Arquivo para a Categoria ‘2/10’

Sono Mortal | Crítica | Dead Awake, 2017, EUA

Sono Mortal é tão fraco que não tem força nem para sair da cama.

Sono Mortal (Dead Awake) | Review

Elenco: Jocelin Donahue, Kate Bowman, Jesse Bradford, Jesse Borrego, Lori Petty, James Eckhouse, Mona Lee Fultz, Brea Grant, A.J. Gutierrez, Billy Blair | Roteiro: Jeffrey Reddick (Premonição) | Direção: Phillip Guzman | Duração: 99 minutos

Creio que não há melhor título para Sono Mortal, um filme que te leva para um caminho do sono durante seus intermináveis minutos. Jeffrey Reddick e Phillip Guzman, num misto de homenagem à um grande clássico do terror misturando-se com a realidade da paralisia do sono, entregam uma produção de tão baixa qualidade que parece um projeto saído do trabalho de conclusão do curso de cinema da faculdade. Não é só a questão dos atores e atrizes fracos: é a história que não empolga, linhas de diálogos sem poder, conveniências e decisões nada sensatas dos personagens. Além de querer assustar a plateia com sustos fáceis, com gritos e jogando coisas na nossa cara.

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Os Guardiões | Crítica | Zaschitniki, Rússia, 2016

Os Guardiões é um exemplo mal feito do gênero do super-heróis que falha no quesito homenagem.

Os Guardiões (Zaschitniki) Review

Elenco: Anton Pampushnyy, Sanjar Madi, Sebastien Sisak, Alina Lanina, Valeriya Shkirando, Stanislav Shirin | Roteiro: Andrey Gavrilov | Direção: Sarik Andreasyan | Duração: 89 minutos | Cena Extra

Você pode encarar Os Guardiões de duas maneiras: uma homenagem ao gênero de super-heróis ou a busca de uma representatividade fora do eixo hollywoodiano para o cinema de ação. Seja lá qual for a sua escolha, a produção russa não o satisfará em nenhuma delas. Deixando de lado os limitados efeitos especiais, compreensíveis por causa do baixo orçamento, a história falha em desenvolver personagens, apresentar uma trama que faça sentido e nem mesmo pode ser chamada de divertida. Problemas de ritmo, decisões dos personagens e uma falta de cuidado com vários aspectos do roteiro provam quem nem mesmo um homem-urso usando uma metralhadora pode sempre salvar o dia.

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O Chamado 3 | Crítica | Rings, 2017, EUA

O Chamado 3 é uma produção que deixa a franquia onde Samara estava em sua aparição anterior: no fundo do poço.

 O Chamado 3 (2017)

Elenco: Matilda Lutz, Alex Roe, Johnny Galecki, Vincent D’Onofrio, Aimee Teegarden, Bonnie Morgan | Roteiro: David Loucka, Jacob Aaron Estes, Akiva Goldsman | Baseado em: Ringu (Kôji Suzuki) | Direção: F. Javier Gutiérrez | Duração: 117 minutos

Seja Samara conhecida pelo remake de 2002 ou pela Sadako do original japonês, é fato que a personagem de úmidos cabelos compridos e pele murcha azulada faz parte do imaginário dos filmes de terror. E em O Chamado 3 tudo isso é colocado por água abaixo – e peço perdão pelo trocadilho. O roteiro é de uma previsibilidade monstruosa, as atuações são péssimas e os momentos-chave que deveriam assustar a plateia causam riso, o que destrói a experiência por completo. Mesmo que a intenção fosse fazer um filme descompromissado, nada justifica a falta de cuidado em quase todos os sentidos dessa desastrosa produção.

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Resident Evil 6: O Capítulo Final | Crítica | Resident Evil: The Final Chapter, 2017, EUA

Graças aos deuses do cinema, Resident Evil 6: O Capítulo Final é o fim definitivo de uma saga que não soube ousar e nem se reinventar durante seus quinze anos de existência.

