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Rogue One: Uma História Star Wars | Crítica | Rogue One: A Star Wars Story, 2016, EUA

Rogue One: Uma História Star Wars (2016)

Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, Donnie Yen, Mads Mikkelsen, Alan Tudyk, Riz Ahmed, Jiang Wen, Forest Whitaker | Argumento: John Knoll, Gary Whitta | Roteiro: Chris Weitz, Tony Gilroy | Direção: Gareth Edwards (Godzilla)

Rogue One: Uma História Star Wars chega como a mais ousada produção do universo iniciado em 1977, equilibrando drama, ação e comédia.

9,5/10 - "tem um Tigre no cinema"É perigoso – e inadequado – simplificar uma produção, seja ela literária ou cinematográfica, em poucas palavras. Podemos começar com uma para chamar a atenção, como um resumo ou chamada. Então, Rogue One: Uma História Star Wars é ousado, mas antes de tudo é um filme de guerra. Para nos aprofundarmos mais, numa das funções da crítica, a produção é tanto um olhar para frente quanto uma homenagem aos fãs. E entendendo que a maioria dos apreciadores de Star Wars não são mais crianças, a produção aposta na mescla de uma história mais sombria e madura, porém sem deixar de lado o espírito aventureiro da saga da família Skywalker, fazendo um resumo do que é a mais famosa das óperas espaciais.

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Creed: Nascido Para Lutar | Crítica | Creed (2015) EUA

Creed (2015)

Com Michael B. Jordan, Sylvester Stallone, Tessa Thompson, Phylicia Rashad, Anthony Bellew. Roteirizado por Ryan Coogler, Aaron Covington. Dirigido por Ryan Coogler.

A passada de bastão de um personagem para outro é um tema batido, mas muito bem desenvolvido nesse emocionante filme.

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Fazendo aquela rápida retrospectiva de 2015, ano de origem do filme, Creed: Nascido Para Lutar entra naquele rol de produções milionárias, com apoio de grandes produtores e estúdios, mas com alma. Verdadeiramente o novo round de uma franquia já querida por tantos tem um dos elementos que mais criticamos em Hollywood: as continuações. Porém, devemos dar admitir que esse filme renova ao mesmo tempo que honra o material original. Sem perder o foco ao encontrar sua própria assinatura e caminho.

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O Conselheiro do Crime | Crítica | The Counselor, 2013, EUA-Reino Unido

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Com Michael Fassbender, Penélope Cruz, Cameron Diaz, Javier Bardem, Brad Pitt. Roteirizado por Cormac McCarthy (Onde os Fracos Não Tem Vez). Dirigido por Ridley Scott (Prometheus).

9,5/10 - "tem um Tigre no cinema"Existem filmes densos e que nos fazem refletir. E existem outros que são puramente um soco no estômago, como esse ótimo exemplo trazido por Ridley Scott e Cormac McCarthy, voltando ao violento mundo do crime que havia visitado em “Onde os Fracos Não tem Vez” (livro que os Coen basearam seu filme No country For Old Man, de 2007). É uma história pesada e tensa, que mostra cicatrizes que nunca curam, e como uma série de eventos, que pode vir da má sorte, atinge os inocentes.

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Rush – No Limite da Emoção (Rush, 2013, EUA-Reino Unido) [Crítica]

Rush, 2013

Com Chris Hemsworth, Daniel Brühl, Olivia Wilde, Alexandra Maria Lara, Natalie Dormer, Pierfrancesco Favino. Roteirizado por Peter Morgan (360). Dirigido por Ron Howard (Apollo 13).

9,5/10 - "tem um Tigre no cinema"Aos que não fãs de Fórmula 1, ou de automobilismo em geral, digo que apreciem esse filme sem medo. Ron Howard é seguro na direção como os pilotos retratados em suas Ferraris e McLarens. O diretor poderia ter afastado os fãs mais ávidos de corrida ao concentrar mais no drama dos personagens do que no evento em si. Mas temos aqui um equilíbrio que agradará mesmo quem nunca viu um Grande Prêmio inteiro. É um ótima produção cinematográfica, que consegue criar tensão sem esquecer o tom dramático, e uma das melhores surpresas do ano.

