Martyrs | Crítica | Martyrs (2016) EUA

Martyrs (2016)

Com Troian Bellisario, Bailey Noble e Kate Burton. Roteirizado por Mark L. Smith, baseado no roteiro de Pascal Laugier. Dirigido por Kevin Goetz e Michael Goetz.

O remake d Martyrs tem bons pontos, mas peca por tentar explicar demais e pela pieguice.

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Por se tratar de uma experiência repetida, o remake de Martyrs deve ser encarado com mais cissura, principalmente para quem não tenha visto a versão original – que o caso de quem vos escreve. Algumas informações dão conta que a produção foi feita quase quadro a quadro com o original franco-canadense e, com alguma experiência, sabemos que esse tipo de abordagem costuma não funcionar. Mesmo assim, o filme é tenso no prólogo, conta com uma virada interessante nas ações da protagonista e tem tudo para agradar os fãs do horror que gostam do estilo gore que tem dominado o estilo. Porém merecia uma abordagem mais dúbia, algo que é indicado apenas no início, invés de entregar tão cedo à realidade.

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O Grande Lebowski | TigreCast #133 | Podcast


O Grande Lebowski | TigreCast 133 | Podcast

Yeah, well. The Dude abides.” – The Dude

Cara… oh, Cara… Tem tanta loucura aqui hoje, tanto flower power, Jesus, boliche, arte vaginal, drogas… e O Cara! Vamos relaxar um pouco com um white russian e discutir O Grande Lebowski (The Big Lebowski, 1998), dirigido por Joel Coen e Ethan Coen e contando no elenco com Jeff Bridges, John Goodman, Julianne Moore, Steve Buscemi, Tara Reid e o já saudoso Philip Seymour Hoffman.

Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Paradella (@bolapucc) e Matheus Des (@matheusdes fazem uma viagem até 1998 e na filmografia dos até agora impecáveis irmãos Coen. Relembram também a carreira do elenco, pescam referências e dão risadas, muitas risadas.

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Capitão América: Guerra Civil | Crítica | Captain America: Civil War (2016) EUA

Capitão América: Guerra Civil (2016)

Com Chris Evans, Robert Downey, Jr., Scarlett Johansson, Sebastian Stan, Anthony Mackie, Don Cheadle, Jeremy Renner, Chadwick Boseman, Paul Bettany, Elizabeth Olsen, Paul Rudd, Emily VanCamp, Tom Holland, Frank Grillo, William Hurt e Daniel Brühl. Roteirizado por Christopher Markus e Stephen McFeely baseado nos quadrinhos da Marvel Comics. Dirigido por Anthony e Joe Russo.

Equilibrado entre ação e drama, Capitão América: Guerra Civil continua na crista do anterior mesmo com o elenco inflado.

9/10 - "tem um Tigre no cinema"Mais uma vez um filme solo do Universo Cinemático Mavel é muito mais interessante que a reunião dos heróis em si. Mesmo que com a massiva presença de seus companheiros de equipe Capitão América: Guerra Civil é centrado no personagem título e no seu antigo companheiro já apresentado no filme de 2014. Apesar de pecar pelo mal de em certo momento acontecer muita coisa ao mesmo tempo por causa da miríade dos personagens, é um filme que consegue equilibrar ação e drama, junto com uma pequena dose de comédia para dar leveza à um filme feito para agradar tanto os fãs dos quadrinhos quanto àqueles que acompanham as aventuras dos Vingadores somente no cinema.

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Cloverfield | TigreCast #132 | Podcast

Cloverfield | TigreCast 132 | Podcast

It’s like a nightmare!” – Rob

Vamos falar de monstros, já que ha tantos por aí a fora… Voltamos para 2008 para visitarmos o querido Clovie em seu Cloverfield: Monstro (Cloverfield), filme dirigido por Matt Reeves e roteirizado por Drew Goddard.

Nesse podcast, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982) e Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) relembram o estilo mockumentary, carreira do diretor e elenco – que praticamente sumiu dos cinemas -, a influência de J.J. Abrams, do peso do 11 de setembro, como elementos da jornada do herói e outras técnicas do cinema foram usadas de maneira diferente, a visão humana e a nossa necessidade de registrar tudo.

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O Caçador e a Rainha do Gelo | Crítica | The Huntsman: Winter’s War (2016) EUA

O Caçador e a Rainha do Gelo (2016)

Com Chris Hemsworth, Charlize Theron, Emily Blunt, Nick Frost, Sam Claflin, Rob Brydon e Jessica Chastain. Roteirizado por Evan Spiliotopoulos e Craig Mazin. Dirigido por Cedric Nicolas-Troyan.