Resident Evil 6: O Capítulo Final (2017)

Elenco: Milla Jovovich, Ali Larter, William Levy, Shawn Roberts, Fraser James, Ruby Rose, Iain Glen | Roteiro: Paul W. S. Anderson | Baseado em: Resident Evil (Capcom) | Direção: Paul W. S. Anderson | Duração: 107 minutos | 3D: Irrelevante

Resident Evil 6: O Capítulo Final é uma enganação. E se o público ávido por explosões, cenas de ação que não servem à narrativa e um roteiro tão cheio de furos como os zumbis em cena, terão um prato cheio. Foram cinco anos de espera e nesse meio tempo Paul W. S. Anderson não aprendeu a dirigir sem tremer a câmera, nem como deixar de lado os sustos de pulo e menos ainda como escrever uma história – aliás, o que ele faz é recontar a própria história. Existe uma máxima de não criar expectativas para nada, mas sair irritado depois de pouco mais de 90 minutos de projeção não está nos planos de ninguém.

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É Fada! | Crítica | Brasil, 2016

É Fada! (2016)

Elenco: Kéfera Buchmann, Klara Castanho, Mariana Santos, Carla Daniel, Clara Tiezzi, Christian Monassa, Bruna Griphão, Junior Vieira | Roteiro: Fernando Ceylão, Bárbara Duvivier, Sylvio Gonçalves | Inspirado em: Uma fada veio me visitar (Thalita Rebouças) | Direção: Cris D’Amato (S.O.S.: Mulheres ao Mar)

Do Youtube para o Cinema, É Fada mostra talento de Kéfera como atriz. E só.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma abordagem bem comum é a exploração de nichos, e o de Youtubers indo ao cinema é apenas mais um deles. Ainda é cedo para dizer, mas se É Fada é o exemplo de material cinematográfico que os produtores têm na manga, serão muitas experiências frustradas. Fazendo um apelo para os fãs de uma estrela que tem nove milhões de inscritos – e com vídeos que conseguem até três milhões de visualizações – faltou cuidado com todos os quesitos, passando pelo roteiro, direção, fotografia e outros quesitos técnicos. É um dos piores tipos de caça-níqueis. Mas não é culpa da dupla principal, o destaque do filme.

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As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras | Crítica | Teenage Mutant Ninja Turtles: Out of the Shadows (2016) EUA

Ao invés de abraçar a diversão do impossível, As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras se perde tentando explicar o inexplicável, além de ser extremamente cansativo.

As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras (2016)

Com Megan Fox, Stephen Amell, Will Arnett, Brian Tee, Tyler Perry, Brittany Ishibashi, Laura Linney, Pete Ploszek, Alan Ritchson, Noel Fisher, Jeremy Howard, Tony Shalhoub, Peter D. Badalamenti, Gary Anthony Williams, Sheamus e Brad Garrett. Roteirizado por Josh Appelbaum e André Nemec, baseado nos quadrinhos de Kevin Eastman e Peter Laird. Dirigido por Dave Green.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Depois de quase 120 minutos, percebemos que As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras é um filme bagunçado. Dave Green, acostumado em dirigir vídeo clipes, ora faz uma aventura descompromissada do tamanho de tartarugas mutantes, ora dá um ar (pseudo) científico, querendo explicar o inexplicável e dar um ar de seriedade à sua trama. Seria melhor se ele abraçasse totalmente o nonsense dos quadrinhos e desenhos, deixando de lado teorias de como funcionam mutações e genética ou universos paralelos e buracos negros. Infelizmente, a trama não ajuda, dando muitas perguntas sem respostas – diferente daquelas que te fazem refletir sobre um assunto – decisões dos personagens sem sentido e com um ritmo tão alucinante que deixa uma sensação de ser um filme interminável.

