O Nascimento de uma Nação | TigreCast #100 | Podcast

O Nascimento de uma Nação | TigreCast 100 | Podcast

It is like writing history with lightning. And my only regret is that it is all so terribly true.” – Woodrow Wilson

Para comemorar o 100º episódio – um belo número – voltamos à sessão “anos atrás” e 100 anos no tempo para conversar sobre o primeiro blockbuster da história, um filme que introduziu muito da linguagem cinematográfica que conhecemos hoje (montagem, flashbacks, narrativa), um sucesso comercial, um marco na história e um dos filmes mais polêmicos de todos os tempos: O Nascimento de uma Nação (The Birth of a Nation, 1915), dirigido por D.W. Griffith, baseado na peça de Thomas Dixon, que romantiza a criação da Ku Klux Klan.

Nesse podcast, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) falam da história do início da indústria cinematográfica nos anos 1910, momentos marcantes de 1915 e da carreira de Griffith. E por que o filme é tão controverso? E é possível separar mensagem de sua importância? Decida enquanto discutimos o legado do filme.

E atenção: há spoilers do começo ao fim!

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Pixels: O Filme | Crítica | Pixels, 2015, EUA

Pixels, 2015

Com Adam Sandler, Kevin James, Michelle Monaghan, Peter Dinklage, Josh Gad, Brian Cox, Ashley Benson e Jane Krakowski. Roteirizado por Tim Herlihy e Timothy Dowling, baseado no original de Patrick Jean. Dirigido por Chris Columbus (Harry Potter e a Pedra Filosofal).

4/10 - "tem um Tigre no cinema"Se nessa temporada você quiser fazer um estudo de caso do que é a pura representação Hollywood hoje, você o achará em Pixels: O Filme. É uma adaptação, é um amontoado de clichês, tem a influência de um produtor possessivo, conta com atores em alta, prima pela nostalgia, é muitíssimo bem-feito com seus efeitos especiais, é 3D, e ainda consegue arrancar risadas da plateia. O grande problema é a falta de cuidado em relação a todos esses temas (com exceção do impecável CGI). Chris Columbus é um diretor competente, e os roteiristas Tim Herlihy e Timothy Dowling tinham um grande potencial nas mãos. Ao invés disso, resolveram percorrer o caminho mais fácil. Pelo menos a produção foge da grosseria, encantará os mais jovens e aponta o sucesso comercial.

Sinopse oficial

Em Pixels, quando seres intergalácticos interpretam um arquivo em vídeo com imagens de jogos de arcade clássicos como uma declaração de guerra contra eles, eles atacam a Terra usando esses jogos como modelos para suas várias ofensivas. O presidente Will Cooper (Kevin James) busca ajuda de seu melhor amigo de infância Sam Brenner (Adam Sandler), um campeão de competições de vídeo-games nos anos 80 – e agora um instalador de home theaters – para liderar uma equipe de jogadores veteranos (Peter Dinklage e Josh Gad), derrotar os alienígenas e salvar o planeta. Eles ainda vão contar com a ajuda da tenente-coronel Violet Van Patten (Michelle Monaghan), uma especialista em tecnologia que irá fornecer aos arcaders as armas exclusivas para lutar contra os aliens.”

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A Forca | Crítica | The Gallows, 2015, EUA

The Gallows, 2015

Com Reese Mishler, Pfeifer Brown, Ryan Shoos, Cassidy Gifford. Escrito e dirigido por Travis Cluff e Chris Lofing.

2/10 - "tem um Tigre no cinema"Existem obras que, por mais que haja esforço, tanto dos realizadores quanto da plateia, pouco tem a se dizer. A Forca vem no aparente fim do estilo mockumentary/found-footage, e mostra porque o estilo precisa desesperadamente de, no mínimo, um descanso. Ou ainda, pode ser hora de deixar as câmeras tremidas para trás e investir novamente em histórias autorias. Apesar de não ser o pior exemplo, somos apresentados à só mais um filme com a falsa sensação de real, que não é o pior do estilo, mas também está muito longe de ser um dos melhores – o que, infelizmente, diz muito sobre esse tipo de filme.