Não contando nem mesmo com esforço de seus protagonistas, O Caçador e a Rainha de Gelo não tem personalidade nenhuma, sendo apenas colagens de outras histórias.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Seria bem fácil rotular O Caçador e a Rainha do Gelo principalmente porque esse é um filme que não tem nenhum tipo de ambição – além de fazer dinheiro. O diretor não apenas repete os erros do filme anterior como os extrapola. As motivações da personagem título são fracas, todos os elementos costurados de outras histórias de fantasia fazem uma colcha de retalhos preguiçosa, sem nenhum destaque. A atuação de todos é automática, não nota-se nenhum tipo de esforço em transmitir emoções. O elenco principal parece um bando de iniciantes, fazendo um serviço apenas por obrigação. Do começo ao fim, o filme é uma enganação.

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Princesa Mononoke | TigreCast #131 | Podcast

Princesa Mononoke | Podcast

A vida é sofrimento . É difícil. O mundo está amaldiçoado. Mas você ainda encontra razões para continuar a viver.” – Osa

Depois de um longo tempo, voltamos para o Japão! E para falar do diretor que não fez nenhum trabalho ruim – e que pelo jeito vai continuar assim. É hora de irmos até 1997 e revisitar Princesa Mononoke (もののけ姫), do diretor Hayao Miyazaki.

Nessa podcast, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Juba (@juba_kun) e Marcelo Zagnoli (@marcelozagnolli) discutem as produções de 1997, comparam o diretor japonês a Scorsese, Estúdios Ghibli, interação com a Disney, a mudança de temas mais inocentes para os mais sérios e fansubs. Fo desafio do cinema oriental, da mistura de técnicas e do perfeccionismo de Miyazaki e do tom melancólico da produção. O que Neil Gaiman fez para o ocidente entender melhor o filme? Ser legal é um problema? Ver em japonês e inglês ou português faz diferença? Além disso, achamos espaço para falar um pouco da história do Japão.

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Mogli – O Menino Lobo | Crítica | The Jungle Book (2016) EUA

Mogli - O Menino Lobo (2016)

Com Neel Sethi, Bill Murray, Ben Kingsley, Idris Elba, Lupita Nyong’o, Scarlett Johansson, Giancarlo Esposito, Christopher Walken. Roteirizado por Justin Marks, baseado na obra de Rudyard Kipling. Dirigido por Jon Favreau (Homem de Ferro).

A nova roupagem de Mogli – O Menino Lobo é um deslumbre visual e não se esquece de suas raízes.

8/10 - "tem um Tigre no cinema"A história de menino criado por lobos é um tanto universal, vide Rômulo e Remo. E depois de tanto tempo da clássica animação de 1967 – e vamos fazer de conta que o filme de 1994 não existiu – Mogli – O Menino Lobo está de volta mais deslumbrante do que nunca, numa narrativa leve e rápida. Vindo na esteira de outros clássicos animados que foram adaptados ao live action, esse é a primeira produção do estilo que se destaca depois das duas últimas tentativas da Disney. E mantém o espírito infantil com alguns elementos mais sombrios, nem tão pensada para as crianças e nem tão pesada para que elas não possam curtir.

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Mente Criminosa | Crítica | Criminal (2016) EUA

Mente Criminosa (2016)

Com Kevin Costner, Gary Oldman, Tommy Lee Jones, Alice Eve, Gal Gadot, Michael Pitt, Jordi Mollà, Antje Traue, Scott Adkins, Amaury Nolasco e Ryan Reynolds. Roteirizado por Douglas Cook, David Weisberg. Dirigido por Ariel Vromen.

Mente Criminosa poderia até ser um filme de super-heróis por causa do elenco, mas ganha status por enveredar para o drama policial.

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Uma piada feita por mim para uma amiga, mas que fatalmente passou pela cabeça de meio mundo, é que iríamos ver o crossover do Deadpool, Mulher-Maravilha, Comissário Gordon, Duas Caras e do pai do Superman. Isso diz muito sobre como há filmes do gênero de super-heróis no cinema. E Mente Criminosa, de certa maneira, é um filme genérico desse estilo, com direito até ao vilão megalomaníaco que quer destruir o mundo. Misturando gêneros – policial, ação, drama e romance – a produção agrada mais do que decepciona, principalmente quando foca no pelo menos aparente tema, onde as explosões tomam conta da tela. E com direito a algumas surpresas que confirmam que vale a pena saber pouco de uma produção antes de entrar na sala.