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O Caçador e a Rainha do Gelo | Crítica | The Huntsman: Winter’s War (2016) EUA

O Caçador e a Rainha do Gelo (2016)

Com Chris Hemsworth, Charlize Theron, Emily Blunt, Nick Frost, Sam Claflin, Rob Brydon e Jessica Chastain. Roteirizado por Evan Spiliotopoulos e Craig Mazin. Dirigido por Cedric Nicolas-Troyan.

Não contando nem mesmo com esforço de seus protagonistas, O Caçador e a Rainha de Gelo não tem personalidade nenhuma, sendo apenas colagens de outras histórias.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Seria bem fácil rotular O Caçador e a Rainha do Gelo principalmente porque esse é um filme que não tem nenhum tipo de ambição – além de fazer dinheiro. O diretor não apenas repete os erros do filme anterior como os extrapola. As motivações da personagem título são fracas, todos os elementos costurados de outras histórias de fantasia fazem uma colcha de retalhos preguiçosa, sem nenhum destaque. A atuação de todos é automática, não nota-se nenhum tipo de esforço em transmitir emoções. O elenco principal parece um bando de iniciantes, fazendo um serviço apenas por obrigação. Do começo ao fim, o filme é uma enganação.

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A Série Divergente: Convergente | Crítica | The Divergent Series: Allegiant, 2016, EUA

A Série Divergente: Convergente é lento, pessimamente atuado e tem efeitos especiais aquém da sua importância mercadológica.

A Série Divergente: Convergente (2016)

Com Shailene Woodley, Theo James, Jeff Daniels, Octavia Spencer, Ray Stevenson, Zoë Kravitz, Miles Teller, Ansel Elgort, Maggie Q, Bill Skarsgård e Naomi Watts. Roteirizado por Noah Oppenheim, Adam Cooper, Bill Collage e Stephen Chbosky, baseado no romance de Veronica Roth. Dirigido por Robert Schwentke (A Série Divergente: Insurgente).

2/10 - "tem um Tigre no cinema"O sucesso transforma as pessoas. Uma história que foi pensada em três partes – colocando de lado a qualidade da escrita – transformada em quatro apenas por causa do lucro é um problema que, vendo exemplo atrás de exemplo, não funciona. A Série Divergente: Convergente é lento, pessimamente atuado e tem efeitos especiais aquém da sua importância mercadológica, reforçando a impressão do anterior e cada vez mais confirmada que não passa de uma colagem de outras histórias com temas similares. Para piorar as coisas, depois de 120 minutos de projeção procuramos bons motivos para os outros 120 minutos existirem em 2017.

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A 5ª Onda | Crítica | The 5th Wave, 2016, EUA

A 5ª Onda é uma colcha de retalhos de outros do estilo “jovem adulto”. O mesmo triangulo amoroso, a mesma distopia e o mesmo tudo.

A 5ª Onda

Com Chloë Grace Moretz, Nick Robinson, Ron Livingston, Maggie Siff, Alex Roe, Maria Bello, Maika Monroe e Liev Schreiber. Roteirizado por Susannah Grant, Akiva Goldsman e Jeff Pinkner. Baseado no romance de Rick Yancey. Dirigido por J Blakeson.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Existe um lado bom na literatura de acesso. É bem comum que alguém que na sua infância leu as aventuras de Harry Potter tenha descoberto um número interminável de possibilidades literárias. A dúvida fica porque isso não acontece no cinema e por que o método de contar histórias que não saem da zona de conforto. A 5ª Onda é assim com seu triângulo amoroso, cenário distópico – ainda que não seja um futuro – e nada de ousadia. Se os leitores evoluíram, já passou da hora do gênero se reinventar.