Sinopse oficial

Vinte anos após um acidente que causou a morte de Charlie, durante uma peça de teatro estudantil, alunos da mesma escola da pequena cidade resolvem ressuscitar a produção em uma tentativa infeliz de honrar o aniversário da tragédia – mas vão descobrir que algumas coisas do passado devem ser deixadas em paz.”

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007 Contra Spectre | Veja o segundo trailer legendado | #NEWS

007 CONTRA SPECTRE | Trailer 2

Welcome, James. It’s been a long time. Now finally, here we are.”

James Bond está quase de volta, para a alegria dos fãs. A Sony Pictures liberou hoje o novo trailer de 007 Contra Spectre, que tem previsão de estreia para 5 de novembro de 2015. Dirigido por Sam Mendes, Daniel Craig está de volta na continuação de 007: Operação Skyfall, de 2012.

Sem mais delongas, dê o play!

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Distrito 9 | TigreCast #99 | Podcast


Distrito 9 | TigreCast 99  | Podcast

I can’t believe I’m being paid to do this. I love watching you prawns die.” – Koobus Venter

Em 2009 um filme sul-africano criou um hype pela sua crítica social, pelos efeitos especiais e por ser o filme de estreia de um diretor até então desconhecido. Hoje vamos falar de Distrito 9 (District 9), dirigido por Neill Blomkamp e com Sharlto Copley no elenco.

Nesse TigreCast, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Cliff, Matheus Des (@matheusdes) e a convidada Melina (Jurassicast | @coca_com_cereja) conversam sobre as produções de 2009 e da carreira de Blomkamp e de Copley e de como quase vimos um filme da franquia de games Halo. Discutimos também os pontos do roteiro, seus acertos, a força da metáfora e porque diabos o diretor não consegue escrever um antagonista decente.

E, como sempre, spoilers liberados!

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Homem-Formiga | Crítica | Ant-Man, 2015, EUA

Ant-Man, 2015

Com Paul Rudd, Evangeline Lilly, Corey Stoll, Bobby Cannavale, Michael Peña, Tip “T.I.” Harris, Wood Harris, Judy Greer, David Dastmalchian e Michael Douglas. Roteirizado por Edgar Wright, Joe Cornish, Adam McKay e Paul Rudd, baseado nos quadrinhos de Stan Lee, Larry Lieber e Jack Kirby. Dirigido por Peyton Reed (Sim, Senhor).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"Eis mais um filme da Marvel e, dependendo do seu ponto de vista, isso pode ser bom ou ruim. Não vale a pena falar da enxurrada de filmes de super-heróis – essa é a realidade e o que podemos fazer é embarcar na aventura, o que não quer dizer que temos que gostar de todas elas. Homem-Formiga é o novo exemplo na mesma veia do piadista de Homem de Ferro 3 – porém menos irritante – e Guardiões da Galáxia – com menor competência. Há cenas de ação incríveis, a montagem funciona para que o filme não fique cansativo, e algumas piadas chegam a ser surreais, e que garantirão a alegria da plateia. No entanto, depois de quase 120 minutos, fica a sensação que estamos vendo mais do mesmo, o que pode funcionar para o grande público, mas uma inovação na estrutura não faria nenhum mal.

Sinopse oficial

A próxima evolução do Universo Cinemático Marvel traz um dos fundadores dos Vingadores para a telona pela primeira vez com Homem-Formiga (Ant-Man) dos Estúdios Marvel. Armado com a surpreendente habilidade de encolher em tamanho, mas expandir em força, o grande ladrão Scott Lang deve aceitar seu herói interior e ajudar seu mentor, o dr. Hank Pym, a proteger o segredo por trás de seu especular traje de Homem-Formiga de uma nova geração de grandes ameaças. Enfrentando obstáculos que parecem insuperáveis, Pym e Lang precisam planejar e levar a cabo um roubo que salvará o mundo.”

