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Como Nossos Pais | Crítica | Brasil, 2017

Como Nossos Pais é uma carta aberta ao cotidiano e como as relações entre família funcionam e a típica cobrança inumana da mulher na nossa sociedade.

Como Nossos Pais | Crítica

Elenco: Maria Ribeiro, Clarisse Abujamra, Paulo Vilhena, Felipe Rocha, Jorge Mautner, Herson Capri, Sophia Valverde, Annalara Prates, Cazé Peçanha | Roteiro: Laís Bodanzky, Luiz Bolognesi | Direção: Laís Bodanzky (Bicho de Sete Cabeças) | Duração: 102 minutos

Há um drama um tanto novelesco envolvendo a trama de Como Nossos Pais. Mas é interessante em contrapartida por parecer algo que poderia ser tirado do cotidiano da maioria de nós. Lidando com temas de maternidade, casamento, sexo e relações fraternas, é bem fácil nos identificarmos, pelo menos em algum ponto, com a narrativa da protagonista ou dos coadjuvantes. O filme levanta questionamentos importantes que ecoam na nossa atualidade, mas tem problemas de desenvolvimento no quesito filme – algumas dessas questões são mais ou menos relevantes, o que acaba comprometendo o resultado desse trabalho menos provocativo e mais direto que outros trabalhos da diretora.

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Atômica | Crítica | Atomic Blonde, 2017, EUA

Atômica pode ser um filme divertido, mas não se aprofunda nos personagens e consegue ser confuso em muitos momentos.

Atômica  | Crítica (Atomic Blonde)

Elenco: Charlize Theron, James McAvoy, Eddie Marsan, John Goodman, Toby Jones, James Faulkner, Sofia Boutella, Bill Skarsgård, Barbara Sukowa | Roteiro: Kurt Johnstad | Baseado em: Atômica: A Cidade Mais Fria (Antony Johnston, Sam Hart, DarkSide Books) | Direção: David Leitch (John Wick: De Volta ao Jogo) | Duração: 101 minutos

Por ser a arte que mais envolve os sentidos, é fácil se perder nas imagens e nos sons do cinema, algo que é percebido em Atômica, primeiro trabalho de Leitch. Primando pela ação e diversão, que com certeza levam à audiência no teto, o filme é uma daquelas experiências narcóticas que te levam por um caminho saudosista – indicado pela trilha sonora – sem se aprofundar em dramas ou desenvolvimento de personagens. Apesar disso, o filme tem um estilo visualmente interessante, nota-se a qualidade da direção e traz uma nova personagem de ação para bater de frente com outros clássicos e mais recentes.

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Annabelle 2: A Criação do Mal | Crítica | Annabelle: Creation, 2017, EUA

Annabelle 2: A Criação do Mal é um filme muito melhor que o anterior, mesmo que use alguns clichês

Annabelle 2: A Criação do Mal | Crítica

Elenco: Stephanie Sigman, Talitha Bateman, Lulu Wilson, Samara Lee, Anthony LaPaglia, Miranda Otto | Roteiro: Gary Dauberman | Direção: David F. Sandberg (Quando as Luzes se Apagam) | Duração: 109 minutos | Cena Extra

Antologias de terror são bem comuns na história do cinema e a tentativa de fazer uma nova com o universo Invocação do Mal é compreensível. E Annabelle 2: A Criação do Mal se sai melhor em todos os aspectos da primeira prequela da boneca do mal que conhecemos em 2013 e se mantém no nível de qualidade dos outros filmes dos Warrens. Com um roteiro mais sólido dentro daquele universo e uma direção mais interessante da apresentada no anterior, o filme consegue criar aqueles momentos de tensão que ao mesmo tempo fazem querer olhar e não olhar para a tela, junto de uma reação física de prender a respiração e ficar bem quieto na cadeira enquanto se prepara para o próximo susto, mesmo que o diretor use alguns clichês para fazer isso.

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O Castelo de Vidro | Crítica | The Glass Castle, 2017, EUA

O Castelo de Vidro é uma história inspiradora, mas que deixa um gosto de já termos visto isso antes.

