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Jack – O Caçador de Gigantes (Jack the Giant Slayer, 2013, EUA) [Crítica]

"Jack the Giant Slayer", 2013

Com Nicholas Hoult, Eleanor Tomlinson, Stanley Tucci, Ian McShane, Bill Nighy e Ewan McGregor. Roteirizado por Darren Lemke, Christopher McQuarrie e Dan Studney. Dirigido por Bryan Singer.

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Podemos dizer que não é de se esperar muito de contas de fada. Eles serviam de lição de moral aos mais novos, desde não confie em estranhos, ou quando o coração é puro, tudo é possível. Mas “João e o Pé de Feijão” é diferente, pois se trata de aventura pura  ̶  e João é personagem bem sacana, já que ele roubou e matou o gigante, se você não levar em conta versão moralizada de Benjamim Tabart. E a produção multimilionária “Jack – O Caçador de Gigantes” tenta mimetizar esse espírito: um personagem aventureiro, que enfrenta medos e inimigos impossíveis. Infelizmente, o filme não é ao menos divertido, e serve apenas como entretenimento infantil. Seus personagens maniqueístas não levam à qualquer tipo de reflexão, atuações fracas, e um roteiro lento tornam a experiência tediosa e cansativa.

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Duro de Matar: Um bom dia para Morrer (A Good Day To Die Hard, 2013, EUA) [Crítica]

"A Good Day to Die Hard", 2013

Com Bruce Willis, Jai Courtney, Sebastian Koch, Yuliya Snigir, Radivoje Bukvić e Cole Hauser. Roteirizado por  Skip Woods (X-Men Origens: Wolverine). Dirigido por John Moore (Max Payne).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Esse é um bom dia para morrer: a frase cai como uma luva para a franquia “Duro de Matar”. O filme anterior tinha um roteiro aquém da média que a trilogia anterior, mas ainda agradava ao misturar ação e diversão e um cenário moderno. O que temos nesse novo capítulo é uma tentativa de ser “Duro de Matar”, e que apenas esbarra nos pés dos originais. Junte um diretor perdido e uma tentativa pífia de apresentar um heroi de ação para manter o futuro da saga, e a sensação é que esse filme genérico apenas leva o título por conta de um solitário “Yep Ka Yay, Motherfucker“.

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Os Penetras (Brasil, 2012) [Crítica]

Com Marcelo Adnet, Eduardo Sterblitch, Andrea Beltrão, Stepan Nercessian, Mariana Ximenes, Luis Gustavo, Luiz Carlos Miele e Susana Vieira. Roteirizado por Marcelo Vindicatto (Feliz Natal) e Andrucha Waddington. Dirigido por Andrucha Waddington (Eu, Tu, Eles)

“Os Penetras” é vendido como uma comédia. Se foi assim, devo ter entrado no filme errado. Nada, ou quase nada fará o espectador rir. Seria mais apropriado o termo chamado “dramédia”, mostrando que Vindicatto e Waddington se perderam no meio do caminho ao contar uma história de golpistas e fracassados. Faltou versatilidade desses cineastas advindos do drama (o primeiro com “Feliz Natal” e o outro de “Eu, Tu, Eles”). Existem pontos dignos de admiração na produção, e um deles é a direção. Mas tais pontos são subjugados por um roteiro fraco e extremamente previsível. Era de se esperar mais de atores que são conhecidos por fazer comédia. Ou pelo menos tentam fazê-lo.

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Tropicália (2012, Brasil) [Crítica]

Com Caetano Veloso, Gilberto Gil, José Celso, Glauber Rocha, Hélio Oitica , Julio Medaglia, Sérgio Baptista, Arnaldo Dias Baptista, Rogério Duarte, Tom Zé, Gal Costa e Rita Lee. Dirigido por Marcelo Machado.

Não sou conhecedor do movimento tropicalista. Conheço seus principais expoentes, músicas e o período pelo qual o país passava. Mas se for me basear por esse filme, não deve ter sido uma experiência muito boa. A viagem visual que  Machado impõe na tela é interessante no começo, mas o jeito despojado e desconexo, com várias intervenções gráficas não tornam o filme interessante, e parecem que foram escolhidos apenas para que o filme tivesse o tamanho de um longa metragem. “Tropicália” vale tão somente pelas músicas e as pouquíssimas imagens de bastidores da época. No mais, é um dos piores filmes do ano, cansativo e um desfavor à música e ao cinema brasileiro.

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Transformers: O Lado Oculto da Lua (Transformers: The Dark of The Moon, 2011, EUA) [Crítica]

Com Shia LaBeouf, Josh Duhamel, John Turturro, Tyrese Gibson, Rosie Huntington-Whiteley, Patrick Dempsey, Peter Cullen, Hugo Weaving, Leonard Nimoy e John Malkovich. Escrito por Ehren Kruger (Transformers: A Vingança dos Derrotados). Dirigido por Michael Bay (Armageddon). Os Autobots, liderados por Optimus Prime (voz de Cullen), descobre que os humanos já tiveram contato com a raça robótica de Cybertron, quando acharam uma nave que caiu no lado sombrio da Lua, o que ocasionou a Corrida Espacial. Lá está a nave de Sentinel Prime (Nimoy) com uma carga que poderia mudar o curso da Guerra. Os Autobots devem chegar lá antes de Megatron (Weaving) e seus Decepticons. Mais uma vez Sam Witwicky (LaBeouf) e toda a humanidade serão pegos no fogo cruzado.

Eu sou da opinião que devemos ver tantos filmes quanto forem possíveis no cinema. Mas o segundo filme da franquia, “Transformers: A Vingança dos Derrotados” (que Michael Bay disse ter começado a filmar no meio da greve dos roteiristas) foi tão ruim que me deixou receoso de ver a continuação no cinema. Mas “Transformes: O Lado Oculto da Lua” é melhor que seu antecessor… o que não quer dizer grandes coisas.

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