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Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma | Crítica | Paranormal Activity: The Ghost Dimension, 2015

Paranormal Activity: The Ghost Dimension, 2015

Com Chris J. Murray, Brit Shaw, Ivy George, Dan Gill, Olivia Taylor Dudley, Don McManus e Michael Krawic. Roteirizado por Jason Pagan, Andrew Deutschman, Adam Robitel, Gavin Heffernan, Brantley Aufill e Jason Pagan. Dirigido por Gregory Plotkin.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Se você levar em conta que o inferno é a repetição, Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma é um filme que cumpre sua missão de imersão da audiência. O que é inacreditável é que os seis roteiristas e argumentistas da produção tenham entregado um roteiro sem história nenhuma, o que se reflete na curta sinopse oficial. O declínio da série já era bem claro no filme anterior e parecia impossível ficar pior. Pois conseguiram. O quinto filme enterra uma produção que começou interessantíssima, mas claramente não souberam quando parar.

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A Entidade 2 | Crítica | Sinister 2, 2015, EUA

Sinister 2, 2015

Com James Ransone, Shannyn Sossamon, Robert Daniel Sloan, Dartanian Sloan, Lea Coco. Roteirizado por C. Robert Cargill, Scott Derrickson. Dirigido por Ciaran Foy.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Já é lugar comum falar que os filmes de terror não assustam mais, e fica difícil saber qual é a pior parte disso: admitir que os que dizem isso têm razão, ou perceber que pouquíssima gente está se mexendo para mudar esse cenário, infelizmente reforçado pelo fraco A Entidade 2. Sem interpretações impressionantes, sem sustos e segurando-se apenas no bom nome da produção anterior, o filme termina com praticamente nada para se discutir ou lembrar.

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Exorcistas do Vaticano | Crítica | The Vatican Tapes, 2015, EUA

The Vatican Tapes, 2015

Com Kathleen Robertson, Michael Peña, Djimon Hounsou, Dougray Scott, John Patrick Amedori. Argumento de Christopher Borrelli, Chris Morgan. Roteirizado por Christopher Borrelli. Dirigido por Mark Neveldine (Adrenalina 2: Alta Voltagem).

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Acredito que na cabeça de qualquer diretor está se formando um filme excelente, e por isso é complicado desconstruir em palavras a honesta intenção de alguém. Esse já é o quinto trabalho de Mark Neveldine, mas que parece ser um projeto de faculdade de cinema, onde você chama seus amigos tão inexperientes quanto você pra ajudar na camaradagem. Não há qualidade na atuação, a filmagem com a câmera digital é muita estranha – ainda que seja uma assinatura do diretor – e não é eficaz em criar tensão ou medo. Com dois ou três pontos de destaque, Exorcistas do Vaticano é mais um exemplo do mau caminho que estão trilhando o terror. De novo.

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A Forca | Crítica | The Gallows, 2015, EUA

The Gallows, 2015

Com Reese Mishler, Pfeifer Brown, Ryan Shoos, Cassidy Gifford. Escrito e dirigido por Travis Cluff e Chris Lofing.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Existem obras que, por mais que haja esforço, tanto dos realizadores quanto da plateia, pouco tem a se dizer. A Forca vem no aparente fim do estilo mockumentary/found-footage, e mostra porque o estilo precisa desesperadamente de, no mínimo, um descanso. Ou ainda, pode ser hora de deixar as câmeras tremidas para trás e investir novamente em histórias autorais. Apesar de não ser o pior exemplo, somos apresentados à só mais um filme com a falsa sensação de real, que não é o pior do estilo, mas também está muito longe de ser um dos melhores – o que, infelizmente, diz muito sobre esse tipo de filme.

Sinopse oficial

Vinte anos após um acidente que causou a morte de Charlie, durante uma peça de teatro estudantil, alunos da mesma escola da pequena cidade resolvem ressuscitar a produção em uma tentativa infeliz de honrar o aniversário da tragédia – mas vão descobrir que algumas coisas do passado devem ser deixadas em paz.”