O Castelo de Vidro | Crítica

Elenco: Brie Larson, Woody Harrelson, Max Greenfield, Sarah Snook, Ella Anderson, Chandler Head, Naomi Watts | Roteiro: Destin Daniel Cretton, Andrew Lanham, Marti Noxon | Baseado em: O Castelo de Vidro (Jeannette Walls, Editora Globo) | Direção: Destin Daniel Cretton (Temporário 12) | Duração: 127 minutos


É certo que Hollywood faz coisas muito divertidas, mas também é certo que a grande indústria do cinema se apropria de tudo que pode espremer, mesmo que, no fechar das cortinas, parece muito tudo igual. Apesar de ser uma história bonita e emocionante O Castelo de Vidro é o que chamamos pejorativamente de indie de boutique. No filme, a protagonista vive uma juventude de aventuras, percebe que os extremos são exagerados e no final encontra ou descobre o equilíbrio. O que não é, por si só, um demérito. Mas num mundo onde noventa por cento das produções são adaptação (o caso aqui) ou remakes, buscar um pouco de originalidade não faria mal a ninguém. Leia mais

Uma Família Feliz | Crítica | Happy Family, 2017, Alemanha

Pode ser que a protagonista manteve sua alma, mas Uma Família Feliz nunca teve uma para apreciarmos.

Uma Família Feliz (2017) Crítica

Elenco: Emily Watson, Jason Isaacs, Nick Frost, Jessica Brown Findlay, Celia Imrie, Catherine Tate, Ethan Rouse, Jessica McDonald | Roteiro: David Safier, Catharina Junk, Benedikt Niemann, Kirstie Falkous, Jens Benecke, Matthias Parchettka | Baseado em: Happy Family (David Safier) | Direção: Holger Tappe | Duração: 96 minutos

O pior de uma animação que já sai do estúdio com cara de ser muito parecida com outra que envolve vampiros e mais monstros é ser sem graça. Uma Família Feliz é claramente pensada para os mais novos por sua inocência e lições de moral, mas falha miseravelmente no quesito comédia ao modernizar personagens clássicos inserindo tons de filmes de super-heróis e fazendo piadas com arrotos e flatulências. Mesmo que intenção fosse de fazer o entretenimento o mais raso e direto possível, a produção falha pela falta de dinâmica, conclusões que vem de lugar nenhum e um roteiro pessimamente desenvolvido.

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Andy Serkis dá uma aula em São Paulo | Especial

O ator Andy Serkis esteve no Brasil para divulgar Planeta dos Macacos: A Guerra. Assista aos melhores momentos!

Andy Serkis no Brasil!

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Dunkirk | Crítica | Dunkirk, 2017, EUA

Dunkirk é um dos melhores trabalhos de Christopher Nolan, um filme de guerra onde se derrama alma e técnica.

Dunkirk (2017) Crítica

Elenco: Fionn Whitehead, Tom Glynn-Carney, Jack Lowden, Harry Styles, Aneurin Barnard, James D’Arcy, Barry Keoghan, Kenneth Branagh, Cillian Murphy, Mark Rylance, Tom Hardy | Roteiro e direção: Christopher Nolan (Interestelar) | Duração: 106 minutos

Nota 10 - um Tigre no cinemaO resgate das tropas inglesas na Operação Dínamo não é o momento mais lembrado da Segunda Guerra Mundial, mas não menos digno de homenagem para Christopher Nolan, como mostra em Dunkirk. Ao escolher focar não apenas nos combates, mas no drama humano, sem dar destaque demais para algum personagem em especial, a produção é uma homenagem ao espírito de união que resgatou mais 300 mil soldados ao invés da glorificação da guerra. O roteiro dosa combates aéreos, dramas pessoais e medos por meio dos personagens que servem de arquétipos para contar aqueles dias de maneira mais direta. Com poucos diálogos e bastante ação, a produção de Nolan traz o horror que é estar tão perto e ao mesmo tão longe de casa, num inferno que parece não haver escapatória.

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Valerian e a Cidade dos Mil Planetas | Crítica | Valerian and the City of a Thousand Planets, 2017, França

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é grandioso e extremamente bem feito, mas falta lapidação no roteiro e conta com fracas atuações.

Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (Valerian and the City of a Thousand Planets) Crítica

Elenco: Dane DeHaan, Cara Delevingne, Clive Owen, Rihanna, Ethan Hawke, Herbie Hancock, Kris Wu, Rutger Hauer | Roteiro: Luc Besson | Baseado em: Valérian et Laureline (Pierre Christin, Jean-Claude Mézières) | Direção: Luc Besson (Lucy) | Duração: 137 minutos

Existe sempre um perigo em adaptar algo que é grandioso desde o seu cerne, como é o caso de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas. Transportar das histórias em quadrinhos, uma plataforma praticamente sem limites, sem se perder no caminho não é tão incomum – e exemplos não faltam. Essa é uma obra ambiciosa de Luc Besson, que apostou alto no visual de um lugar onde podemos ver 200 espécies de alienígenas diferentes, muitas cores e culturas, e que precisava contar uma boa história, mesmo que ela seja um tanto simples. Apesar de visualmente espetacular, ainda que alguns cenários sejam familiares, a trama se alonga além do necessário, tornando a experiência cansativa durante um bom tempo.

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O Estranho Que Nós Amamos | Crítica | The Beguiled, 2017, EUA

Sophia Copolla muda o ponto de vista original de O Estranho Que Nós Amamos para entregar uma mensagem poderosa, mesmo que seja óbvia.

O Estranho Que Nós Amamos (The Beguiled) 2017

Elenco: Colin Farrell, Nicole Kidman, Kirsten Dunst, Elle Fanning, Angourie Rice, Oona Laurence, Emma Howard, Addison Riecke | Roteiro: Sofia Coppola | Baseado em: A Painted Devil (Thomas P. Cullinan) | Direção: Sofia Coppola (Encontros e Desencontros) | Duração: 94 minutos

Quando alguém perguntar porque precisamos de mais mulheres dirigindo e roteirizando, apresente O Estranho Que Nós Amamos para essa pessoa. Nessa produção, Sofia Coppola que muda o ponto de vista da primeira adaptação de 1971 para expor os problemas que mulheres podem passar pelo simples fato de serem mulheres, além de ser uma produção estaticamente bela. Em todos os momentos da projeção, Coppola mostra com as posições da câmera, montagem e fotografia que estudou muito para ser uma excelente diretora – principalmente sabendo quanto é cobrada pro ser filha de quem é.  Felizmente, a produção também tem alma e não apenas uma roupagem bonita.

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O Filme da Minha Vida | Crítica | 2017, Brasil

O Filme da Minha Vida é um recorte dessa nossa jornada pelo mundo, com bons e maus momentos – assim como a própria vida.

O Filme da Minha Vida | Crítica

Elenco: Johnny Massaro, Vincent Cassel, Bruna Linzmeyer, Selton Mello, Ondina Clais, Bia Arantes, Martha Nowill, Erika Januza, Miwa Yanagizawa, Rolando Boldrin | Roteiro: Selton Mello, Marcelo Vindicatto | Baseado em: O Filme da Minha Vida (Antonio Skármeta) | Direção: Selton Mello (Feliz Natal)

Filmes sobre amadurecimento existem aos montes e nem sempre é fácil encontrar um caminho para destaca-los. Em O Filme da Minha Vida o diretor Selton Mello está no auge na função e  o caminho que ele escolheu é tornar o filme mais poético, com um protagonista apaixonado por livros, dotado de lirismo, envolvendo drama e um pouco de espaço para romance – e com algumas piadas para quebrar a sensação de melancolia que permeia toda a narrativa. Apesar da beleza visual e plástica do filme se destacar, o roteiro conta com ótimos momentos e viradas que dão vontade de rever logo depois para perceber as pistas deixadas pelo roteirista/diretor em cenas que podemos pensar estar perdidas, mas que são amarradas tranquilamente na conclusão.

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O primeiro trailer de Jogador Nº1 (Ready Player One) chegou! #News

A adaptação chega aos cinemas em março de 2018!

Veja o primeiro trailer de Jogador nº1!

Depois de ser exibido na San Diego Comic Con, agora podemos ver ver a versão legenda de Jogador Nº1, filme de Steven Spielberg que adapta do best-seller Ernest Cline. Sua missão é assistir e pescar todas as referências!

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Planeta dos Macacos: A Guerra | Crítica | War for the Planet of the Apes, 2017, EUA

No fechar das cortinas Planeta dos Macacos: A Guerra encontra a sua merecida maturidade.

