O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei | TigreCast #166 | Podcast

O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei | TigreCast #166 | Podcast

A day may come when the courage of men fails, when we forsake our friends and break all bonds of fellowship, but it is not this day… This day we fight!” – Aragorn

No podcast de hoje Tiago Lira (@tiagoplira) e Matheus Des (@matheusdes), tão solitários quanto Frodo e Sam em direção à Montanha da Perdição, finalmente fecham uma trilogia. É hora de voltar uma última vez, quem sabe, para a Terra Média e para a Guerra do Anel com a produção de 2003, O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (The Lord of the Rings: The Return of the King)!

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Guardiões da Galáxia Vol 2 | Crítica | Guardians of the Galaxy Vol. 2, 2017 EUA

Guardiões da Galáxia Vol. 2 continua divertido e cheio de ação, além de mostrar um leve amadurecimento na narrativa.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2), 2017

Elenco: Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Michael Rooker, Karen Gillan, Pom Klementieff, Elizabeth Debicki, Chris Sullivan, Sean Gunn, Sylvester Stallone, Kurt Russell | Roteiro: James Gunn | Baseado em: Guardiões da Galáxia (Dan Abnett, Andy Lanning) | Direção: James Gunn (Guardiões da Galáxia) | Duração: 136 minutos | 3D: Relevante | Cenas extras

Há dois personagens em Guardiões da Galáxia Vol. 2 que usam, explicitamente e o admitem eventualmente, carapaças para esconder seus sentimentos. É parecido com que o James Gunn faz no segundo filme da franquia (e o décimo-quinto do UCM), com uma camada divertidíssima, épica e até descompromissada que representam a faceta de seus personagens que, no entanto, vivem dramas internos. A aventura então traz personagens já definidos e que aprendemos a gostar no filme anterior, explosões, piadas tanto visuais quanto no roteiro e uma leve sensação de amadurecimento, vinda tanto das páginas do roteiro do quanto do grupo. Isso sem transformar radicalmente qualquer um deles.

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Paterson | Crítica | Paterson, 2016, EUA-Alemanha-França

Jim Jarmusch mostra em Paterson que até as coisas mais banais podem servir de inspiração para criar belezas.

Paterson (2016)

Elenco: Adam Driver, Golshifteh Farahani, Barry Shabaka Henley, Cliff Smith, Chasten Harmon, William Jackson Harper, Masatoshi Nagase | Roteiro e direção: Jim Jarmusch (Amantes Eternos) | Duração: 118 minutos

Nota 10 - um Tigre no cinemaEm meio a explosões, monstros gigantes e semideuses se estapeando na tela, vale a pena nos desligarmos desse cinema de grandes proporções e ver algo intimista como Paterson. O que Jarmusch faz, por meio de seu protagonista, é mostrar que pode existir beleza até no caminho que fazemos todos os dias, traduzido aqui pela poesia. O desafio é encontrar essas belezas e entende-las, mesmo que no começo exista alguma estranheza em escrever, por exemplo, sobre uma caixa de fósforos. Para gente que escreve essa é uma produção de representação, um filme baseado na força dos diálogos e na construção dos personagens diários e ainda assim interessantes.

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Paixão Obsessiva | Crítica | Unforgettable, 2017, EUA

Paixão Obsessiva é um conjunto de obviedades que piora ao notarmos que existia um caminho bem mais interessante para a trama.

Paixão Obsessiva (Unforgettable), 2017

Elenco: Katherine Heigl, Rosario Dawson, Geoff Stults, Isabella Rice, Cheryl Ladd | Roteiro: Christina Hodson, David Leslie Johnson | Direção: Denise Di Novi | Duração: 100 minutos

Paixão Obsessiva se confunde na falta de compromisso, preferindo contar uma história com desenvolvimento e fechamento clichês, sendo que havia muito espaço para ousar. Ainda que toque em temas importantes e ainda em voga para dar voz às minorias – no caso, se levantando contra o machismo e o racismo – o desenvolvimento da história em si é tão comum que não exige do espectador nenhum tipo de questionamento da índole das personagens, mas é possível ver de longe outros resultados mais interessantes para trama, já que todos os elementos para isso estão ali, de bandeja para serem usadas pela diretora que faz um bom trabalho na cadeira. Mas não é uma qualidade refletida no roteiro.