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Avé, César! | Crítica | Hail, Caesar! (2016) EUA

Ave, César! (2016)

Com Josh Brolin, George Clooney, Alden Ehrenreich, Ralph Fiennes, Jonah Hill, Scarlett Johansson, Frances McDormand, Tilda Swinton, Channing Tatum e Michael Gambon. Roteirizado e dirigido por Joel Coen e Ethan Coen (O Grande Lebowski).

Ave César! é uma comédia engraçadíssima e um passeio pelo cinema, satirizando a época dourada de Hollywood.
9/10 - "tem um Tigre no cinema"Quem é mais que um fã de filmes, mas também do Cinema, sairá contente depois de Ave, César! A comédia trata da indústria que faz parte, montando a própria história enquanto acompanha o desenvolvimento de outras histórias fictícias. Retratando uma época onde Hollywood refletia um mundo complicado – a quebra dos estúdios, a suprema corte processando estúdios, a Guerra Fria e o medo da ameaça comunista – os Coen fazem uma homenagem à sétima arte ao mesmo tempo em que tiram sarro do universo que fazem parte e tanto amam. Com um elenco fantástico fazendo pequenos e marcantes papeis, a produção é um deslumbre visual, enquanto encontra espaço para mostrar como a mágica é feita.

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De Onde Eu Te Vejo | Crítica | 2016

De Onde Eu Te Vejo (2016)

Com Denise Fraga, Domingos Montagner, Manoela Aliperti, Marisa Orth, Juca de Oliveira e Fúlvio Stefanini. Roteirizado por Leonardo Moreira e Rafael Gomes. Dirigido por Luiz Villaça.

Passeando entre o romance, a comédia e o drama, De Onde Eu Te Vejo se destaca dentro do gênero nas produções nacionais.
8/10 - "tem um Tigre no cinema"O cinema brasileiro foi maltratado por causa da gana das produtoras em enfiar goela abaixo comédias estúpidas e romances açucarados. De Onde Eu Te Vejo foge da maioria desses clichês, mesmo usando dos elementos citados. É uma comédia, assim como é um romance, tanto quanto um drama. Essa mistura permeia a narrativa com equilíbrio, sem deixar que um aspecto fique mais à frente de outro, além de ser tecnicamente impecável. Mesmo com alguns problemas – poucos, é verdade – é uma história bonita, leve, agradável de ser assistida e que pode fazer você se reconectar com quem ama de verdade, mesmo numa metrópole como São Paulo.

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2015: Os Piores e os Melhores | TigreCast #130 | Podcast


2015: Os Piores e os Melhores | Podcast

No podcast de hoje, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Paradella (@bolapucc), Matheus Des (@matheusdes e Tullio Dias (@2tdias) comentam sobre os Piores e Melhores filmes lançados comercialmente no Brasil!

Falamos de ursos falantes, contos de fadas do espaço, do resumo que de tudo que tem de errado em Hollywood, daquele que queríamos gostar e outro que merecia umas belas palmadas. Também voamos por aí aosom de baterias, viajamos na opera espacial, no bullying musical, de outro que fez a maioria chorar… para finalmente testemunharmos!

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Decisão de Risco | Crítica | Eye in the Sky (2016) EUA

Divisão de Risco (2016)

Com Helen Mirren, Aaron Paul, Alan Rickman, Barkhad Abdi, Jeremy Northam, Iain Glen, Phoebe Fox. Roteirizado por Guy Hibbert. Dirigido por Gavin Hood (Ender’s Game: O Jogo do Exterminador).

Apresentando um cenário atualíssimo, Decisão de Risco é um filme tenso e mostra que a guerra só tem graça quando ela é de mentira.

9/10 - "tem um Tigre no cinema"

É muito difícil que uma produção belicosa não caiar na armadilha de ser uma ode à guerra. Decisão de Risco é, à primeira vista, um retrato de como os conflitos são travados atualmente com drones e câmeras móveis de vigilância. Porém, fala também de pessoas e como elas são postas à prova de decisões morais, em posições diferentes, longe fisicamente do conflito, e como, mesmo assim, sofrem por isso. É uma discussão sobre os atos cíclicos da guerra, de como decisões difíceis são tomadas, enquanto nós da audiência sofremos com a tensão imposta pelo diretor, enquanto não podemos fazer mais que comemorar a pequenas vitórias.

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