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Star Trek: Além da Escuridão (Star Trek: Into Darkness, 2013, EUA) [Crítica]

"Star Trek: Into the Darkness", 2013

Com Chris Pine, Zachary Quinto, Benedict Cumberbatch, John Cho, Alice Eve, Bruce Greenwood, Simon Pegg, Zoe Saldaña, Karl Urban, Peter Weller e Anton Yelchin. Roteirizado por Roberto Orci, Alex Kurtzman (Cowboys e Aliens) e Damon Lindelof (Prometheus). Dirigido por JJ Abrams (Super 8).

9,5/10 - "tem um Tigre no cinema"Existe um inegável peso nos ombros de JJ Abrams para a continuação de um filme corajoso, que conseguiu agradar fãs fervorosos da série Star Trek original, e ganhar gente que nunca foi muito fã das histórias de Kirk e companhia – eu incluso. A franquia renovada agora pode explorar tanto histórias novas, como homenagear o universo original. E é o que acontece aqui. Cheio de referências que vão agradar quem assistiu os episódios da TV e os filmes da tripulação clássica, Além da Escuridão tem personagens carismáticos, atuações fantásticas e efeitos técnicos de tirar o fôlego; não esquecendo o lado humano. Num ano em que grandes produções que se mostraram nada além de medianas – se muito – a nova aventura da Enterprise desponta, até o momento, como o melhor blockbuster do ano.

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Detona Ralph (Wreck-it Ralph, 2012, EUA) [Crítica]

"Wreck-it Ralph", 2012

Com John C Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer, Alan Tudyk, Ed O’Neill e Jane Lynch. Argumento de Rich Moore, Phil Johnston e Jim Reardon. Roteirizado por Phil Johnston e Jennifer Lee. Dirigido por Rich Moore.

9,5/10 - "tem um Tigre no cinema"Todos os pôsteres de divulgação convergiam para uma direção: “Detona Ralph” seria um filme que levaria toda uma geração ao cinema para ver nossos personagens preferidos do mundo gamer. Sonic, Pac-Man, Mario e vários personagens da Capcom (principalmente da franquia Street Fighter) desfilam pelo universo do fliperama Witlak. Mas não é só isso. Os responsáveis pelo filme entregaram uma produção emocionante e divertida, que é complementada por essas presenças memoráveis. Misturando tudo isso à ação e doçura (sem ser pegajosa), a Disney ganha mais uma história para ficar na memória de qualquer um. Gamer ou não.

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Moonrise Kingdom (Moonrise Kingdom, 2012, EUA) [Crítica]

Com Jared Gilman, Kara Hayward, Bruce Willis, Edward Norton, Bill Murray, Frances McDormand, Tilda Swinton, Jason Schwartzman, Harvey Keitel e Bob Balaban. Roterizado por Roman Coppola (Viagem a Darjeeling) e Wes Anderson. Dirigido por Wes Anderson (Os Excêntricos Tenenbaums).

Numa bucólica ilha da Nova Inglaterra, Wes Anderson nos dá um filme que é típico de sua filmografia. Retratando de um jeito muito doce o período de descobertas que acontecem na vida das crianças, o filme trata do imaginário, da aventura e do romance, sendo quase completo. Com atuações fantásticas, símbolos bem construídos e uma direção precisa, mas que pode incomodar alguns por ser “Wes Anderson” demais, “Moonrise Kingdom” é digno de atenção para todas as idades, e estará com certeza na lista de muitos dos melhores de 2012.

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Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, 2012, EUA) [Crítica]

Com Christian Bale, Gary Oldman, Tom Hardy, Anne Hathaway, Marion Cotillard e Morgan Freeman. Roteirizado por Christopher Nolan, Jonathan Nolan e David S. Goyer. Dirigido por Christopher Nolan.

“In Nolan We Trust”. Essa frase foi muito usada na internet para mensurar como estávamos confiantes na conclusão da Trilogia Batman nas mãos de Christopher e Jonathan Nolan e David S. Goyer. Depois de sete anos, chegamos a um belo fim. O filme não é perfeito, mas chega bem perto disso. Não é só um ótimo filme, mas também não deixa ponta soltas, e fecha a trilogia de um jeito que poucas séries desse tipo conseguiram. Todos os atores estão muito bem na produção e a música de Hans Zimmer também encontra seu ciclo. Alguns detalhes fazem que o filme não chegue no mesmo patamar do anterior, mas ele consegue ser um pouco melhor do que “Batman Begins” (de 2005). A única coisa triste é que não veremos mais toda essa gente envolvida para nos brindar com um novo filme.