Planeta Macacos: A Guerra (War for the Planet of the Apes) | Review

Elenco: Andy Serkis, Woody Harrelson, Steve Zahn, Amiah Miller, Toby Kebbell | Roteiro: Mark Bomback, Matt Reeves | Baseado em: Planeta dos Macacos (Pierre Boulle) | Direção: Matt Reeves (Planeta dos Macacos: O Confronto) | Duração: 140 minutos | 3D: Relevante

Planeta dos Macacos sempre foi uma grande metáfora, seja no livro de Pierre Boulle, a versão de 1968 ou reboot de 2011. E Planeta dos Macacos: A Guerra entra no rol das trilogias não devem ser separadas para ser degustada. Tirando a roupagem da ficção científica e analisando com mais atenção, esse é mais uma história que tenta explicar a razão do ódio contra uma raça inteira, sendo que esses alvos nunca foram responsáveis ou culpados de nada – esse peso recaí nos ombros do outro lado. Sem receio de fechar a história de maneira messiânica, a nova produção de Matt Reeves é a mais séria e madura dos três filmes ao mostrar os horrores da guerra e como ela muda as pessoas.

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Guardiões da Galáxia Vol 2 em Blu-ray e DVD dia 23 de agosto | #News

Veja as artes de cada uma das versões. O Steelbook também foi confirmado.

Com cenas novas, detalhes em vídeo da produção e o videoclipe da música Guardians Inferno, Guardiões da Galáxia Vol 2 chega às lojas brasileiras nesse 23 de agosto. Veja abaixo a lista de extras e as artes das capas – lembrando que os bônus especiais só chegam em Blu-ray!

  • Comentários em áudio – Com a narração do diretor James Gunn, os fãs ganham uma nova perspectiva da produção;
  • Filme com Introdução – James Gunn narra a expansão das histórias desses carismáticos personagens que aprendamos a amar;
  • Cenas Inéditas e Estendidas – Agora você pode ver cenas que não passaram no corte final do filme, além das estendidas;
  • Erros de Gravação – Uma produção tão divertida por natureza não poderia ser menos engraçada quando alguma coisa dá errada no set;
  • Rodada Extra – Para quem gosta de saber detalhes dos filmes, o making of de Guardiões da Galáxia Vol 2 traz especiais sobre a música, efeitos especias e elenco;
  • Videoclipe Guardians Inferno – Veja David Hasselhoff e outros convidados participando de uma festa retrô galáctica.
Guardiões da Galaxia Vol 2 chegando em Blu-Ray, Blu-Ray 3D e DVD

Créditos: Walt Disney Studios/Cinecolor/Divulgação

Atualização | Inicialmente a Cinecolor tinha informado que a versão em Steelbook nacional não seria lançada no Brasil. Quando indagados sobre a pré-venda na FNAC e na Saraiva, a empresa confirmou o lançamento. A informação foi corrigida em 04/ago/017 às 10h18.

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Em Ritmo de Fuga | Crítica | Baby Driver, 2017, EUA

Em Ritmo de Fuga é o filme mais maduro de Edgar Wright e ainda equilibra ação, drama e comédia.

Em Ritmo de Fuga (Baby Driver) | Crítica

Elenco: Ansel Elgort, Kevin Spacey, Lily James, Eiza González, Jon Hamm, Jamie Foxx, Jon Bernthal, Flea, Sky Ferreira | Roteiro e direção: Edgar Wright (Scott Pilgrim Contra o Mundo) | Duração: 113 minutos

A palavra que mais ecoava na mente depois da sessão de Em Ritmo de Fuga era sincronia. Logo ao lado, maturidade. E, só para entrar numa explicação mais simples e de adjetivos, cool. São três palavras que remetem ao cuidado do filme, à evolução cinematográfica alcançada por Edgar Wright e o espírito da produção. Inspirado por outros clássicos de perseguição e roubos, e quem viu muitos desses filmes percebe as homenagens, o diretor traz um filme que coloca de pé a audiência ao equilibrar ação, drama e comédia – encontrando até mesmo espaço para breves momentos doces –, mesmo que em algumas partes a trama seja um tanto óbvia.

