorre um assassinato cruel nos arredores de onde eles moram.

Atenção: a crítica tem alguns spoilers! Leia mais

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