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Drive (Drive, 2011, EUA) [Crítica]

Com Ryan Gosling, Carey Mulligan, Bryan Cranston, Christina Hendricks, Ron Perlman, Oscar Isaac e Albert Brooks. Roteiro de Hossein Amini, baseado no livro de James Sallis. Dirigido por Nicolas Winding Refn.

Quando vi o trailer de “Drive” passou pela cabeça foi que seria um “Velozes e Furiosos com cérebro”. É isso e bem mais. “Drive” consegue manter o foco no desenvolvimento dos personagens sem esquecer das cenas de ação. Durante esse desenvolvimento, o filme dá um virada interessante que, apesar de anunciada, vai ter surpreender pela rapidez e a falta de misericórdia. O clima de ação, misturado com um ar noir e o roteiro criam um clima que dificilmente vai deixá-los desapontados. É tudo bem feito, passando pela atuação até os quesitos mais técnicos. E só perde pontos pelos seus dois minutos finais. Não destroem o filme, mas deixa aquela pergunta no ar de “por quê?”

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O Homem que Mudou o Jogo (Moneyball, 2011, EUA) [Crítica]

Com Brad Pitt, Jonah Hill e Philip Seymour Hoffman. Argumento de Stan Chervin. Roteiro de Steven Zaillian (A Lista de Schindler) e Aaron Sorkin (A Rede Social), baseado no livro de Michael Lewis. Dirigido por Bennett Miller (Capote).

Baseball nunca foi o esporte preferido dos brasileiros. Mas isso não deve ser impedimento para que vocês assistam à esse filme. Numa escolha muito inteligente, Zaillian, Sorkin e Miller produzem uma história interessante e envolvente, mesmo não entendendo os números, as posições e o sistema de pontuação do baseball. O drama envolvendo os Oakland A’s funciona por acompanharmos o ponto de vista do manager do time, Billy Beane (Pitt), sua angústia e paixão pelo esporte. E a decisão de não fazer um filme como se fosse um documentário, mas sim criar uma boa história (alternado com filmagens reais do time) constroem uma grata surpresa, e uma das melhores atuações de Brad Pitt.

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Na Natureza Selvagem (Into the Wild, 2007, EUA) [Crítica]

Com Emile Hirsch, Marcia Gay Harden, William Hurt, Jena Malone, Catherine Keener, Vince Vaughn e Kristen Stewart. Roteiro de Sean Penn, baseado no livro de Jon Krakauer. Dirigido por Sean Penn (A Promessa).

Existem filmes que te dão ideias que podem parecer malucas. Quando começar a assistir “Na Natureza Selvagem”, talvez você tenha essa sensação. Deixar tudo para trás e viver apenas o dia-a-dia e se enfiar em algum canto da floresta, só vivendo do que ela oferecer, tanto vegetais como os animais. Essa é a jornada verdadeira de desprendimento total que Christopher McCandless (Hirsch) faz por ser de sua própria natureza. Durante a longa projeção deste road movie vamos entendendo seus desejos e as grandes dificuldades que enfrenta. Assim ele nos ensina mais uma vez que a natureza não serve apenas para ser aproveitada, mas também respeitada.

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A Partida (Okuribito ou おくりびと, 2008, Japão) [Crítica]

Com Masahiro Motoki, Ryoko Hirosue, Kazuko Yoshiyuki e Tsutomu Yamazaki. Escrito por Kundo Koyama. Dirigido por Yōjirō Takita.

Muitos temem a morte. Pelo medo do desconhecido, saber que o destino que os espera não é dos melhores, ou pelo simples fato do ser o fim. Mas a preocupação dos que se foram acaba, e é a missão dos que ficam de cuidar dos receptáculos daqueles que partiram. “A Partida” mostra a morte como ela é: algo natural e que não deve ser negada ou esquecida e a difícil tarefa dos profissionais que trabalham como agentes funerários (no Japão, “nokanshi”). Com lindas paisagens, uma trilha sonora com toques clássicos e uma história com muito sensibilidade, o filme se firma como uma grata surpresa do cinema oriental. Leia mais

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