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Liga da Justiça da SDCC | Assista ao novo trailer | Notícias

Assistam ao novo trailer LIGA DA JUSTIÇA da SDCC (San Diego Comic Con)

Liga da Justiça | Trailer San Diego Comic Con

Sem mais delongas, assistam ao novo trailer LIGA DA JUSTIÇA (ainda sem legendas em português) divulgado hoje na San Diego Comic Con 2017!

O filme estreia no Brasil em novembro de 2017!

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De Canção em Canção | Crítica | Song to Song, 2017, EUA

De Canção em Canção traz novamente a assinatura visual tão conhecida de Malick que ainda leva o público para uma experiência muito intimista.

De Canção em Canção (Song To Song) Crítica

Elenco: Michael Fassbender, Ryan Gosling, Rooney Mara, Natalie Portman | Roteiro e direção: Terrence Malick (O Novo Mundo) | Duração: 129 minutos

Pode ser fácil dizer como um filme de Terrence Malick começa – nessa estética que vem desde de Árvore da Vida (Tree of Life, 2011)  -, mas tal facilidade é inversamente proporcional dizer como termina. De Canção em Canção é ao mesmo tempo o ápice da sua assinatura e visão cinematográfica como é o momento de colocar tudo que fez nos últimos seis anos em perspectiva. É verdade também que a maneira de criar do diretor/roteirista – que chega a sequer dar um roteiro para atores e atrizes – é um desafio para quem escolhe participar dessa aventura, usando ao máximo seu poder de interpretação e improvisação com apenas algumas dicas vindas do diretor. No entanto, falta para Malick um desafio próprio: o de saber se ele consegue contar uma história como antigamente, estruturada de maneira tradicional.

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Transformers: O Último Cavaleiro | Crítica | Transformers: The Last Knight, EUA, 2017

Assim como todas as sequências do primeiro filme, Transformers: O Último Cavaleiro reescreve, de novo, a história dos robôs gigantes na Terra.

Transformers: O Último Cavaleiro (Transformers: The Last Knight, 2017) Crítica

Elenco: Mark Wahlberg, Stanley Tucci, Isabela Moner, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, John Turturro, Laura Haddock, Anthony Hopkins, Santiago Cabrera, Liam Garrigan, Jerrod Carmichael, Mitch Pileggi, Omar Sy, Erik Aadahl | Roteiro: Art Marcum, Matt Holloway, Ken Nolan | Argumento: Akiva Goldsman, Art Marcum, Matt Holloway, Ken Nolan | Direção: Michael Bay (13 Horas) | Duração: 149 minutos | 3D: Irrelevante

Se Michael Bay prefere fazer um filme igual ao outro, também é aceitável começar essa crítica como foi a anterior. Transformers: O Último Cavaleiro é mais um Michael Bay cheio de explosões, roteiros confusos e uma qualidade técnica impecável. E agora com a presença de um dragão robô de três cabeças. Mesmo que seja um contrassenso pedir coerência numa produção maluca onde robôs gigantes conseguem se diminuir em carros, já estava bem claro que a franquia precisava de um descanso desde a produção lançada em 2014. Provavelmente Bay achou que precisava contar tudo de uma vez por causa desse hiato de três anos, transformando seu filme num passeio de montanha russa sem fim. Leia mais

Carros 3 | Crítica | Cars 3, 2017, EUA

Carros 3 consegue, finalmente, sair do marasmo que vinha dos filmes anteriores.

Carros 3 (Cars 3) Crítica

Elenco: Owen Wilson, Cristela Alonzo, Chris Cooper, Armie Hammer, Bonnie Hunt, Larry the Cable Guy, Nathan Fillion, Kerry Washington, Lea DeLaria | Roteiro: Kiel Murray, Bob Peterson, Mike Rich | Direção: Brian Fee | Duração: 109 minutos

É verdade que muitas franquias continuam existindo apenas para vender produtos licenciados, e a franquia Carros é um dos melhores exemplos disso. Por isso é satisfatório ver que em Carros 3 a Disney/Pixar não seguiu o caminho de outros universos cinematográficos já bem estabelecidos, principalmente os infantis, e se preocupou em contar uma história um pouco mais profunda que a de seus concorrentes que também chegam na segunda ou terceira continuações. Essa é uma produção que tem o melhor dos dois mundos, pois consegue agradar tanto quem começou a acompanhar as aventuras dos moradores de Radiator Springs em 2006 como quem só vai começar agora.

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