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Cinquenta Tons de Cinza | Crítica | Fifty Shades of Grey, 2015, EUA

Fifty Shades of Grey, 2015

Com Dakota Johnson, Jamie Dornan, Eloise Mumford, Luke Grimes, Rita Ora, Victor Rasuk, Max Martini, Dylan Neal, Callum Keith Rennie, Jennifer Ehle e Marcia Gay Harden. Roteirizado por Kelly Marcel, baseado na obra de E. L. James. Dirigido por Sam Taylor-Johnson.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Sem dúvidas, Cinquenta Tons de Cinza tem um pouco de novidade no cinema, pelo menos para as massas. Essa aura que envolve a produção vem do grande sucesso e falatório da obra original de E. L. James. E pelo menos no que foi para as telas, a questão tão atraente da pornografia do ponto de vista feminino é mais sugerida do que vista. O que não é, necessariamente, um problema. A verdade é que, no seu cerne, essa é mais uma história como tantos outros romances, com o diferencial de que a protagonista é amarrada aqui e ali, experimentando e compartilhando os prazeres do sexo.

Sinopse oficial

Distribuído pela Universal Pictures, o longa conta com direção de Sam Taylor-Johnson e retrata o relacionamento entre o bilionário de 27 anos Christian Grey, interpretando por Jamie Dornan, e a estudante Anastasia Steele, papel de Dakota Johnson. O filme é um dos lançamentos mais esperados do ano e é baseado no best-seller que já vendeu mais de 100 milhões de cópias, entre versões impressas e e-books, em todo mundo.  

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Profissão de Risco | Crítica | The Bag Man, 2014, EUA-Bahamas

The Bag Man, 2014

Com John Cusack, Rebecca Da Costa, Robert De Niro, Crispin Glover e Dominic Purcell. Roteirizado por David Grovic e Paul Conway. Baseado na história de Marie-Louise von Franz. Dirigido por David Grovic.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"A jornada é importante, sem dúvida. Mas de que adianta se o pouco aprendido for destruído no fim? Pois isso que Profissão de Risco faz ao homenagear o esquecido estilo noir, que tem momentos interessantes. Mas tudo se perde no terceiro ato e no desnecessário epílogo, parecendo uma exigência insana do estúdio ou de um produtor. Seja lá de quem for a culpa, transformou a produção num dos filmes mais sem propósito dos últimos tempos.

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O Concurso (Brasil, 2013) [Crítica]

Concurso-post

Com Danton Mello, Fábio Porchat, Sabrina Sato, Rodrigo Pandolfo, Anderson Di Rizzi, Jackson Antunes, Pedro Paulo Rangel, Nelson Freitas e Carol Castro. Roteirizado por LG Tubaldini Jr. Dirigido por Pedro Vasconcelos.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Vejam a analogia surpreendente que nos é colocada no começo desse petardo: um número sobre a quantidade de pessoas que prestam concursos e em média quantos anos cada pessoa passa para conseguir entrar em um desses concorridos cargos. O diretor parece ter se espelhado na sua própria carreira, com um dezena de novelas dirigidas, emulando o seu preparo para o cinema, a tão desejada tela grande. É a vida de Pedro Vasconcelos, figuradamente, em película. E ele conseguiu? Não! Junto do roteirista LG Tubaldini Jr, esta é uma produção irritante em praticamente todos os sentidos.

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Uma História de Amor e Fúria (2013, Brasil) [Crítica]

"Um História de Amor e Fúria", 2013Com Selton Mello, Camila Pitanga e Rodrigo Santoro. Roteirizado e dirigido por Luiz Bolognesi.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Devo admitir que foi corajoso o filme ser uma animação e com toques de ficção científica. Ao usar elementos do povo brasileiro, o roteirista e diretor Luiz Bolognesi cria um heroi que se identifica com a identidade miscigena própria do nosso pais: ele é índio, depois mulato e finalmente branco. A história viaja por vários momentos históricos que fazem o protagonista entrar em conflito com personagens históricos. Mas “Uma história de Amor e Fúria” é uma perda de tempo do espectador. É um coleção de clichês, não apresenta nada de novo, além de ter os personagens mais maniqueístas que eu já vi nos últimos tempos. Dotado de uma roteiro fraco e superficial, é um dos piores filmes do ano.

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