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Filadélfia | TigreCast #98 | Podcast

"It's that every now and again - not often, but occasionally - you get to be a part of justice being done. That really is quite a thrill when that happens." - Andrew Beckett:

It’s that every now and again – not often, but occasionally – you get to be a part of justice being done. That really is quite a thrill when that happens.” – Andrew Beckett:

Ainda na crista da decisão histórica da Suprema Corte dos EUA aprovarem o casamento homossexual, voltamos à 1993 para conversar sobre o primeiro grande filme de Hollywood que tratou do delicado tema da AIDS e do preconceito aos homossexuais daquela década: Filadélfia (Philadelphia), filme dirigido por Jonathan Demme e assinado por Ron Nyswaner, contando no elenco com Tom Hanks e Denzel Washington.

Nesse podcast, Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Cliff, Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) discutem as produção do ano de 1993 e da carreira de Demme, Nyswaner, Hanks e Washington. Falamos também do fantasma da HIV/AIDS, dos detalhes da produção e como esse filme, ainda que tenha problemas na montagem e linguagem, ainda é um dos mais tocantes da história do cinema.

E, como sempre, spoilers liberados!

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Cidades de Papel | Crítica | Paper Towns, 2015, EUA

Paper Town, 2015

Com Nat Wolff, Cara Delevingne, Justice Smith, Ben Starling, Halston Sage. Roteirizado por Scott Neustadter e Michael H. Weber, baseado no romance de John Green. Dirigido por Jake Schreier.

3/10 - "tem um Tigre no cinema"A cada década aparece um filme que tenta representar a geração anterior, sintetizando suas aflições, medos e esperanças. E vamos percebendo, a medida que envelhecemos, que todos somos muito parecidos. Cidades de Papel lida com isso do mesmo jeito que você viu um outra dezena de filmes – passando por Os Goonies (The Goonies, 1985) até Show de Vizinha (The Girl Next Door, 2004) – mas de maneira menos eficiente: estão ali o grupo de amigos, a aventura que é o amadurecer e a coragem que é necessária para enfrentar esses desafios, porém o plano que impulsiona esses personagens só funciona forçadamente pela necessidade que o roteiro cria para si mesmo, chegando ao cúmulo de ter que apelar para diversos ex-machinas para funcionar, além de ser tecnicamente pouco ousado.

Sinopse oficial

Cidades de Papel é uma adaptação do livro de John Green sobre os adolescentes Quentin e sua enigmática vizinha Margo. Margo gostava tanto de mistérios que se tornou um. Margo conduz Quentin a uma noite inteira de aventuras em sua cidade natal e desaparece repentinamente, deixando pistas complicadas para Quentin decifrar. Nessa busca, Quentin e seus sagazes amigos se veem em uma aventura das mais empolgantes, repleta de humor e comoção. Afinal, a fim de encontrar Margo, Quentin se vê obrigado a buscar uma compreensão mais profunda do que são amizade e amor verdadeiros.”

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O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final | TigreCast #97 | Podcast


O Exterminador do Futuro 2 | TigreCast #97

…if a machine, a Terminator, can learn the value of human life, maybe we can too.” – Sarah Conoor

Um ano depois de falarmos do original e no dia do lançamento nacional do quinto filme da franquia – O Exterminador do Futuro: Gênesis -, é hora de conversarmos sobre um dos melhores filmes de ação de toda a história do cinema – O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final (Terminator 2: Judgment Day, 1991), filme dirigido por James Cameron – e escrito por ele em conjunto com William Wisher – estrelando Linda Hamilton, Robert Patrick, Edward Furlong e o grande, em vários sentidos, Arnold Schwarzenegger.

Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) voltam aos anos 1990 – a década dos filmes mainstream e do cinema indie americano e da explosão do CGI – e do ano de 1991 no cinema. Falamos da carreira de James Cameron e seu gosto pelos efeitos especiais, além da filmografia do elenco principal. Entramos numa discussão sobre Ficção científica versus Ação enquanto falamos sobre detalhes dessa marcante produção da década.

E, como sempre, spoilers liberados!

