Arquivar para agosto, 2016

Star Trek: Sem Fronteiras | Crítica | Star Trek Beyond (2016) EUA

Star Trek: Sem Fronteiras (2016)

Elenco: John Cho, Simon Pegg, Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Karl Urban, Anton Yelchin, Idris Elba | Roteiro: Simon Pegg, Doug Jung | Adaptado de: Gene Roddenberry (Star Trek) | Direção: Justin Lin (Velozes e Furiosos 6).

Star Trek: Sem Fronteiras é apenas mais uma aventura das missões da tripulação da Enterprise, e ainda assim consegue divertir.

7,5 - "tem um Tigre no cinema"Era inevitável. Transformado mais uma vez em franquia, as viagens da NCC1701 Enterprise na nova roupagem de 2009 iria ser menos impressionante eventualmente, e esse momento chegou com Star Trek: Sem Fronteiras. Mas é importante destacar que esse não é, nem de muito longe, um filme ruim. Pelo contrário, ele equilibra ação, aventura, drama e comédia sem perder o caminho delineado pelas produções anteriores. A questão é que a série a partir daqui toma estrutura episódica e, como toda a produção que se sujeita a isso, passa por picos e declínios. Esse é o ponto mais baixo da nova fase, mais ainda tem força para se segurar, mesmo com lugares comuns e elementos usados em outros lugares.

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Aquarius | Crítica | Brasil, 2016

Aquarius (2016)

Elenco: Sonia Braga, Maeve Jinkings, Irandhir Santos, Humberto Carrão | Roteiro e Direção: Kleber Mendonça Filho (O Som ao Redor)

Aquarius é uma batalha contra vários tipos de opressão, e só peca pela falta de dinamismo.

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma coisa é impossível de se negar: Kléber Mendonça Filho arriscou muito em Aquarius. Assim como em O Som ao Redor, a nova produção é um recorte de uma vida, dessa vez se concentrando em apenas uma história. Durante a longa projeção de 140 minutos há risos, dramas e uma contemplação nem sempre necessária. Se a mensagem fosse menos relevante e se a protagonista fosse menos interessante, a falta de dinâmica enterraria o filme. Do mesmo jeito que a vida, é difícil acompanhar toda a narrativa da última resistente do prédio, e apenas faltou um equilíbrio por parte de Mendonça ao usar o tempo como elemento, ainda que ele seja um ótimo diretor.

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O Sono da Morte | Crítica | Before I Wake (2016) EUA

O Sono da Morte (2016)

Elenco: Kate Bosworth, Thomas Jane, Jacob Tremblay, Annabeth Gish, Dash Mihok | Roteiro: Mike Flanagan, Jeff Howard | Direção: Mike Flanagan (O Espelho)

O Sono da Morte vem nos passos de filmes de terror com mensagens que vão além do susto pelo susto.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"Mike Flanagan é uma pessoa bem ocupada. Só em 2016 tivemos o lançamento de Hush: A Morte Ouve (direto para a Netflix), o vindouro Ouija: Origem do Mal (previsto para outubro) e a estreia dessa semana O Sono da Morte. Passeando entre os papeis de diretor, roteirista e montador de seus filmes, Flanagan tem um gosto especial pelo suspense e pelo terror. Essa é a terceira vez que ele tem sucesso na empreitada, mas também o faz de maneira ousada. Ainda que o filme aposte em sustos fáceis da trilha sonora aguda e frames rápidos, há uma mensagem importante por trás da trama, algo que está se tornando comum para os filmes do gênero e por isso merecem serem acompanhados e discutidos.

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Fievel: Um Conto Americano | TigreCast #147 | Podcast


Fievel: Um Conto Americano | TigreCast #147 | Podcast

So never say never” – Henri

Certos filmes acabam nos marcando por um motivo ou por outro, e esse é um filme da minha infância – e de muitos outros -, um que eu assistia muitas vezes, mas só depois de rever alguns anos depois que percebi a verdadeira mensagem dele. E pude verificar outros atributos, inclusive os técnicos, da história. Então, vamos voltar para 1986 e falar sobre Fievel: Um Conto Americano (An American Tail | Dir Don Bluth), uma animação muito interessante que quis resgatar na semana em que completo 34 anos de vida.

No podcast de hoje, Tiago Lira (@tiagoplira) e Marcelo Paradella (@bolapucc) discorrem a filmografia de 1986, a passagem de Don Bluth da Disney para o próprio estúdio, dos trabalhos de Christopher Plummer, Dom DeLuise e Madeline Kahn e dos outros dubladores. Discutimos a história cativante, mas melancólica e, teoricamente, feita para crianças. Seria o filme um plágio de Maus (de Art Spielgman), ou o contrário? Ouça para lembrar os melhores momentos dessa cativante animação ainda feita do jeito tradicional.

Sejam bem-vindos ao TigreCast!

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Nerve – Um Jogo Sem Regras | Crítica | Nerve (2016) EUA

Nerve – Um Jogo Sem Regras (2016)

Elenco: Emma Roberts, Dave Franco, Emily Meade, Juliette Lewis | Roteiro: Jessica Sharzer | Baseado em: Nerve, de Jeanne Ryan | Direção: Henry Joost, Ariel Schulman (Atividade Paranormal 4)

Nerve – Um Jogo Sem Regras pode servir como porta de entrada para outros exemplos mais eficientes do gênero jovem adulto, porém falta imaginação e ousadia à narrativa.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"É de se espantar mais uma adaptação do gênero jovem adulto? É como os filmes de Super-Herois, sempre vai ter mais um. Em Nerve – Um Jogo Sem Regras (é de se estranhar o subtítulo nacional, já que o jogo tem regras e deixa isso bem explícito) há o triângulo amoroso, a protagonista saindo de sua zona de conforto e uma leve, mas muito leve mesmo, crítica social. A verdade é que os produtores pouco se importam com qualidade. Mesmo com alguns elementos interessantes durante a projeção, o gênero está tão saturado que a sensação dentro da sala escura do cinema é querer que tudo acabe logo.