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Spoilers: Sim ou Não? | TigreCast #165 | Podcast

SPOILERS: Sim ou Não | TigreCast #165

No podcast de hoje, Tiago Lira (@tiagoplira), Fabiana Murray (@fabianamurray) Alex Gonçalves (@agmcinefilo) e o Seu Hugo Mota (@vitor_hugo_mota) falamos de um assunto mais que polêmico. SPOILERS. Tê-los ou não tê-los? Tem um meio termo? Alguém pode viver só de spoilers?

Então, mais uma vez, bem-vindos ao nosso podcast. Bem-vindo ao TigreCast!

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Vida | Crítica | Life, 2017, EUA

Vida homenageia tanto outra grande franquia do terror especial que acaba se perdendo e ficando sem alma.

Vida (Life) 2017

Elenco: Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson, Ryan Reynolds, Hiroyuki Sanada, Ariyon Bakare, Olga Dihovichnaya | Roteiro: Rhett Reese, Paul Wernick | Direção: Daniel Espinosa (Protegendo o Inimigo) | Duração: 103 minutos

Imagine caminhar no calcanhar de gigantes, com comparações inevitáveis. Espinosa optou, mesmo com um orçamento e um elenco de peso em mãos, fazer uma grande homenagem ao gênero do terror espacial em Vida: nada de original, sem deixar de apontar essas influências, tanto clássicas quanto as mais modernas. Isso, em geral, deixa a produção com um ar de pouca personalidade, mas que ao menos tem momentos de tensão que serão suficientes para deixar o espectador atento e preso na história. E com pouquíssima ousadia, a história acaba valendo a pena mais para caçar as referências a entender a história em si.

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A Vida de Brian | TigreCast #164 | Podcast

A Vida de Brian | TigreCast #164 | Podcast

He’s not the Messiah. He’s a very naughty boy! Now, piss off!” – A Mãe do Messias Brian

Mais uma quinta-feira, mais um podcast. Nesse nosso episódio 164 vamos lembrar do cara que foi vizinho daquele outro cara que foi pregado numa cruz há uns dois mil anos por dizer que as pessoas podiam ser mais legais umas com as outras só pra variar.

Já que semana é Páscoa e você já tá no Facebook reclamando que Ovo de Páscos tá mais caro que comprar o mesmo em barra, vamos adoçar um pouco a sua vida nos lembrando da trupe do Monty Python em A Vida de Brian (Life of Brian), de 1979, com Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin que fazem 40 personagens no mesmo filme!

Tiago Lira (@tiagoplira), Cliff e Matheus Des (@matheusdes) falam da comédia e da discussão que os atores faziam nos anos 1970 e que hoje ainda causam polêmica – questão de gênero, representatividade, fanatismo religioso – sem deixar nunca cair o nível das piadas e nem esquecer de tirar sarro dos opressores. E como sempre sobra para os moderados sem falar do Esquadrão Suicida que vale (que a Warner poderia ter usado como influencia no filme deles).

Então, mais uma vez, bem-vindos ao nosso podcast. Bem-vindo ao TigreCast!

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Velozes e Furiosos 8 | Crítica | The Fate of the Furious, 2017, EUA

Velozes e Furiosos 8 volta mirando no seu público cativo e na esperança de segurá-los até o próximo filme da franquia.

Velozes e Furiosos 8 (The Fate of the Furious), 2017

Elenco: Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jason Statham, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Chris Bridges, Nathalie Emmanuel, Kurt Russell, Scott Eastwood, Charlize Theron, Helen Mirren | Roteiro: Chris Morgan | Direção: F. Gary Gray (Straight Outta Compton) | Duração: 136 minutos | 3D: Irrelevante

Velozes e Furiosos 8 é exatamente isso: um Velozes e Furiosos. Apesar de ser mais do mesmo, o filme tem se destaca na direção de Gray, com posicionamentos de câmera nos lugares certos para podermos colocar ordem nos pensamentos, enquanto presenciamos explosões, corridas, frases de efeito e pancadas – muitas pancadas, aliás – numa produção demasiadamente longa, porém divertida. A vantagem é que o filme não se vende como nada além do que é nas suas sequências de cortes rápidos, desafios extraordinários e anti-heróis que aprendemos a gostar durante os últimos anos. E repetindo a fórmula, a franquia continua agrando o seu público cativo e com receio de inovar.

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Despedida em Grande Estilo | Crítica | Going in Style, 2017, EUA

O remake de Despedida em Grande Estilo é uma diversão leve e engraçada que consegue encontrar também um tom melancólico.