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O Exterminador do Futuro: Gênesis | Crítica | Terminator Genisys, 2015, EUA

Terminator Genisys, 2015

Com Arnold Schwarzenegger, Jason Clarke, Emilia Clarke, Jai Courtney, Lee Byung-hun e J. K. Simmons. Roteirizado por Laeta Kalogridis (Ilha do Medo) e Patrick Lussier. Dirigido por Alan Taylor (Thor: Mundo Sombrio).

6/10 - "tem um Tigre no cinema"O novo Exterminador é um filme difícil por vários motivos. Primeiro, ele leva o termo reboot ao extremo, apagando praticamente tudo que aprendemos a gostar no clássico de 1984 e a continuação de 1991 – o que não é ruim; na verdade, é o melhor conceito apresentado. Segundo, Kalogridis e Lussier se aventuram muito nos campos da ficção científica mais teórica, momentos que precisam ser traduzidos constantemente pelo T-800. O Exterminador do Futuro: Gênesis vem na mesma esteira dos últimos reboots e remakes que já estão no seu décimo ano, pelo menos, e é uma produção que não chega a ser impressionante, tampouco uma decepção.

Sinopse oficial

No longa, John Connor (Jason Clarke), líder da resistência humana, envia o Sargento Kyle Reese (Jai Courtney) de volta para 1984 para proteger Sarah Connor (Emilia Clarke) e salvaguardar o futuro, mas uma mudança inesperada nos acontecimentos cria uma linha do tempo fragmentada. Agora, o Sargento Reese está em uma nova e desconhecida versão do passado, onde ele encontra aliados improváveis, incluindo o Guardião (Arnold Schwarzenegger), novos e perigosos inimigos e uma missão inesperada: redefinir o futuro”.

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Rambo: Programado Para Matar | TigreCast #96 | Podcast

Rambo | Tigrecast 96 | Podcast

Hunting? We ain’t huntin’ him, he’s huntin’ us!” – Preston

Tudo tem um começo. Se hoje os filmes de ação e os heróis de ação são populares muito se deve a Rambo: Programado Para Matar (First Blood, 1982), filme dirigido por Ted Kotcheff e com o nosso querido Sylvester Stallone interpretando o primeiro dos brucutus.

Tiago Lira, o Tigre (@otigre1982), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Rodrigo Cliff (Plano 9) conversam sobre o ano de 1982 no cinema e da carreira de Kotcheff e como o roteiro chegou às suas mãos. Também discutimos sobre guerras, do filho pródigo e da influência da contracultura. Além disso, discutimos questões gerais do filme – inclusive quem poderia ter aceito o papel além do Sly -, da fotografia de Andrew Laszlo, e como o legado deixado por esse ótimo filme apagou a mensagem original nesse que antes de ser um filme de ação, é um profundo drama.

E, como sempre, spoilers liberados!

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Minions | Crítica | Minions, 2015, EUA

Minions, 2015

Com Pierre Coffin, Sandra Bullock, Jon Hamm, Michael Keaton, Allison Janney, Steve Coogan. Roteirizado por Brian Lynch. Dirigido por Pierre Coffin (Meu Malvado Favorito).

5/10 - "tem um Tigre no cinema"Minions pra cá, minions pra lá, dizendo palavras doidas, misturando línguas enquanto fazem uma bobagem atrás da outra. É isso que esses adoráveis seres amarelos que aprendemos a gostar desde 2010, agora em aventura solo, fazem como protagonistas num filme que é focado totalmente no público infantil. As crianças não tem senso crítico o suficiente para entender as conveniências do roteiro, e isso não é um demérito. Feito para divertir, o alvo da produção acerta com muitas cores e piadas visualmente francas. Apesar do filme não ser profundo, e longe de ter essa pretensão, os pais que acompanharão seus filhos na sessão não sairão estafados e, com certeza, darão algumas risadas juntos com seus próprios pequenos.

Sinopse oficial

A produção retrata a história dos Minions. Os organismos unicelulares amarelos, mesmo evoluindo ao longo do tempo, sempre serviram os piores vilões do planeta, de T-Rex a Napoleão e, após várias parcerias mal sucedidas Kevin, Stuart e Bob saem em busca de um novo mestre para servir. Em Londres, acabam por encontrar uma potencial líder: a supervilã Scarlet Overkill”.

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