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Pets: A Vida Secreta dos Bichos | Crítica | The Secret Life of Pets (2016) EUA

Pets – A Vida Secreta dos Bichos (2016)

Elenco: Louis C.K., Eric Stonestreet, Kevin Hart, Steve Coogan, Ellie Kemper, Bobby Moynihan, Lake Bell, Dana Carvey, Hannibal Buress, Jenny Slate, Albert Brooks | Roteiro: Brian Lynch, Cinco Paul, Ken Daurio | Direção: Chris Renaud, Yarrow Cheney

Pets – A Vida Secreta dos Bichos pode ser definido como fofo, apostando fortemente nisso e é mais um exemplo da capacidade técnica da animação 3D. Mas não vai além disso.

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Nós amamos nossos bichos de estimação, alguns como seus próprios filhos. Então, qualquer uma dessas pessoas automaticamente se identificará com Pets – A Vida Secreta dos Bichos, principalmente nos primeiros minutos de projeção. No entanto, depois desse momento extremamente fofo, percebe-se que essa é uma produção com muito por fora, mas com pouco conteúdo. Fica a sensação que o filme foi feito com um proposito maior de vender brinquedos de seus adoráveis personagens do que contar uma boa história. Tudo o que vemos na tela se é inversamente proporcional à estrutura, tornando a animação em algo sem alma que é suportável apenas por algumas homenagens e pela curta duração.

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O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel | TigreCast #146 | Podcast


O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel |TigreCast #146

All we have to decide is what to do with the time that is given to us.” – Gandalf

Tem gente que diz que certas obras são inadaptáveis para o cinema. Mas isso não quer dizer que transcrever, transpor, página por página, é que não dá certo? Hoje vamos começar um projeto de trilogias. Hoje vamos falar sobre O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring), filme que adapta a obra de J.R.R. Tolkien e dirigido por Peter Jackson.

No podcast de hoje, Tiago Lira (@tiagoplira), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Matheus Des (@matheusdes) voltam à 2001 para falar da filmografia daquele ano. Como um diretor de filmes trash como Fome Animal, Trash – Náusea Total e uma porcariazinha como Os Espíritos (de 1996) vendeu um projeto desses? E que elenco é esse hein? Conversamos também sobre o próprio Tolkien e seu estilo de escrita.

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Quando as Luzes se Apagam | Crítica | Lights Out (2016) EUA

Quando as Luzes se Apagam (2016)

Elenco: Teresa Palmer, Gabriel Bateman, Billy Burke, Maria Bello | Roteiro: Eric Heisserer | Direção: David F. Sandberg

Apesar de alguns clichês do gênero, Quando as Luzes se Apagam consegue ampliar com competência o que já era bom do curta original.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"O maior desafio de David F. Sandberg era transportar para longa metragem o excelente – e eficiente – curta de 2013. Quando as Luzes se Apagam estende a ideia original e do medo primário que muitos de nós tivemos pelo menos em alguma parte da vida. Mesmo que o diretor, em conjunto com o roteirista Eric Heisserer, abuse de alguns clichês do gênero do terror, ele é eficiente na maior parte da história. Como outros cineastas tem percebido o horror do tipo monstro da semana, levado a matar sem propósito – apena o susto pelo susto – precisa ser deixado para trás.

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A Trilogia Bourne | TigreCast #145 | Podcast


A Trilogia Bourne | TigreCast #145 | Podcast

No podcast de hoje, Tiago Lira (@tiagoplira) e Matheus Des (@matheusdes) conversam sobre os três primeiros filmes do agente sem memória: A Identidade Bourne (2002), A Supremacia Bourne (2004) e O Ultimato Bourne (2007) para nos prepararmos para a continuação Jason Bourne.

E sim, estamos de volta!

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Perfeita é a Mãe | Crítica | Bad Moms (2016) EUA

Perfeita é a Mãe (2016)

Elenco: Mila Kunis, Kristen Bell, Kathryn Hahn, Annie Mumolo, Jada Pinkett Smith, Christina Applegate | Roteiro e Direção: Jon Lucas, Scott Moore

Engraçado em vários momentos, Perfeita é a Mãe é uma boa comédia mas que peca muito na atuação da  trio principal.

6/10 - "tem um Tigre no cinema"O grande destaque de Perfeita é a Mãe é o protagonismo feminino, mesmo que o filme em si não tenha sido escrito nem dirigido por nenhuma. Ainda que tenha sido produzido por Suzanne Todd e Mark Kamine, fica no ar como seria a abordagem se fosse houvesse mulheres escrevendo ao invés de Jon Lucas e Scott Moore. Mesmo com a inevitável comparação com Se Beber, Não Case (The Hangover, 2009) – e suas continuações – a nova produção diverte em vários momentos, ainda que a atuação das protagonistas deixe a desejar. Além de ser uma produção até reflexiva sobre o que é ser mãe, mas sem ir demasiadamente ao drama disso em favor do gênero do filme.

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