Despedida em Grand Estilo (Going in Style) 2017

Elenco: Morgan Freeman, Michael Caine, Alan Arkin, Matt Dillon, Christopher Lloyd, John Ortiz | Roteiro: Theodore Melfi (Estrelas Além do Tempo) | Baseado em: Despedida em Grande Estilo (Martin Brest, 1979) | Direção: Zach Braff (Lições em Família) | Duração: 96 minutos

A intenção de Despedida em Grande Estilo é fazer a audiência se sentir bem, assim como qualquer um daqueles clássicos que reprisam várias vezes na TV (chamados de “Sessão da Tarde”). Ao mesmo tempo, há uma tristeza inerente sobre como os idosos são tratados – isso, em especial, pode pegar os brasileiros com os rumos atuais de algumas decisões políticas. Assim, a produção não tem grandes pretensões além de ser divertido e um tanto leve, mesmo que use alguns elementos sérios para isso, contando com a ajuda do trio de protagonistas que de tão soltos parecem estar interpretando a si mesmos.

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O Poderoso Chefinho | Crítica | The Boss Baby, 2017, EUA

O Poderoso Chefinho é uma história bem infantil e divertida para os pequenos que são o público-alvo.

O Poderoso Chefinho (The Boss Baby) 2017

Elenco: Alec Baldwin, Miles Christopher Bakshi, Steve Buscemi, Jimmy Kimmel, Lisa Kudrow | Roteiro: Michael McCullers | Baseado em: The Boss Baby (Marla Frazee) | Direção: Tom McGrath (Madagascar) | Duração: 97 minutos | 3D: Relevante | Cena Extra

É um tanto injusto falar de um filme que claramente não foi pensado para você. O Poderoso Chefinho é para audiências muito novas: entre quatro e sete anos, não muito mais que isso e avalia-lo com o peso de outras animações de ar mais questionador e sério não seria correto. É uma história muito simples, leve e indicada para aquele programa de família, e o grande trunfo é que não será uma experiência tediosa para os pais. As crianças vão se impressionar com as cores e aventuras que os personagens passam, enquanto os mais velhos que os acompanharem vão poder curtir a reação deles, essa sim uma diversão.

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Corpo Fechado | TigreCast #163 | Podcast

Corpo Fechado | TigreCast #163 | Podcast

Now that we know who you are, I know who I am.” – Elijah Price

Qual é o seu segundo filme preferido de M. Night Shyamalan, e por quê é Corpo Fechado (Unbreakable)? Voltamos a falar do cineasta indiano depois de esmiuçar a carreira do diretor, lá atrás, por causa do lançamento de Fragmentado (Split).

Hoje no TigreCast, Tiago Lira (@tiagoplira), Marcelo Zagnoli (@marcelozagnoli) e Matheus Des (@matheusdes) falam da abordagem e estética dos quadrinhos usadas pelo diretor, do protagonistas que fogem dos esteriótipos (apesar dessa fonte), como Shyamalan usa movimentos de câmera e cortes para contar a história e a grande questão que nos persegue: qual é o nosso lugar no mundo?

E já peço desculpas pelo áudio do Marcelo – a captação dele teve problemas e tivemos que ficar com o backup do Skype 🙁

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A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell | Crítica | Ghost in the Shell, EUA, 2017

A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell funciona como homenagem ao original, mas prefere focar mais na ação e menos na filosofia.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell (Ghost in the Shell) | 2017

Elenco: Scarlett Johansson, Michael Pitt, Pilou Asbæk, Chin Han, Juliette Binoche, Takeshi Kitano | Roteiro: Jamie Moss, William Wheeler, Ehren Kruger | Baseado em: Ghost in the Shell (Masamune Shirow) | Direção: Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) | Duração: 106 minutos | 3D: Relevante

O maior desafio de falar de A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell é segurar a tentação de compará-lo com o original. Depois dessa árdua tarefa, e levando em conta que o ideal é entrar na sala de cinema sem expectativas, o filme se segura muito bem na maioria dos seus quesitos. História, ritmo, personagens e efeitos especiais são mais que satisfatórios e com certeza serão suficientes para manter a atenção da plateia. Sanders e companhia, no entanto, preferem uma abordagem com mais ação, explicações e falatórios ao invés de entrar na filosofia do que faz um ser humano um ser humano, com soluções fáceis e ex-machinas para uma audiência pasteurizada e acostumada com blockbusters.

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